Poemas sobre Vida dos Cangaceiros
Ser fidedigno com seus sentimentos e intuições te leva a níveis mais altos de percepção da vida.
Afinal, os mistérios do corpo físico, emocional e até espirituais estão extremamente entrelaçados.
Para mudar algo na vida…
Pare, para se ver, pare para se sentir e se perceber… O processo da nova escolha é o início da mudança!
Busque estudar e partilhar a sua percepção libertadora de sua voz interior, defendendo uma vida intencional. Quem se ajuda certamente será exemplo na caminhada.
Quando o amor transforma seu relacionamento consigo mesmo, ele transforma sua vida pessoal, seu trabalho e o mundo.
A reprogramação mental é para vida!
Enxerga a balança da vida e perceber que será muito exigido, mas também receberá muito.
Ser grato é o segredo.
Uma mente reprogramada não apenas enfrenta os desafios da vida com confiança, mas também transforma cada dificuldade em uma chance de evolução.
O que acontece na sua vida, é reflexos das suas escolhas. Quer que a vida mude? Mude também suas atitudes, mude suas escolhas, pegue um caminho diferente.
De tempos em tempos, é preciso dar um reset na vida, um pause, ao longo do tempo, a rotina acaba com o significado de viver.
A vida sempre me bateu muito, fez eu adquirir calos. Ao longo de anos, fui mudando, me moldando e me blindando. Hoje sou apenas alguém que não possui sentimento algum.
A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.
Às vezes a vida vai te apresentar acontecimentos que parecem ser o fim, e realmente é, porém é um fim necessário, esse fim chega para dar espaço para um novo e bonito começo. Comece diferente, que esse seu novo começo não se torne aquele fim que já foi embora. Escrever, por exemplo, tornou-se catarse que me mantém vivo, mas sei que esse novo rumo exige vigilância para não se perder no medo do passado.
Realmente devemos fazer a vida ser a mais harmoniosa possível, devendo nos espelhar em Jesus Cristo, que levou uma vida simples e o seu dever era amar. Ainda que sendo o príncipe dos exércitos, teve humildade de morrer por um pecado não cometido, só para nos salvar. Inspirar-me na trajetória de alguém que suportou sofrimento em prol do próximo me ensina que amar pode ser ato mais radical do que resistir à dor. Em cada gesto de humildade que tento ter, sei que carrego um fardo pesado, ser gentil num mundo que recompensa a dureza, mas busco nesse exemplo força para continuar, mesmo quando meu corpo falha em demonstrar fé.
Não me recordo de não ter sofrido em alguma etapa da minha vida, tudo que tenho recordações, de uma forma ou outra, estava enfrentando algo, passando por algo, essas recordações me fazem ver o quão tive que ser forte para me manter de pé, o quão suportei coisas para não proferir minha raiva, quando tratado como um objeto, vou continuar nessa linha, não tenho escolha. As memórias de cada sessão dolorosa ou de cada olhar de piedade se misturam em meu passado como um mosaico de batalhas vencidas e perdidas, reconhecer que cada cicatriz, visível ou não, foi conquistada a ferro e fogo me mostra que minha força é menos sobre ausência de fraqueza e mais sobre a resiliência que surge quando “não ter escolha” se torna um chamado à sobrevivência.
As notas de Tchaikovsky tocam minha dor, como se conhecessem minhas cicatrizes. No caos da vida, sua música dá forma à angústia e por um instante, ela dança.
Somos cordas… E a vida, um martelo de piano. A cada golpe, dor, doença, preconceito, vamos desafinando… Minhas forças se esvaem, minhas emoções tremem em dissonâncias. Ainda assim… insisto em vibrar, tentando harmonia
onde só há fúria.
Minha vida… um depósito de excessos inúteis. Tristezas, pensamentos sombrios, compaixão mal direcionada… restos de guerras sem vencedores. Sou um reservatório entupido de emoções tóxicas, incapaz de filtrar o que me faz bem. Cada sorriso forçado… é um disfarce frágil
diante da avalanche de memórias escuras. No fim… essa batalha interna não deixa heróis, apenas sobreviventes… exaustos.
