Poemas sobre Vida dos Cangaceiros

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Deus cria o dinossauro. Deus destrói o dinossauro. Deus cria o homem. O homem destrói Deus. O homem cria o dinossauro.

(Ian Malcolm)

Não vê o perigo inerente no que está fazendo? Você usa o poder da genética, o mais incrível do planeta, como um menino usaria a arma do pai.

(Ellie Sattler)

⁠Poema de Como te vejo!
Eu te descrevi, te toquei, te criei em mim!
Este é um Poema de como te vejo, de como te tenho, de como te sinto!
Um dia fresco, com chuva revigorante.
Tão livre, uma liberdade tão gritante e leve, quanto a essência do vento.
Essa força, misturada com energia e coragem.
Um calor que aquece o todo e uma breve melancolia que me encanta.
Sempre forte, mas tão frágil, que tenho vontade de te abraçar quando vejo os seus olhos que desvendam o universo, aqueles olhos que descobrem o mundo pela primeira vez, com uma brisa leve de puridade.
Tantas sensações, mesmo quando não fala nada, eu sinto tudo.
Daquelas que tocam e você sente a alma.
Essa conexão, um pertencer tão calmo e belo, mas que muitas vezes me pegam com devasta imensidão.
Transborda, preenche, tudo sente.
Com todo meu interior, no amor, onde te amo mais que tudo!
Obrigada por me despertar tantas sensações!

O capítulo de hoje: Um mergulho no espelho!

Hoje mergulho em águas profundas,
e, cada vez que aprofundo mais,
são novas camadas de calma e descobertas.

Nesse mergulho, o ar não falta;
o ar retorna, preenche.
O peito expande, o coração aquece.

É um momento de respirar de novo,
com mais consciência, com conexão.

Eu me volto em minha morada,
um lugar de onde um dia me perdi —
um retorno para casa,
na essência do meu ser.

As águas ensinam, sem dizer nada.

O rio flui.
O mar renova.

Acolhem, abraçam
e me descansam em seus seios.

As águas…

Como me têm as águas.

Tem coisas que a gente vê
que é impossível desver.

E quando eu vi…
eu senti.

É isso.

Ana Caroline Marinato

Mulheres maravilhosas.
Sobre a Palestra - A Arte de Ser: Criatividade e os mundos que inventamos.
Socorro Acioli
Carla Madeira
Bárbara Paz
Cris Naumovs

“As rosas não falam” Poema

Se as rosas falassem contaria ao mundo a beleza dos sentimentos...

Elas espalhariam lindas palavras de amor...

Palavras doces, alegres, eternas...

Palavras de lindos momentos.

Levada suavemente, nos corações de quem se ama.

Tudo seria mais belo e suave como o aroma das rosas.

Rosas de todas as cores.

Mas as rosas não falam...

Simplesmente testemunha o amor e guardam para si.

As lindas palavras de amor que não foram ditas...

Mas que foram sentidas, num momento tão lindo da vida.

Muitas vezes não demostramos esse amor...

Ocultamos os mais lindos sentimentos...

Não deixando transparecer que amamos...

Deixamos escapar esse momento sagrado...

Momento tão lindo que jamais será esquecido.

Momentos de um grande amor...

Acompanhado das lindas noites, repleta de cores e flores de uma canção de amor.

Ficamos em silêncio quando deveríamos gritar para todo mundo ouvir...

As rosas vermelhas exalam um suave perfume...

Que embebedá a alma trazendo a sensação de, estar dançando...

Ar livre ao som das canções das flores.

Olhamos e vimos o amor passar...

Sem nada falar.

Guardo na lembrança a voz, de um sussurro doce e suave...

De quem disse lindas palavras.

Com lágrimas nos olhar, implora o amor.

Amor que deixamos ir embora no silencio triste da noite.

Mas que, sentimos saudades dos doces momentos não vividos.

“Caminho das rosas”Poema

Todas as rosas são chamadas rosa...

As rosas falam a linguagem do amor.

Exalam os perfumes das flores...

Canta a vida, a alegria, à dor.

