Poemas Vinicius de Moraes Patria minha

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25-10-08

Hoje foi um grande passo pra minha amizade com a natali terminar, ela está totalmente mudada, realmente não é a mesma. Hoje nem quero falar muito no assunto mais só sei que perdi uma grande amiga!

Inserida por Janaina15

⁠volta e meia me vem o pensamento
" Devo ou não continuar a viver?"
Não que minha vida esteja ruim ou boa.
Mas sim que tenho uma certeza, todos temos. A morte é inevitável. Mas a vida é única.

Inserida por Elisandrotrader

⁠MOACYR (acróstico)

Minha alma solitária e triste
Onde a mágoa se abriga
Antes de te ver chorava
Como de viver "despida"
Ilusão, amor, sonho dourado
Riso de dor que se transforma em vida

Inserida por EneidaMorenoMoraes

Não há como a tua dor não ser também a minha dor. Uma vez que Deus nos criou a todos, somos irmãos em espírito e não posso ser impassível ao sofrimento de meu semelhante.

Eu entendo a tua dor porque eu senti a mesma dor,
o frio que te congela igualmente o faz comigo,
a fome que ruge em teu estômago, sei bem quanto dói,
eu sei o significado do teu sorriso, pois já sorri pelo mesmo motivo,
a lágrima que corre em teu rosto, qualquer que seja o motivo, em nada me é estranho,
eu compartilho dos teus temores, já que eles também são os meus,
eu perdoo as tuas falhas, tais falhas já fizeram parte da minha existência,
eu respeito as tuas fraquezas, não sou mais forte do que você,
eu te estendo a minha mão, pois a mim também me fora estendida um dia,
eu aceito a tua mão, seria uma honra ter a minha aceita também por ti,
eu não te julgo... Na opressão que te abate eu sou teu companheiro,
eu me regozijo com a tua ventura, pois ela também toma conta do meu coração.
Eu sei! Em tua existência você irá vencer!
Nossa trilha é a mesma e chegaremos ao mesmo destino... Deus!

Inserida por duilioamoraes

⁠São os primeiros a chamarem minha atenção.
São poderosos, reveladores,
às vezes misteriosos.
São armas em potencial,
pois podem hipnotizar.
Mas os que os possuem
podem ser traídos por eles.
Olhos são espelhos da alma.
Aqueles que sabem lê-los,
estão na dianteira das conquistas.
... ou quem sabe usá-los

Inserida por duilioamoraes

⁠Tudo aquilo que não me acrescenta,
energias que não são boas,
deixo para 2022.
Em minha mochila para 2023,
apenas coisas essenciais e leves.
Meu coração é resistente,
mas também é fraco e não suporta pesos.
Intolerâncias e radicalismos não me seduzem,
assim como abro o coração,
quero manter a mente aberta para ouvir e aprender.
Não me sinto capaz de julgar,
também não darei esse poder aos outros.
Cada um com sua consciência,
e com as colheitas que a ela será permitida.

Inserida por duilioamoraes

⁠Tempo

Era tudo trevas
Sem caminho para ser trilhado
Talvez, se eu me virasse,
Perceberia que estava enganado
Mas, para trás, não se olha,
Sim, sempre à frente
E o caminho, de fato, se fez
"É bom encontrá-lo novamente"
Como outrora, a esfera de luz aparece e se corrompe
Dando forma àquele que sempre a interrompe
Tu, tinhas minha pele,
Minhas cores, meu corpo, minha face
Era como se, no espelho,
Meus próprios olhos, encarasse
Isto porque, tu és Tempo
E tudo que de ti veio, a ti retorna
Corpo, alma, breve devaneio
Que ao pó se reduz e passado se torna
Tu és o Tempo
Tens tudo que é físico, a ti pertencemos
Ainda que com um futuro nos presenteie
Contigo viemos, e a ti, voltaremos

Inserida por viniciusmarciotto

SEM TERRA

A terra que me ad comer
o pó que todos carregamos
a sol que queima pela tarde
e alma que viaja sem ninho.

O grito dos que nada tem,
o sonho inacabado dos cansados,
as palavras em forma de sinais
e os homens presos a estrada.

A volta de uma volta redonda,
a terra que é de ninguém,
o vale seco e triste
dos que nada tem nem o bem.

