Poemas sobre Vida dos Cangaceiros

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⁠O homem
Era célula a se multiplicar...
Fez-se choro a ecoar,
Tecendo o processo...
Erros, acertos, silêncios e sons,
Buscas inalcançáveis,
Pesadelos, sonhos bons...
Gastou o tempo, fez sua história,
Findou-se em saudade e memória.

Gosto de uns
desgostos de outros
meu paladar é eclético
Gosto de alguns
desgosto de outros
meu tempero é poético

A Última Cartada
Kleber Ferreira


Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino
Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho
Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho
Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados
Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


Ontem, você me amava, hoje terminou comigo
Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo
Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver
Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder
Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado?
Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado?


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração


É, pra anular o azar que me cerca a todo instante
Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande

ASSUME LOGO
Kleber Ferreira


Na minha cama você deixou o seu cheiro
Deixou algumas roupas em meu armário
O batom e a escova de dente no banheiro
Até trouxe seu peixinho num aquário
Na minha pia ficou a escova de cabelo
Já pediu ao síndico, uma vaga na garagem
Se não te ligo, cê tem dor de cotovelo
Diz que tá com raiva e apela pra chantagem




Então assume logo, que você já se mudou
Que minha vida de solteiro já se acabou
O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão
Assume de uma vez a posse do meu coração!
Então assume logo, que você já se mudou
Que minha vida de solteiro já se acabou
O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão
Assume de uma vez a posse do meu coração!


Trocou minha cerveja por suco, água e vinho
E o meu cachorro hoje: Já te trata com carinho
Na TV só passa agora, dorama e novelas
Já troquei o iFood, por jantar à luz de velas
Nem avisa ao porteiro que você está subindo
Os amigos da cerveja já não são mais bem-vindos
Me fale sim ligeiro, sem pedir mais um momento
Vamos agora pra igreja, confirmar o casamento


Então assume logo, que você já se mudou
Que minha vida de solteiro já se acabou
O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão
Assume de uma vez a posse do meu coração!
Então assume logo, que você já se mudou
Que minha vida de solteiro já se acabou
O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão
Assume de uma vez a posse do meu coração!
O guarda-roupa já é seu, a casa e o colchão
Assume de uma vez a posse do meu coração!

JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL
Kleber Ferreira


Se eu soubesse que iria terminar assim
Se eu imaginasse que este amor teria um fim
Não teria nem sequer começado
Não deixaria meu coração, magoado
Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus


Tento enganar o tempo, fingir que a dor passou
Mas este peito não esquece, de quem ele tanto amou


Ando sem norte, sem rumo e sem seus abraços
Paixão virou sofrência, de um amor, em pedaços
Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus


Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus


Minha vida sem, você ficou pouco provável
Assim vivo, justificando o que é injustificável

NO FUNDO DO COPO
Kleber Ferreira


Te perdi por um erro que não foi perdoado
Se soubesse o que vinha, lhe dava valor
Pois agora eu vejo, sou um homem acabado
Que afoga no uísque a falta deste amor


Abracei este vício e perdi minha razão
Aqui, o álcool é o único que me entende
Aquecendo o peito, esfriando o coração
Apagando a chama que a memória acende


Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete


A tontura me cega, me sinto largado
Fugindo do vazio que a saudade me traz
Sonho que em mais um gole eu caio ao seu lado
Num sonho embriagado que não se desfaz


Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que min'halma acomete


À minha desonra eu retorno a beber
Este líquido ardente que agora me invade
Beberia o oceano se pudesse esquecer
Mas no fundo do copo, só resta a verdade


Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete


Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete

SUA PERDA, MEU TRAUMA
Kleber Ferreira


Brigamos, seguimos caminhos diferentes
Nos afastamos, mas levamos o amor junto
Não sei como você está, isso me corrói
Só de pensar, que me ama ainda, isso dói
Por que o destino insiste em ser cruel?
Me deu você, o céu, tirou, deu-me o fel


Agora vivo com essa dor insana, que me consome
Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome
O choro se expõe, devorando a minha alma
Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma


Penso que é melhor, que não mais me ame
Que tenha, com o tempo, me esquecido
Que a noite, chorando, meu nome não chame
Não lembre a paixão, que tenhamos vivido
Pois não posso desejar, a quem amo, esse castigo
Sofrimento que não se deseja, nem, a seu inimigo


Agora vivo com essa dor insana, que me consome
Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome
O choro se expõe, devorando a minha alma
Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma


Agora vivo com essa dor insana, que me consome
Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome
O choro se expõe, devorando a minha alma
Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma


Um abismo, relembrando sua perda, meu trauma

MAL ENTENDIDO
Kleber Ferreira


Você jurou que me amou
Mas hoje eu duvido
O mal que a outra causou
Me fez pagar de bandido
A menina que me beijou
Foi à força, foi conflito


Não faça isto comigo meu amor
Eu nunca beijaria outra boca
Escute este meu clamor
Aquilo foi beijo de uma louca
Ah, Não sou um contraventor
Eu Não perdi o meu juízo
Deixe meu amparo contrapor
Não me deixe nesse prejuízo


