Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
Quer conhecer-me? Olha pois o meu melhor amigo, não é a minha imagem e semelhanca, é porém, tudo de melhor que há em mim.
Quando eu era pequena e alguma parte do meu corpo doía minha mãe sempre me dizia que era porque eu estava crescendo. Hoje adulta eu entendo o que a minha mãe queria dizer, e toda vez que alguém ou alguma situação me machuca eu lembro do que a minha mãe dizia, ai sei que estou crescendo.
Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.
A solidão é minha única companheira, com ela desabafo choro conto meus segredos, pois sei que ela não vai me julgar e nunca contará nada a ninguém.
Não apoio o fascismo, ou qualquer outro “ismo”. Na minha opinião, os “ismos” não prestam. Não se deve acreditar neles, mas sim em nós mesmo.
Minha timidez é estranha. Quando estou perto de pessoas que eu conheço, eu me divirto e enlouqueço como ninguém. Se eu estou perto de pessoas que eu não conheço, não me reconheço.
O que me deixa feliz são as coisas simples: um bom livro, um café, amigos que amo por perto, minha família, estar amando, um bom dia inesperado. Simples assim, feliz assim.
“A vida é algo belíssimo e na minha não há espaço para ódio. Então se você me odeia, vá socar sua própria face e talvez isso alivie sua raiva.”
Então, com sua licença, deixe eu e minha culpa em paz. Eu e meu delicioso perdão por mim mesmo. Eu só te peço uma coisa. Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe. Somos todos culpados, se quisermos. Somos todos felizes, se deixarmos.
Sou o melhor predador do mundo, não sou? Tudo em mim convida você… Minha voz, meu rosto, até meu cheiro. Como se eu precisasse disso! (Edward Cullen)
Não aceito mais "qualquer coisa" na minha vida, o que vem de qualquer jeito também vai embora de qualquer jeito...
Minha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos tange e range, cordas e harpas, tímbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia.
Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
Sou de paz, mas também sei me pintar para a guerra, cansei de levar pedradas em minha própria terra.
A maior conquista da minha vida foi aprender a usar as pernas pra pegar impulso no balanço e não precisar ser empurrado por mais ninguém.
Entender e se encantar pela minha superfície é fácil, difícil é compreender e mergulhar nas minhas profundezas.
Nunca pensei que eu poderia estar bem, até que você chegou e mudou a minha vida. O que era nublado agora está claro, você é a luz que eu precisava