Falam dos sonhos, embalam o amor...

Soluçam baixinho e bebem gotículas do orvalho da noite.

Desabrocham-se felizes com os raios do sol.

E se curvam tristonhas debruçam em seus galhos...

Solta os espinhos que ferem doidos.

Com que elas enfeitam a realidade da vida.

Mostram-lhes cores vibrantes...

Aos apaixonados transmite carinho.

Aos braços da amada, suspiros baixinhos.

Das mães a alegria e lagrima no olhar...

Dos amigos o aroma marcante...

Parecem escutar com carinhos.

Dos que vagueiam nos silencio da alma...

Trás esperança ao coração sofredor.

As rotas por onde transpassam...

Não deixa ninguém sozinho.

Sorriem ao nascer do dia...

Dançam, acenam e dizem bom dia.

Depois de exalarem perfumes suave...

Na calada da noite se silenciam.

Falantes, transmitem mensagens de amor...

Na amizade conquista o calor.

E aos noivos trazem felicidade...

Tornando se em boquê de flor.

O buquê é o sonho que se tornou verdade.

Fazendo os noivos chorar.

Alegra as moças que espera um...

Um buquê poder abraçar.

As rosas de todas as cores...

Vibram incentivando o amor.

Olhando para a lua vi seus olhos brilhar...

Vi sua alma suspirando no desejo de amar.

Senti as gosta do orvalho no meu corpo a saltitar.

Senti o sabor de seus beijos mesmo sem te beijar.

enfeitados com rosas vermelhas, no doce prazer de amar.

Com todo respeito, alguém já parou para olhar para uma pessoa enquanto ela falava e pensou:

“Meu Deus… será que essa mulher tem noção do quanto ela é linda?”

E não falo apenas de uma beleza de fora.
Falo de uma beleza que vem de dentro também.

Daquelas que tocam de um jeito diferente.
Daquelas que você percebe mesmo quando não está olhando diretamente.

Uma beleza que se revela no jeito de existir, de falar, de sentir.

Aquela que não se vê só com os olhos —
mas que, de alguma forma, a gente reconhece.

Ana Caroline Marinato

Eu vejo.

Vejo com meus olhos que desvendam a alma,
com aquele olhar que eu quase posso tocar.

Vejo um olhar,
vejo admiração,
vejo tristeza,
vejo satisfação.

Vejo o sol.

As ruguinhas no nariz quando sorri,
o sorriso,
os olhos que se puxam.

Cada pintinha que eu decorei
como constelações.

E eu desenhei —
fiz você em minha memória.

E é só aqui
que você pode ficar.

Ana.

Tem dias que o meu corpo fala…

Seu corpo já falou com você?
Acho que ele fala todos os dias, na verdade…

Tem momentos em que é como se ele se desprendesse da consciência e seguisse um caminho só dele.
Mas, no fundo, ele não está distante — está tão presente que sou eu que não consigo perceber o exato momento em que ele precisa de algo.

Ele fala.

Fala nos fios que se soltam, como se nunca tivessem nascido ali.

Fala no nó que se aperta no peito, clamando, em angústia, por algo já vivido.

Fala nos lábios que se racham, quando não recebem o elemento essencial da vida.

Fala nas gotas que rolam das janelas da alma e vão direto ao chão.

Fala no suspiro que escapa, quando o pensamento se perde ao longe.

Fala nas marcas que emergem de dentro para fora.

Fala na consciência, quando ela simplesmente desliga…

O quanto fala um corpo cansado.
Um corpo que percorre tanto, todos os dias.

Um corpo que precisa de acolhimento…
Um corpo que merece vida.

Nesse coração cabe tanta coisa…
Como pode?

Tem tanto amor, tem tanta paz…
Tem café.
Tem música.
Tem selva e flores.
Tem festa.

Cabe o naipe de copas e uma jornada de descobertas.
Como pode caber pessoas, sentimentos intensos, afetos e amores?

Ele não é grande em tamanho,
ele se expande em profundidade…

Ele recebe, ele doa e nunca falta.
É um próspero coração!

