Poesia de Amor pequena
As minhas palavras são sinceras e pelas sinceridades que o amor transparece tudo que vem do coração;
E o desejo que sentimos é o infinito que esperamos;
Ainda temos um caminho inteiro pela frente, tanto que na metade passamos a buscar um amor;
E na outra nos perdemos tempo lamentando a vida;
Tudo é movimento, portanto as mudanças acontecem a todo instante;
Mudança de humor, de amor e de dor;
Não desejo um amor vil que no qual, faça-me cético a vida;
Mas sim um amor eloquente que dê asas para voar, sonhar e realizar;
O amor é uma faca de dois gumes, um lado corta e feri;
A outra corta e completa, veja o que mais vale à pena!
Sem consciência não há amor
E sem amor não há loucuras
Sem loucuras não há história
E sem história não há vida;
Não quero ser limitado a um amor de um fraco coração
Pretendo ser ilimitado por um sentimento verdadeiro de paixão;
Quero um amor que me convenha, quero um sentimento que me convença;
Quero ser de quem me mereça, quero que seja para vida inteira;
O amor perfeito é aquele que abraça com uma certa ingenuidade;
Te envolve com sinceridade e respeita com responsabilidade;
Eu nunca pude imaginar que o meu coração estivesse tão despreparado para o sentimento de amor;
Nem mesmo que pudesse suportar a decepção de um dia sofrer;
Que um amor por toda vida?
Seja o amor que você queira primeiramente
Antes de dar murros em ponta de facas!
O que se faz pecado ao entendimento?
O que é errado ou certo ao coração?
O amor é para ser demonstrado e não guardado...
Que, no entanto seja de formas e gostos;
Eu sou elucido em minha confusão
Independentemente da ação
Que me leva no inquietante
Amor incomodo, mas excitante;
Eu tento te esquecer
Ou te apagar da minha vida
Mas para onde eu vá você me leva para o teu mar;
Os olhos do meu coração toma o amor com certa excitação...
Tendo um tanto de amor leigo para o qual
Me aventuro em meu coração;
Choro lágrimas do que não vivi
Ou pelo que não escrevi
Em ser ou não ser
Poeta sem amor!
Ou amor sem inspiração;
Ideias sem fundamentos
Para me afogar na depressão
Sem perspectivas no coração...
Viver um dia de cada vez sem o mínimo de inspiração;
O veneno que ingeri foi pensando
No amor perdido na minha frustração
Sim! Das flores que mandei só restaram os espinhos;
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
A minha força? Ah... Minha força está no amor
Ou nas palavras que encantam no intimo
Ou descaradamente, insinuante...
Para então se declarar;
Não tenho medo do “Não”! Nem de palavras soltas ao vento
Pois me faço entendedor quando não me veem atento;
Perdi a minha validade... Esperando o amor passar
Fui areia por entre os dedos esvai-me por ninguém me amar
Tenho esperança de algum dia por mim alguém gostar;
Me desfaço com o tempo com o vento a me levar;
