Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
A desimportância social da pessoa pressupostamente inadequada, faz a Sociedade desperdiçar cérebros de mentes brilhantes, que seriam capazes de solucionar problemas complexos.
Pessoas têm manias, viciam-se. Mas, o transtorno mais recente, nos falantes, de verve dialética na comunicação formal, é a compulsão por palavras da moda, academicistas, semieruditizadas, que descambam em vício de linguagem (palavrofobia). Reduz-se o discurso a palavra pela palavra, simplesmente, para que ela se lhe pareça douta. Isso fica impactante pela especificidade, sobretudo, quando desvirtua-se o discurso foco no ouvinte, fragmentando-o. Momento quando não prestamos mais atenção em nada, pela multiplicidade de repetições, deslocadas em nível de desconstrução multidisciplinar, transverbal, com semântica confusa de retórica aleatória. É a hora em que o olhar para as unhas entra em cena. Isso procede? De novo, isso faz sentido para você? Você TEM que concordar comigo.
Eu escolhi essa carreira. Me esforcei para chegar até aqui. Engole o choro! Seja forte!
(Akira Tendo)
Então será que isso significa que a partir de hoje eu não preciso mais ir trabalhar? Estou livre!
(Akira Tendo)
Prefiro ser comido por zumbis a me arrepender dos sentimentos que tive pelos últimos três anos!
(Akira Tendo)
As horas intermináveis de trabalho me destruíram e me fizeram esquecer como é viver como um humano.
(Akira Tendo)
Podemos morrer hoje ou daqui a 60 anos. Nunca haverá tempo suficiente para fazer tudo o que queremos.
(Akira Tendo)
Podemos viver numa bolha mental, fantasiando uma vida perfeita como se fôssemos personagens de novelas; ou podemos nos mexer em direção ao que desejamos, buscando aprender diariamente as lições necessárias para alcançarmos tudo que merecemos.
Que você carregue a leveza dos sentimentos bons, que seja simples e verdadeiro.
Seja essência e não aparência!
Liberte-se do passado que não existe mais.
Viva o momento do agora, para que possa construir um maravilhoso futuro.
Que toda tristeza que chegar, com a fé mande embora.
E com a felicidade que chega, guarde-a em seu coração.
Dizem que nos tornamos a média de tudo que comemos, que lemos e das pessoas que conhecemos.
Se dormimos pouco, se nos alimentamos mal, se nossos programas televisivos e leituras favoritos nada agregam aos nossos objetivos, do contrário, só nos afastam deles, então dificilmente nos empenharemos em conhecer e conviver com pessoas que tenham hábitos melhores que os nossos, e portanto, nos ajude a sair da zona de conforto.
Ficar parado, esperando pela oportunidade "certa" ou contando com a "sorte" pode ser mais arriscado do que sair da zona de conforto e buscar ser criador(a) das próprias oportunidades. Lembre-se: você é do tamanho dos seus sonhos!
Seja na vida pessoal ou profissional, o que fazemos precisa fazer sentido para nós, estar de acordo com nossos valores, com o que acreditamos. Só assim nos entregaremos de corpo e alma, e desse modo, poderemos nos sentir realizados.