Nele cabem mundos inteiros…
Cabem sorrisos, olhos e ruguinhas de expressão.
Cabe o sol todinho,
constelações…

Cabe um grande oceano, onde te encontro sempre.

Cabem lutos e saudades
de quem já se foi
e de quem permanece aqui.

Cabem amores que não podem ser vividos,
amores para viver na intensidade,
amores que não se sustentam só com amor,
amores escondidos,
amores tão fortes que roubam pensamentos…

Quantos amores cabem em um coração?

Cabe o detalhe que passa quase despercebido.
Cabe a admiração, cabe a presença, cabe o momento…

Aquele momento em que te vejo
e te sinto pelos olhos…

O momento que transforma,
que desprende,
que ecoa aqui dentro…

Dentro desse próspero coração…

em que cabem tantas coisas…

Um bom dia pra gente se perceber 🌼

Não tem nada mais reconfortante, sereno e tranquilo
do que se perceber em meio ao caos …

A paz de se pertencer,
o calor quentinho de estar aqui.

Confortavelmente inteira,
com olhos de vida.


Ana Caroline Marinato

E, no final, você é muito para uns e pouco para outros…
Mas, para você, você é o suficiente.

A vida, para só viver, é doce, é bela — longe de qualquer expectativa que a atravessa.

O que sabem sobre ti não é nem o mínimo da grandeza de tudo o que você é.

Tantas coisas a descobrir, tantas vidas para desvendar…

E ainda tem gente classificando, encaixotando, colocando o extraordinário em pequenos espaços “seguros”.

Enquanto isso, o verdadeiro vai passando numa velocidade intrínseca, onde tudo precisa ser palpável, categorizado e atenuado para caber.

Imagina que sensível e enternecedor seria se as pessoas se deixassem ser tocadas…

Se se permitissem viver em um mundo com olhar de amor.

Enquanto isso, oportunidades vão passando, o incomum vai sendo conformado, o magnífico ficando no passado.

Onde o olhar não pode se demorar, onde o coração não se permite acolher…

Se olhassem com olhos de vida…

Tantas coisas perceberiam…

Notariam até que os espaços “seguros” impedem os olhos de ver.

E, na visão do que não se tem, o extraordinário se perde.

11/03/2026

Ando pensando muito.
Sentindo muito.

Sendo muito para tão pouco…

Dando tanto, recebendo em doses homeopáticas…

A intensidade é tanta que já não comporta mais.

Espaços vazios tão cheios de nada,
que não absorvem o todo.

Sentindo tanto, pensando em nada,
e, ainda assim, assimilando tudo…

Entendendo tudo…
Entendendo sempre.

Como seria bom só relaxar…
Só ser.
Só sentir.

Só viver.

Como seria bom não encaixar,
mas, ao mesmo tempo, caber em tudo, o todo e pertencer.

Sem se moldar, sem atenuar,
só ser…

Sem ser muito, sem ser pouco, sem ser nada,
só sendo.

— Ana Caroline Marinato

_Um amor perdido …

Sinto falta,

Sinto falta da sua bagunça,

Sinto falta da sua calma,

Das suas cores…

Do seu cheiro de café,

Sinto falta de você falando do céu, e dos planetas que estavam lá,

Se era Júpiter, se era Marte…
Sinto falta de você falando das suas peculiaridades, das coisas que você gosta…

Isso era importante, nunca vou achar algo assim.

Nunca vou achar ninguém igual a você.


Então por que você deixou isso passar?

Eu não sei…

03/05/2026

Não é um espaço vazio.
Não tem paredes ou limitações.
Ele expande, ele tem vida…

É semelhante às profundezas do mar.

Aquele que me deu nome,
o que me acolheu,
que deu sentido a quem sou.

Onde eu nado livremente,
como se já conhecesse cada esconderijo daquele oceano.

Eu sou a extensão.
Eu vivo ali.
Também é o meu lar…

Os meus mergulhos não me afogam.
Eles me dão consciência de quem eu sou.

E, quando retorno, é o sol que me recebe,
com a sua força e clareza.

