Poemas sobre Si Mesmo
Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.
Sonhar alto não é só sonhar é realizar o que sonha aos poucos, mesmo que aos poucos seja por muito tempo.
Você é muito forte. Mesmo que lhe digam o contrário, você continuará muito forte. Seu caminho deve ser trilhado, dia após dia e esse caminho o conduzirá a tudo que sempre sonhou. Não acredite nos aplausos e nem nas críticas. Apenas olhe para si como vencedor que é
A vida é mudança, e mudamos mesmo sem perceber; o problema não está em mudar, mas em repetir os mesmos erros.
“Mesmo diante das dificuldades, adversidades, mudanças e separações difíceis, é possível preservar a essência, permanecer firme e seguir amando, crescendo e florescendo.”
Deus é um paradoxo silencioso, que insisto em crer, mesmo sem compreender, mesmo sem ter palavras para explicar.
Migalhas espalhadas no chão para nós, pombos de olhar cansado. Mas a alma, mesmo à espera, não se curva, sabe que há céus inteiros por onde voar.
Assim como o homem não é o mesmo ao entrar no rio pela segunda vez, o escritor também muda junto de seus pensamentos. Ao reler opiniões de anos passados, percebo a transformação em minha visão, a evolução da minha percepção. Como as águas do rio, meu crescimento é contínuo, nunca se detém.
Toda felicidade do mundo seria inútil diante da ruína que você mesmo ergueu. Suas escolhas te esculpiram, não há retorno, e nada jamais apagará o que você se tornou.
Ser cristão é viver disposto a morrer por aquilo que se sente e se crê, mesmo sabendo que jamais será totalmente compreendido.
Nenhuma tempestade apaga o sol interior, a chama é selvagem, eterna, mesmo sob o peso sufocante das nuvens mais densas.
Nem mesmo os ventos impiedosos do norte puderam me ver sucumbir. Se a calmaria me foi negada, a constância me guiou, passos firmes, às vezes vagarosos, vezes até trêmulos, mas eternamente no rumo certo.
No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.
Mesmo o silêncio das orações ecoa no céu, há preces que não precisam de voz para serem compreendidas por Deus.
Mesmo cansado de tentar, a vida me mostrou que persistir é a única forma de transformar feridas em aprendizado e tropeços em passos firmes.
