Poesia de Amor pequena
De forma que sentia a presença de Deus em minhas ações altruístas e de amor, mais do que em seus templos. A verdadeira comunhão está nos atos, às vezes, mais do que nos símbolos.
Você não pode ter o amor que desejar pelo mesmo motivo de não poder controlar o nascer e o pôr do sol. São coisas que não estão em nosso domínio. Naturalmente fluem, distantes da interferência humana.
O amor não se consolida só com palavras, são necessários atos e um trabalho constante de delicadeza e cuidado.
A pessoa que não se permite amar, que rejeita a benção de um amor correspondido, que se nega a alegria de um sentimento tão bonito, mais que um ser frio, é um ser vazio, oco e mesmo que não se dê conta murcha aos pouco mergulhado na tristeza.
"O amor de verdade não precisa de variações constantes. Só de coerência, aquela que ninguém vê, mas sustenta tudo."
Muitas vezes, vão distorcer seu nome em lugares onde você só ofereceu amor, cuidado e presença. Vão lembrar do dia em que você se afastou, mas esquecerão todas as vezes em que permaneceu, acolheu e suportou em silêncio.
É melhor ser chato, exagerar, se esmerar em cuidados por amor, do que por culpa da negligência, sofrer através da perda as agruras da dor.
Esteja perto de pessoas que respeitam sua individualidade e queiram somar com altruísmo, amor, benevolência e compromisso. Fora disso é miragem.
Agradeça as sócias por dividirem meus cuidados amor, desde minha saída da mulher da minha vida que sei como a vida é boa sozinho ou não...
Ao plantar uma semente de amor corremos o risco de que não germine, mas de nascer outra coisa que não seja amor é impossível.
Amor consiste no encontro de duas almas com uma inclinação divinal para o eterno; baseia-se numa reciprocidade mútua que transcende a lógica, o tempo e o espaço.
A dor é minha composição principal depois do amor. O sofrimento é um elo do meu externo para o interno. É um tapete para a minha caminhada efêmera.
Eu escrevo sobre o que me incomoda, me afeta, me enfurece. Não sou muito de escrever sobre amor. Apesar que escrever sobre o caos, foi a forma que encontrei pra falar de amor.
Amor-próprio não nasce da noite para o dia. Amor-próprio é construção, é resultado de muita coragem. É consequência de anos de renúncia até tornar-se nossa voz sem que tenhamos que dizer nada.
O amor é simples na teoria, colocá-lo em prática e, sobretudo, exercita-lo é demasiadamente complexo.
Nem tudo é jogo de sedução. Às vezes a gente cresce e esquece que o amor basta por si só. Não precisa ter finalidade sexual, não necessariamente. A amizade pura é assim, mesmo que pouquíssimas pessoas compreendam.
Por aí tem gente chamando qualquer coisa de amor. Carência, vaidade, projeção, paixão, medo da solidão.
Haveria nobreza em amar somente sendo amado? O amor por si se findaria e tomaria outra forma onde passaria a se chamar barganha.
Eu não acredito no amor que só cobra, que só exige. Eu acredito no amor que é sentido, que é querido.