De terra em terra alheia,
o povo saiu para nada,
e no meio de tanta poeira
o que resta são dores e magoas.

Meu sonho atrasado
minha vida sem preço,
meu nome arquivado
só fala da desgraça sem a Graça.

Verde e amarelo
é meu grito,
o grito sufocado pela poeira e pela estrada,
aqui no locar esquecido
pelos capitães e generais sem praça.

Inserida por israelwest

Ofélia

Tudo em ti reluz como as joias da coroa do Rei,
tudo em ti é serena e calma manha,
os sonhos dos homens são como a areia junto ao atlântico
e tu és eterna entre os lábios dos poetas mesmo que adormecidos...

Há noite, tu deitastes e a lua resplandece sobre teu corpo,
de dia o sol és tu mesma quando passas,
porem nós homens nos perdemos nas sombras
e falamos apenas com o coração.

Ofélia doce madrugada dos apressados e dos caídos,
Ofélia das aguas límpidas e das lágrimas sinceras
porque em teu rosto existe o sonhos
dos que ainda amam e choram por ti.

Inserida por israelwest

ALVORADA

O tempo e tudo que fazemos com ele
as palavras e os sorrisos disfarçados,
as memorias as que retenho e as saudades dos que amo.

Os sonhos arquivados nas prateleiras,
o pó entre as memorias das coisas simples,
e de novo os sonhos que ninguém sonha como eu sonho
porque me debato antes de qualquer alvorada.

De novo eu e só entre o fim e o principio de tudo
que eu mesmo escolhi e aqui moro no lugar
por nome Fim do Mundo.

E que Mundo é este?

Saberás tu me responder a cerca das coisas simples,
fala me e e me responde e eu te direi tantas coisas,
as coisas que moram entre a razão e o coração.

O meu coração que bate tão pouco,
porque pouco ou nada tem...
e a razão que perco porque tão mal a entendo.

Saberás tu o dia que escurecera todas as manhas,
o dia que que alvorada deixar de existir?

O tempo o meu e o dos outros
que me acompanham lado a lado.

Inserida por israelwest

Nordeste

As serras ao longe brilham em meu peito
E o tempo aqui é hora morta
Quando ao meio dia os pássaros adormecem
Debaixo das copas das poucas arvores
E uma carreta envelhecida com um jumento cansado
Que vai Murmurando e maneia a cabeça
De um sol agreste que o vai queimando.

As terras secas em vales profundos
E um povo amável do fim do mundo
Que Suspira e respira a poeira das fabricas
Do gesso absurdo.

Enfim no fim de tudo
Nem uma escultura gesso existe neste pequeno
Paraíso de um Adão e de uma Eva
Para que a memória dos seus antepassados
Deixe de ser escura.

Inserida por israelwest

Nove horas da manhã
O som do teclado toma forma…
As suas mãos correm e se perdem

Na busca de novas melodias
Lá fora as mesmas coisas…
O movimento constante de sempre.
Em um se estar em parte alguma
Muitas das vezes incerta.

Será que estou só?…
Ou será que a vida se reduz apenas
A este momentâneo apenas?Na verdade,
gostaria de saber
Qual seria o ponto final disto tudo…
Murmurou ela e continuou…
Para onde vamos?
Se é que vamos
Para algum lugar.

Inserida por israelwest

Cântico dos desesperados

Caminhais por entre o fio da navalha
E de pés ensanguentados cambaleias
Temendo a direção do norte
Como também o caminho imaginário
Que se diz ser do sul.Resumis um todo a uma escala mínima
E mesmo assim vossos sonhos são tão iguais
Aos que sempre vão pensando alto…
Eis a sina dos que bebem água turva pela manha,
O quanto basta para que vossa voz se confunda
Com a razão que tendes, mas que sempre vos tiram.

Conflitos e dores numa palavra tão simples
Que vos levara ao progresso,
Mesmo que este progresso esteja tão distante
E ninguém entre vós há que vos desperte.

Caminhais sobre o fio da espada
E aqueles que se dizem entender sobre vós
Nada sabem e nada fazem.

Panfletos que se perdem na virada do tempo
A mistura de seres sempre desesperados
Quando os vossos lamentos e cânticos se abafam
E todo mundo se encontra as escuras.

Gritais e não há entre vós um só que vos escute,
Bolívia não esta mais entre vós outros,
Ché foi morto por todos aqueles que se diziam
Protetores.

