Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
Eu tatuei a sua imagem na minha memória. Para que eu jamais a esqueça.
E gravei, um milhão de vezes, o seu nome aqui dentro.
Te entregaria minha alma, se assim, me pedisse. Eu já era todo seu mesmo.
Será que o nosso tempo veio e se foi antes que pudéssemos perceber?
Teus olhos têm uma cor
de uma expressão tão divina,
tão misteriosa e triste.
Como foi a minha sina!!!
MINHA ESPERA(ANÇA)
Poderia agora mesmo lhe dizer o que sinto
Mas não preciso
Poderia ainda acabar de vez com essa angustia
Mas acho que não consigo
Pois entre amar e sofrer
Escolho o sofrimento
Não por agradar mais do que me causa
Mas por saber lhe dar melhor com ele
Um homem dividido entre morrer e você
Sim, é assim que me sinto
E na espera de descobrir entre amar e viver
Aqui... meu coração sangra...
Ainda sangra...
Ela é minha joia rara, minha oração atendida,
Quando ela sorri, o mundo gira, muda minha vida.
É mais que paixão, é bênção, é devoção,
Deus nos uniu... por isso não quebra, não!
Acordei com o pé no chão, a mente apontada pro céu
Minha alma respira paz, espírito sem nenhum breu
Lágrimas já rolaram, hoje é só sorriso na cara
Foi Deus quem fez, por isso eu ando na Sua graça
Foi difícil, mas eu confessei!
Eu confessei… E Ele me ouviu…
Minha dor virou perdão
A paz desceu do céu como chuva no chão
Um dia desses a dor bateu em minha porta...
Mas, forte do que antes...
Eu senti suas mãos em meu rosto...
Me segurando como se fosse escapar entre seus dedos...
Seu toque doia como facas em meu peito...
Na espera de um abraço...
Na espera de um toque de confirmação...
Eu a dei...
A dei a esperança que faltava...
Ela se acomodou em meu sofá...
E me olhou com seus belos olhos cansados...
No fundo, vi seu cansaço ao esperar tanto tempo por algum que não ia chegar...
A felicidade!.
Ela nunca desistiu...
Apenas deixou a tristeza dominar...
A escuridão por toda parte...
Eu apenas a vejo...
Tudo ao meu redor está vazio e escuro como uma noite ensolarada...
A sua existência me machuca, mas, me completa.
Sofri calado, o mundo não acreditou
Eu tô te falando, minha mente nunca parou A bola rola e o chão batido foi minha escola,
O céu mostra o caminho,
Mostra minha rota.
Minha cicatriz eu lavo com sal
A dor é intensa, mas ela vai parar!
Não tenho mais medo de perder…
Só tenho mais vontade de ganhar.
A dor chega e é forte, mas minha fé é muito mais,
Deus tá comigo, me protege, me traz paz.
Irmão, olha o brilho no fim do túnel...
tá chegando a calma,
O exército de Deus vem com tudo...
fortalece meu corpo...
fortalece minha alma.
O tempo tá fechado, eu sei...
A mente tá pesada
Eu fecho os olhos e sinto Ele...
Minha morada.
Vivendo a vida, cada passo é tensão,
Mas Ele manda a tropa,
Me tira da escuridão.
Não foi sorte, não foi acaso
Foi a mão do alto mudando meu traço
Minha história era falha, mas Ele reescreveu
Era pó, virou louvor, Deus resolveu
Do Reino eu sou, mesmo sem coroa,
No fogo da vida, minha fé não destoa
Porta se abre, a luz me atropela,
Cheguei no santuário com louvor à capela
“Apesar de apreciar a minha própria companhia, carrego tanto amor dentro de mim que seria egoísmo não compartilhá-lo.”
– Priscila de Araújo
Minha fé em Deus
Para seguir uma religião, independentemente de qual seja, não é preciso frequentar um templo para praticar sua fé. Você pode fazer orações em qualquer lugar onde estiver, sem precisar ir a um local específico.
Sérgio Furquim
Como uma sombra você surge em minha frente e meu corpo começa a tremer, seu olhar devasta cada centímetro meu, meus olhos queimam como brasa viva,minhas veias pulsam pura adrenalina e paixão. O caos se instala como fogo na pólvora, o ar já não existe,e o que antes era calmaria se transforma em tempestade viva e destruidora.
