Poesia de Amor pequena
E por ele acreditar que sua língua materna era o amor
Fez-se assim então... Amo o amor como ama o coração;
O que destrói o amor moderno?
Anúncio a concorrência, prazer sem retribuição
Trabalho sem coletividade, fidelidade sem caráter
Ética sem compaixão, aceitação de opinião
Palpite secundário, moral sem caridade
A um coração despedaçado pela humilhação;
Nasci para uma missão
Levar o amor aos quatro cantos do mundo;
Tenha simplicidade em tuas palavras
Pois, delas demonstrará todo o caráter;
Sou o meu maior sonho e meu extremo admirador pessoal
Amor próprio é uma arma que a positividade tem guardada;
O amor é bem mais cruel do que eu pensava
Chega arrebentando e vai espedaçando
Em seu intervalo é acalentador;
O meu medo não é pela multidão
Mas entrar pela solidão;
Não entendo o amor próprio meu
Amo minha esquisitice e espanto-me
Quando nem sei quem sou;
O amor verdadeiro é impenetrável
Não desgasta, não desata
Não dá desculpa, não é ciumento
É simplesmente amor;
Incompreensão é violência
Ingratidão é inconsciência
Pacifismo está faltando
E amor ao próximo virou lenda.
A minha imaginação é muito mais vasto que o próprio universo;
O ato de pensar no amor é a atitude de sentir a tal fato;
O meu abismo canta em silêncio em mim;
Eu sempre achei que o amor me salvaria
Mas com prazo de validade
Não foi o que eu queria;
Eu tenho saudades vazias
E inspiração continua
Em um sonho de amor-verdadeiro
Para te encontrar em mim;
Agora que me fiz entendido
Não há ilusão mais cortante se não
A frustração de um amor incompreendido;
O meu coração me diz e minha razão condena:
Casamento com amor é o caminho
Amor próprio é pra quem pensa;
Acredito eu, que os relacionamentos não devem ser cultuados pelo amor
Pois são meramente indevidos pelo pecado;
Não perca seu sono fazendo amor
Com quem você deseja
Mas encontre o seu prazer
Com quem realmente mereça;
A parábola:
Amar o seu inimigo é amar as suas lutas
Ter amor a tudo que faça... Para que a vida o ajude;