Existência e identidade de um povo
América do sul de todos os adormecidos,
Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada
Que lentamente a todos vos mata…
E ressume cada instante quando por entre as trevas
Nada mais se avista do que as próprias trevas.

Murmúrios, sobre telhados quebrados…
Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso.

Deus meu, deus meu… Será que entre nós
Existe alguém capaz de fazer frente a esta tão estranha
Manha sempre tão densa e sempre serrada?

Escrito quando viajei pelo
Paraguai – Asunción

Inserida por israelwest

"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferentes das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrifício. O seu dever real é salvar seu sonho. A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços d'alma"... "As personagens de Cézanne, , como as belas estátuas antigas, não tem olhar. As minhas personagens, ao contrario vêm. Elas vêm mesmo quando acreditei que não devia pintar-lhes pupilas; mas, como as personagens de Cézanne, elas não exprimem mais do que muda aquiescência á vida"

"Aquilo que procuro não é real nem o irreal, e sim o inconsciente, o mistério do que há de instintivo na raça humana".
'A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços da alma'... "Nosso único dever é salvar nossos sonhos..."

Inserida por israelwest

a melhor forma de protesto deveria comecar dentro de casa
e nao quebrando tudo
o vandalismo so fara o mundo tera uma visao pobre,medilcre do pais em que dizemos ser patria amada

Inserida por kizirs

Sou grato a DEUS e ao exercito Brasileiro por terem me forjado um infante e ter sido preparado para defender minha pátria por toda minha vida.
Mesmo que na reserva hoje, ainda sou um SOLDADO e se for necessário sacrificarei minha própria vida em prol de minha pátria amada BRASIL.
INFANTARIA, BRASIL ACIMA DE TUDO.

Inserida por MarcoAurelioSantos76

Chuva que chove lá fora
Chuva que molha o chão
Humidade que não vai embora
Agua que trás o pão.

Chuva que desenlaça a terra
Que escorre pro mar
Que esconde e soterra
Agua que corre a andar.

Ó chuva que molhas e lavas
Chuva que entristece
Chuva que tudo agarras
Chuva que trazes a noite que esmorece.

Chuva com lagrimas
Agua desnutrida
Constróis obras-primas
Rios de água bem comprida.

Ó chuva que trazes o Natal
Chuva de inverno
Vais deixando infernal
Com a visão pro inferno.

Ó chuva de Domingo
Que me trazes a saudade
Ó chuva que vais construindo
O tempo que me deixa com ansiedade.

Ó derradeira chuva
Que me viste a crescer
E que agora me preparas a fuga
Antes que me faça mais sofrer.

De ti me vou despedindo
Desta chuva e da indústria
Me levas partindo
Para a minha terra, pra minha Pátria.

Inserida por JoseCapitaoVieira

"Um povo é masoquista ou louco quando ....
Beija a mão que lhe bate...e agradece ao ladrão que o rouba todos os dias!
Porque isto é triste, porque isto existe ... e tudo isto é fado!"

Inserida por jorge_pincoruja

Canto De Xangô

Eu vim de bem longe
Eu vim, nem sei mais de onde é que eu vim
Sou filho de Rei
Muito lutei pra ser o que eu sou
Eu sou negro de cor
Mas tudo é só amor em mim
Tudo é só amor para mim
Xangô Agodô
Hoje é tempo de amor
Hoje é tempo de dor, em mim
Xangô Agodô

Salve, Xangô, meu Rei Senhor
Salve, meu orixá
Tem sete cores sua cor
Sete dias para a gente amar

Mas amar é sofrer
Mas amar é morrer de dor
Xangô meu Senhor, saravá!
Xangô meu Senhor!
Mas me faça sofrer
Mas me faça morrer de amor
Xangô meu Senhor, saravá!
Xangô Agodô!

VOCÊ E EU

Podem me chamar e me pedir e me rogar
E podem mesmo falar mal
Ficar de mal que não faz mal
Podem preparar milhões de festas ao luar
Que eu não vou ir, melhor nem pedir
Eu não vou ir, não quero ir
E também podem me intrigar
Até sorrir, até chorar
E podem mesmo imaginar o que melhor lhes parecer
Podem espalhar que eu estou cansado de viver
E que é uma pena para quem me conheceu
Eu sou mais você e eu

Inserida por Pequenosol