Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
A melhor decisão que tomei na minha vida foi quando resolvi dar meu silêncio como respostas aos tolos. Enquanto eles achava que era medo, dentro de mim algo falava: Deixem-os na dúvida palavras em excesso se tornam desnecessárias quando não são para edificar.
Coloquei na minha cabeça uma coisa: "só vou amar outra pessoa quando aprender a me amar". Cara, quando aprendemos a cultivar amor próprio, a plantar e colher dos nosso frutos, aprendemos a necessidade de se bastar. Ser uma pessoa que por si só, encontra a felicidade, independente de qualquer fator externo.
A minha definição de beleza sempre foi outra. É verdade que um rosto bonito cativa, um sorriso gentil também. Mas isso não é tudo. A beleza verdadeira é uma alma bonita, uma pessoa que mude nossa vida só por estar nela. Dentes caem, peles enrugam, mas alma bela é pra sempre.
No vigésimo nono dia minha jornada começou. Era março de 89 quando o Primogênito chegou. Dediquei-me com abrigo, educação e amor. Hoje colho frutos em forma de orgulho, honra e louvor.
Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação.
Agradeça as sócias por dividirem meus cuidados amor, desde minha saída da mulher da minha vida que sei como a vida é boa sozinho ou não...
Por causa do cargo que provém da minha mente, o meu coração é acelerado. Então como será quando eu perder a minha amada queridíssima, lindíssima, belíssima, super e incrível mãe.
Amo a minha mãe mais do que tudo, sobre e sob a terra, não é atoa que o seu nome é Alfonsina Buconzo Ngoio.
Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.
Minha escola tem nome: eremonopsicofilosofante. Onde só há um professor: Pauleremonopsicofilosofante.
Aprendi a pensar nos outros e não desistir em nome da minha mãe, a Alfonsina Buconzo Ngoio, aprendi a medir a atitude, saber quando e como agir, a confiar em Deus e ninguém mais, aprendi a me abrigar com postura e não despedaçar o meu corpo e não desperdiçar o meu tempo com substantivos que não têm importância.
A dor é minha composição principal depois do amor. O sofrimento é um elo do meu externo para o interno. É um tapete para a minha caminhada efêmera.
Eu amei ele, caminhei ao lado dele por um tempo e compartilhei minha fé.
Isso fez parte da história dele, e da minha também.
A minha história não é algo estático e acabado, é uma mistura meio mágica dos meus ontens, hoje e amanhãs, de forma que eu não sei exatamente onde termina um e onde começa outro.
“Eu aprendi, em meio à solidão, a amar tanto a minha própria companhia, que permanecer sozinha já não pesa… parece, na verdade, uma excelente escolha. Porque a paz que construí dentro de mim vale mais do que qualquer presença vazia.”
