Poesia de Amor pequena
Em meu coração há uma raiz de amor perfeito
Tem tudo para brotar frutos bons no ano inteiro
Quem provar dos meus frutos sente embriaguez
Sente saudades dos meus beijos e pede mais uma vez;
Quem roubou a nossa empatia? Cadê o respeito ao nosso coração?
Todo amor vem de um sentimento iniciado pela paixão;
Dominar a fúria de um amor em um coração apaixonado
É mais difícil do que dominar a raiva de uma consciência;
Querer privar o coração do amor, de certo evita a dor
Mas desvia a direção da felicidade e se perde do amor;
Seguirei os teus passos além de onde você possa ir
E viverei a sua marca de amor que transparece
Em teu corpo para com todo o sempre...
Deixe-me ser o teu chão
E te abrigar em meu coração;
Você pode não mais amar e nem acreditar que o amor é significativo...
Porque o amor vai continuar sendo amor;
Que um amor por toda vida?
Seja o amor que você queira primeiramente
Antes de dar murros em ponta de facas!
Eu sou elucido em minha confusão
Independentemente da ação
Que me leva no inquietante
Amor incomodo, mas excitante;
Eu tento te esquecer
Ou te apagar da minha vida
Mas para onde eu vá você me leva para o teu mar;
Os olhos do meu coração toma o amor com certa excitação...
Tendo um tanto de amor leigo para o qual
Me aventuro em meu coração;
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
Faço esse verso de amor
Para desatar a saudade e frear a dor
Pois acelerar a paixão
É saudável ao corpo e também ao coração;
Quero te oferecer essa poesia
De bom grado, com amor nas entrelinhas
Mas se isso vier espantar você
Tente não me esquecer
Hoje não quero poema de amor
Mas também não quero me recordar da dor
Somente recite a realidade, por favor!
Por que acordei para querer o seja como for;
Não posso perder a esperança no amor por querer
Pois sei que em algum lugar alguém mereça
Todo o amor que tenho a oferecer;
O amor é bem mais cruel do que eu pensava
Chega arrebentando e vai espedaçando
Em seu intervalo é acalentador;
Ajoelhe-se ao meu amor... E se entregue para nos amar...
Deixar-me-ei admirar o teu corpo nu, a tua lucidez um tanto elucido;
Que te exaltarei com honra e dignidade de uma mulher
Mas não qual quer mulher... E sim a minha;
Não gosto de um amor inventado... Como a vida inventada
Na hipocrisia da invenção, no qual vive a uma nação;
Jogo-me por inteira perco-me no ar
Entrego-me a você para muito te amar;
Sou coragem no amor e reverso da dor
Não me ame pelo que tenho, mas sim pelo que sou;
Veja que não me doou pela metade
Tenha-me por inteira ou nem tente
Viver as minhas verdades...
Quando penso que a saudade cessou! Deparo-me com as lembranças de você meu amor;
Porque me deixou?Por que fizeste isso comigo? Estou carente de você segurando essa dor;
Escrevo o amor dos outros, mas ainda não aprendi a amar...
Cresci e ainda sou criança, levando a vida a me inspirar e versar;
Eu sou poeta e busco me respeitar...