Minha boca clama por seus lábios, minha pele arde de desejo e nada,nada mais faz sentido.As palavras já não saem, já perco o raciocínio.
Você é voracidade, fome e tesão,você é a sede,e eu a gota de orvalho, o veneno e eu antídoto, o fio que arrebenta toda esperança, o apagão na minha claridade.
Você é o que eu nunca senti,o que eu nunca desejei,o que eu nunca queria encontrar.
E mesmo assim meu maior prazer, seria ter você incendiando meu mundo,devastando meu ser e inundando minha mente e meu corpo,me deixando em êxtase.
A MÚSICA RELAXANTE CURA O CORAÇÃO DANIFICADO PELA ANSIEDADE CRÔNICA
Pela minha própria Experiência!
A Música Relaxante, escutada com fones de ouvido ao dormir durante 5 dias consecutivos, cura um Coração danificado pela Ansiedade Crônica!
Mas,
De que maneira a Música Relaxante cura o Coração danificado pela Ansiedade Crônica?
Como a Música cura o Coração?
Uma série de problemas 🤦♂️
Ah não, a minha mulher não contribui nas despesas da casa!
Óh coiso 🤔...senta ainda!
Desde quando é que a esposa tem a obrigação de contribuir nas despesas da casa?!!!
O homem é e sempre será o provedor da casa, ao menos que haja inversão de papéis no tal casamento!
Como disse um Sábio;
《Quando uma esposa faz gastos na casa, querendo ou não, chegará um momento em que ela vai agir e comandar a casa como se fosse um homem.
E na lógica, dois homens não podem liderar sob o mesmo teto》
E hoje em dia muitas Mulheres só não se colocam em seus lugares de MULHERES porque muitos Homens não são realmente HOMENS!
Por isso, vamos parar de normalizar certas coisas nos nossos casamentos para evitarmos certos problemas!
Só espero em Allaah que compreendam esta mensagem na Boa e na Paz, porque todos aqui já são crescidos e eu ainda não acabei de escrever!
Contudo, que Allaah tenha Misericórdia de nós e nos agracie dum modo que possa nos satisfazer aqui no Dúnia e no Árrirah!
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Vinte e Dois de Lucas
(Ou: Minha Última Canção Desesperada)
A noite está andando.
E com ela, tudo vai cessando.
Mais um dia, mais um ciclo,
mais um momento em que —
como sempre —
eu ainda te procuro.
Te procuro como quem espera,
em noite minguante, uma lua cheia.
Não te escrevo com raiva,
nem com aquela febre romântica dos meus 16.
Te escrevo como quem ainda olha pro lado esquerdo da cama
e tenta aceitar que ali não esteve ninguém —
e talvez nunca tenha havido.
Já passou o tempo em que eu esperava te ver por aí.
Mas mesmo assim, às vezes, ainda imagino:
Você, sentada num bar qualquer,
conversando com uma amiga...
ou, quem sabe, rindo com algum desgraçado
que me faria querer dar um soco na barriga,
como se isso fosse me trazer você de volta.
(Mas que ilusão essa minha...)
Às vezes te imagino triste,
com os olhos cheios de mim —
mas sei que isso é mentira bonita,
pra não admitir que fui o único a não ter fim.
A verdade é que nós de agora
já não somos os de antes.
E os de antes… já não voltam a ser os de agora.
O tempo passou, e com ele passou você.
Passaram também meus versos dramáticos,
meus discursos sobre destino,
meus pedidos pro universo te trazer de volta
em alguma manhã chuvosa de domingo.
Hoje, te escrevo menos por saudade,
e mais por hábito.
Talvez seja esse o meu jeito de dizer adeus:
escrevendo até secar.
Mas… quando seca?
Sinceramente — não sei.
Não é mais paixão.
É só memória cansada de se repetir.
Por isso, encerro aqui
os Vinte e Dois de Lucas —
o meu "Neruda de fim de curso",
o meu testamento piegas,
o meu lamento que virou rotina.
E prometo (pela milésima vez):
não vou mais te escrever.
Mas se eu voltar,
é só porque doeu de novo.
