Poemas sobre Si Mesmo
A alma sempre pode florescer, mesmo após cruzar com caminhos difíceis, contanto que a sabedoria prevaleça para não cair nas mesmas armadilhas.
Às vezes a alma só precisa de um abrigo onde possa chorar sem medo e, ao mesmo tempo, lembrar que o choro também é uma forma de cura.
A amizade verdadeira é um abrigo. É quando o outro se torna casa e você entra, mesmo nos dias de tempestade, sabendo que ali sempre haverá luz acesa, café quente e um coração disposto a te ouvir.
Perdoar é abrir espaço para a paz florescer, mesmo em lembranças que doem, mesmo em feridas que marcam.
É dizer ao coração: “Eu escolho viver, eu escolho descansar, eu escolho confiar.”
A fé mais profunda não nasce quando tudo está bem. Ela nasce quando tudo parece perdido e, mesmo assim, o coração escolhe continuar confiando.
No fim, a vida não é sobre quantas pessoas estão seguindo o mesmo caminho que você… é sobre a direção que você escolhe trilhar, com consciência, verdade e paz no coração
Sentir saudade é perceber que o amor, de alguma forma, ainda vive... mesmo quando a presença já não está perto.
Há caminhos que cansam a alma antes mesmo de cansar os pés, mas ainda assim, Deus sustenta cada passo com propósito.
Existe uma força que nasce no meio da dor quando a fé escolhe permanecer, mesmo sem entender o porquê.
Nem sempre o caminho é claro, mas a presença de Jesus torna cada passo seguro, mesmo no desconhecido.
A esperança não nasce de dias perfeitos, mas de um coração que insiste em crer, mesmo em dias imperfeitos.
O balanço hipnótico dos teus quadris invade meus pensamentos, dissolvendo palavras antes mesmo de elas tocarem o papel.
Tento escrever, mas é o pecado do teu andar que desliza por minha mente, roubando-me a razão.
Mesmo diante de todos os desafios diários e a certeza de que faz o seu melhor, o tempo de alegria é sempre ao lado dos que mais amamos nesta vida.
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