Mas você não acreditou
E deu fim ao nosso infinito
Agora diz que acabou
Deixando o peito ferido
A minha vida parou
Em um erro incompreendido


Não faça isto comigo meu amor
Eu nunca beijaria outra boca
Escute este meu clamor
Aquilo foi beijo de uma louca
Ah, Não sou um contraventor
Eu Não perdi o meu juízo
Deixe meu amparo contrapor
Não me deixe nesse prejuízo


Não faça isto comigo meu amor
Eu nunca beijaria outra boca
Escute este meu clamor
Aquilo foi beijo de uma louca
Ah, Não sou um contraventor
Eu Não perdi o meu juízo
Deixe meu amparo contrapor
Não me deixe nesse prejuízo

RISO E LÁGRIMAS
Kleber Ferreira


Minhas lágrimas falam de você
De tudo o que vivemos e do que eu perdi
Minhas lágrimas falam de nós dois
Do sonho que tivemos e de tudo o que eu vi
Minhas lágrimas falam do que eu senti


Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que minhas feridas vai fechar
Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que me ensine outra vez o que é amar


Minhas lágrimas gritam por você
Que insiste em não escutar
Minhas lágrimas gritam ao meu coração
Que insiste, por ti, se apaixonar
Minhas lágrimas caem por quem não quer me amar


Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que minhas feridas vai fechar
Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que me ensine outra vez o que é amar


Minhas lágrimas caem por te amar
Meu sorriso aguarda você voltar

⁠Oque tenho pra te dizer. Será dito com ações.
Palavras, já não fazem mais efeitos em nossas vidas.
Muito já foi dito, e muito já foi prometido.
No entanto, elas se vão com o chegar do outono.
Assim como às flores da primavera.
Que perde as folhas.
Restando apenas a esperança dê que se pode renovar ou morrer...

Hoje estamos fortes,
Amanhã, quem sabe, de repente,
seremos míseros tentantes.
Tentantes a conseguir nos expressar melhor, a demonstrar sentimentos verdadeiros, a sermos mais inclinados à reciprocidade que ao nosso egocentrismo… amanhã, quem sabe, de repente… dependerá de nós mesmos sermos o melhor que hoje.
VTS

AMOR NO CRUZEIRO DO SUL
Kleber Ferreira


Ainda me lembro do seu doce sorriso
Essas memórias eu não posso negar
Trazem de volta lembranças do paraíso
Em que eu só precisava te amar
A esperança era brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Como eu gostaria, os seus olhos, rever
E poder dizer-te que faria tudo diferente
Se pudesse, por um momento, lhe ter
E materializar o sonho do amor da gente
A esperança seria brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz

Um segredinho

Gosto de ouvir histórias de amor.
Histórias de duas vidas que se reconhecem no caminho e decidem caminhar juntas,
ou de almas que se encontram sem procurar —
apenas porque o tempo, enfim, consentiu.

Estamos vivos, mas a vontade de encontrar alguém que deseje partilhar silêncios,
tristezas, alegrias e até os dias em que nada acontece
parece, a cada amanhecer, mais rara.

Felizes os que se encontraram e vivem a delicadeza da reciprocidade.
Mas felizes, sobretudo, os que têm coragem de estar sós,
sem aceitar presenças vazias,
sem se contentar com o estar por estar.

Porque amor exige conexão, sentimento, química
e — acima de tudo — verdade.
VTS (5/02/2026)

A essência não se mede em molduras,

mas na coragem de despir-se das aparências...

reconhecendo que viver é o maior tesouro...

livre como verdades que não precisam de vitrines.

Deus sempre tão perto

Procurei Deus nos templos altos,

nas palavras rebuscadas,

nos caminhos pavimentados

de promessas e milagres.




Mas ele me esperava

no silêncio do meu quarto

no gesto simples de quem

me estende um sorriso.




Fui atrás da felicidade

como quem caça um mapa

desenhei rotas, tracei metas,

fiz planos e apostas.




E ela estava ali...

no cheiro do café

no abraço da manhã

no instante que eu ignorava.




Enfim, aprendi que Deus não se esconde.

A felicidade não foge...

nós e que fechamos os olhos

para o que já temos nas mãos.

Enfim, aprendi que Deus não se esconde.

A felicidade não foge...

nós e que fechamos os olhos

para o que já temos nas mãos.

Quem aprende a respeitar um ninho
jamais achará normal destruir um lar.
Quem entende o silêncio de um cão
reconhece a dor antes do grito.

Há quem ame nossas feridas porque nelas se sente importante...
mas se incomode com a nossa cura,
porque já não sabe onde se encaixar.

A natureza é nossa casa, não nosso brinquedo...
Pois ninguém nasceu para ser ferido:
nem o homem,
nem o animal,
nem a própria vida.

Ano Novo sem mudança é igual político em palanque: fala bonito, mas não move nada.


Obs: qualquer similaridade é simples coincidência.