E essa é só uma pequena parte
da beleza do pertencer.


Ana Caroline Marinato

Recentemente, ouvi um episódio do Pequeno Expediente, de Flávia Gaeta.
O episódio era “O que é ser mulher?”.
A Flávia ficou impactada pela pergunta do seu Analista e não conseguiu responder a essa pergunta tão profunda com simples palavras...
Buscou em Clarice, Mary Shelley e Elis Regina as melhores definições, tentou colocar em palavras algo tão genuíno e, no final, ficou sem uma resposta concreta.
Eu entendi o que quis dizer, Flávia.
Afinal, como algo tão espetacular pode ser definido assim?
Ser mulher não tem uma única definição.
Não abrange apenas o que os olhos podem ver ou as mãos tocar.
Ser mulher é se reconhecer em cada uma.
É uma essência, uma força que eu vejo em você e reconheço em mim,
que reconhecemos em todas as mulheres que vieram antes e em todas que perpetuarão esse legado.
Somos a união e a integração de dois sexos, mas ser mulher está além disso.
Não é posicionamento, é sabedoria ancestral, que, para muitos, é considerada uma maldição, mas, para quem consegue ver, é uma dádiva.
Não é sobre religião ou espiritualidade.
É sobre o que antecede e o que perpetua.
É um Rio Fluido que interage no tempo.
Não importa o século, pois também não é linear.
O futuro influencia o passado, e vice-versa... no legado que é construído, explicado e entregue como um presente.
Retornando à essência, ser mulher também é entrega, como mencionou.
É se expor sem medo.
Sei que a resposta não te satisfaz, eu senti em você.
E eu te acolho como parte de mim, como a grandeza e a profundidade que eu vejo em você.
Não é para ser explicado em palavras.
É para ser vivido na essência.
Mas, se você se visse com os meus olhos,
a resposta pediria licença
para saltar ao vento
e existir no mundo.
Bailando com as palavras,
que sempre escorrem dos seus dedos,
nascidas do seu interior...

02/05/2026

Como é bom ter ciência de tudo que você é e da potência do que pode ser.
Do oceano enorme de possibilidades que existe dentro de você.

Do quão grandiosa e infinita é a maré de descobertas que emerge quando você se permite aceitar todas as partes do todo.

Quem imaginaria que algo assim poderia acontecer…

Quando achamos que temos todas as respostas do mundo, percebemos que a vida não tem a ver com controle.

Tem a ver com viver e a forma que você vive.

O controle não está em suas mãos e, quanto mais cedo percebemos isso, ajustamos o que é possível, tangível e verdadeiro.

Percebemos o magnífico que sempre esteve diante dos nossos olhos, tão perto… E, às vezes, por ignorância ou por se permitir viver no automático, perdemos o essencial.

Nunca é tarde para um recomeço, para perceber o que antes não se via.

Ana Caroline Marinato

02/05/2026

Eu amo o quentinho do café em minhas mãos, quando abraço o copo com os meus dedos.

Amo ver pessoas passarem, com seus sonhos, suas histórias e pensamentos.

Perceber que existem muitos mundos nesse mundo e que cada um tem o seu particular.

Quando eu era pequena, pedia pra Deus para pensar sobre o pensamento e a visão de outras pessoas.
Hoje, entendo que Deus nunca me permitiu viver isso do jeito que eu queria. Afinal, como seria dar uma espiadinha em algo tão particular?

Como uma criança pode ter esse tipo de pensamento?

Bom, até hoje não descobri…

Recentemente, decidi não questionar tantas coisas sobre mim. O nível de cobrança tem diminuído um pouco e, com isso, tenho me permitido viver…

E isso tem me feito um bem danado, porque eu tenho percebido coisas sobre mim que antes eu não sabia.
Esse momento também tem me permitido abraçar a Ana que eu já conhecia. E não só a Ana…

A Carol também, aquela que tinha pensamentos peculiares e deveras questionadores para uma criança de 8 anos.

Tem sido interessante esse processo de integração e descobertas.

Ana Caroline Marinato