Poemas Vinicius de Moraes Mulher Cancer

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Hoje o que eu mais queria era estar entre amigos que tivessem vibrando na sintonia da vontade de melhoria e crescimento humano, poder conversar a vontade, dar risada e abraços apertados a alegria estar presente, o ambiente ficasse colorido e harmonizado nas cores dos chacras.
Universo eu desejo momentos especiais assim...
Eu gosto da alegria de viver.

"O céu está escuro
Sinto um frio na espinha
Eu sinto tanto sua falta
E você nem sente a minha"

Desde os primórdios
O amor é o ódio
São os protagonistas no palco das emoções.
No final dessa trama, só você pode decider qual vai prevalecer. Afinal, o diretor é você!

Às vezes acho que estou louco
quando tento entender os outros,
mas momentos depois vejo
que sou o único com sanidade
e logo depois percebo que errei duas vezes,
estamos todos loucos.

Desculpe se o meu bom dia são meras letras que impedem o entrelaçar de nossos braços, os bons momentos foram substituídos pelos maldosos quilômetros que nos partem, ainda assim continuamos íntegros com nossos sentimentos.
Deveria ter sido repetitivo ao te falar de meus sentimentos porque a vida é como um complexo quebra cabeças que termima sem que todas as palavras tenham sido ditas.
Hoje eu gostaria de segurar a sua mão e caminhar pela grama ou pela areia, tanto faz, pois as coisas do coração me importam mais que as coisas que estão sob os nossos pés.

SÍNDROME NARCÍSICA

Em um mundo onde ninguém é de ninguém, ela era só dela: vendia seu corpo a muitos, e depois de receber ia embora levando-se a sim mesma, perpetrando o delito de apropriação indébita.

Não ficarás comigo? Sem problemas!
Ninguém toca pensamentos,
nem mesmo quem esteja aprisionado lá.

PORQUE TE AMO

Ama-se pelo cheiro das maçãs
Descobertas nas manhãs de outono
No gosto das mãos nos pomos...
Ama-se quando não há mais o que amar
Quando não há mais mar.
Ama-se pelas mãos dadas
Por uma esperança de voos de fadas.

__Amo-te sem mesmo ter um porquê.

É na paciência, que a força acontece!
Que Deus atue em sua vida
trazendo amor, paz e alegria.

Tudo é
O que ali está
E o que ali está
Nunca mais acaba

É o concreto absoluto
E quase insuportável
De quem viu claramente visto
Como um danado

Cada detalhe vive
Inteiro
Íntegro –
Sua importância é igual
Ao inteiro mundo

O mistério dos mistérios
Ali está
Visível
Manifesto
Mas ninguém sabe o que é

Ainda amo...

Não dá pra entender como tudo ficou assim,
Eu sei que entre a gente começou errado,
Mas você era tudo que eu queria pra mim.
Era pra ser diferente, tudo pode ser mudado,
Mas eu fui inconsequente,
Pensei em mim, nunca na gente.
Você tem razão quando diz querer se afastar,
Te machuquei, quando tudo que você fez foi me amar.

Eu sei, não foi fácil pra você meu bem!
Mas entenda, é difícil pra mim também!
Quando você diz que é melhor assim,
Você sabe, que eu sei que sim.

Eu não tenho direito de te amar,
Mesmo assim eu amo.
Eu não queria, e eu não posso te ver me odiar,
E é por isso que eu fecho os meus olhos pra não ver suas palavras,
Mas eu ainda choro, ainda te chamo!
Eu fecho os meus olhos, mas eu ainda choro e te chamo,
Mas só porque eu ainda amo!

Eu não vou te pedir pra voltar,
Porque quando você me pediu pra ficar,
Eu parti, e parti seu coração!

Então se eu ainda te amo,
Quantas vezes ainda te chamo,
Se eu choro, ou o quanto eu choro.
Eu quebrei seu coração,
Agora eu tenho que lidar com a solidão.

Espera!

Em pouco tempo virá um tempo
Em que não mais esperarás.
Não mais cantarás...
Só há de mirar o lago, o grande lago do silêncio.
E os milhares de estrelas na orla dos teus sonhos, cintilantes!
Espera! O mesmo tempo comporá
uma música... Tua eterna música de ninar.

Novos ares

Olhando o céu cinza de uma tarde de verão
Pensa sobre todos seus sonhos vãos
Sonhos que a mente insiste em esconder
E que o medo o faz querer dissolver
O verde do olhar enxerga um novo horizonte
Uma vida que passou e que o novo se negou
Em seu interior, vive o fôlego esquecido a se curar
A desvendar o que a alma anseia
e trazer-lhe um novo ar.

O tempo passa breve
Pela porta do destino
Que fecha-se de leve
Com o sopro do menino.

Porque estou ocupada a viver, não tenho tempo para ouvir-vos. Não vos vejo!
Caminho por uma estrada de serenidade. Longe... dos que continuam a querer alcançar-me por atalhos.

Para as vossas palavras me provocarem... teriam de ter língua.
Para que eu voltasse a ser a mesma... teria de ser outra.
Mas hoje seu esta! A que já não alcançam. Já, não!

Pouca coisa quero da superfície. O que procuro, está no interior.
Fundo. Fundo, no âmago de ti.
Como o filão na rocha.
A pepita misturada na areia do rio.

Chegaste
Em dia festivo.

Partiste
As lágrimas
sobre meu rosto,
Tal qual espelho
quebrado
Na pele
rasgada
Sangrando.
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Oi amor, falar do que sinto e quero já foi difícil um dia hj se torna mais fácil hj, basta apenas pensar em vc que
Algo diferente acontece, faço cara de bobo, solto um sorriso de canto de boca e em seguida suspiro fundo.
Te vejo em tudo que é lindo, pois tens uma beleza que fascina mesmo me negando isso, ter vc nos meus dias foi e está sendo uma experiência única, por mais que não possa ver ou falar sempre, vc se torna presente no meu dia a dia no meu pensamento, tornando-se parte de mim.
E a palavra saudade traduz a falta que vc faz.

POR TI

Por ti eu vivo doidamente
Por entre as vielas e becos da vida
Busco guarida em qualquer sorriso
Que a mim parece seu gosto fremente.

Envolvi a alma de antigas auroras
E nas calmarias da noite quando a vida chora.
Abro a janela em busca de uma sombra.
E de manhã vou em busca de suas passadas nas alfombras.

Nada há, portanto, só na memória.
As penas de te ver saindo a toda hora
É como visões de um pesadelo que se repete.

E choro minhas ilusões perdidas, com que
Sua lembrança tece... Eu também vou indo.
Espere-me! Também estou eu partindo.

JOANA DE OVIEDO - Direitos Reservados
do livro Caminhos na face.

QUIMERA

Nascem as flores nas floreiras
Cheiram os pés de laranjeiras
Breve é a primavera
e da vida a alegria é apenas quimera
Pois logo desce o triste inverno
Na imensidão do frio que à noite tece.

Assim também é o nascer:
As floreiras são o berço que nos acolhe;
E a estação das flores, a juventude.
Enfim tudo é solicitude, é um morrer
Que se faz no úmido frio sepulcral.