Poemas sobre Si Mesmo
"Navegue para dentro de si:
zele pela nascente e deixe para trás o assoreamento das margens, que tanto nos magoa."
As palavras e as conversas, antes tão urgentes, agora se tornaram ecos distantes. Uma serenidade silenciosa se instalou em meu coração, e encontrei conforto na quietude do meu próprio ser.
Levantar a cada manhã tornou-se uma batalha íntima, uma jornada de superação diária. Cada amanhecer é um triunfo sobre a inércia, uma prova da minha resiliência frente à luta silenciosa que travo comigo mesmo.
Deus te deu duas mãos, uma para si ajudar e a outra pra ajudar o próximo, portanto use suas duas mãos
A arrogância é tola, pois trás para si a pressão da vaidade. Arrogância e fracasso andam de mãos dadas.
A vida é simples, a vida é o amor em si.A compreensão de laços de apaixonar-se e desapaixonar-se e encarar isto apenas como um ciclo com datas indeterminadas.
O amor por alguém é além de querer ele para si, é entender, aceitar o que ele ama e deseja. Ainda que fuja a suas vontades, deixe-o seguir e abençoe (ativamente) sua caminhada.
Amor é dar e entender a liberdade, ainda que tenha que o deixar partir.
Dê sempre o melhor de si em tudo o que fizer, porque quem dá o melhor de si, cedo ou tarde receberá o melhor para si.
✍🏻O ser humano detém em si o Amor e Ódio pela energia feminina e o Amor e Ódio pela energia masculina. A escolha do CULTIVO É PESSOAL.
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A humildade é a perfeita consciência de si. Quando alguém descobre quem é, automaticamente descobre quem não é. E quando caem todas as máscaras, resta somente hum.
“A forma mais eficiente de implantar uma ideia é fazer com que as pessoas cheguem, por si mesmas, à conclusão, oferecendo as ferramentas necessárias.” -Isaac C. P. Ribeiro
A tentativa de estabilizar qualquer realização espiritual é, em si, a reintrodução do tempo e da identidade. O absoluto não pode ser sustentado, porque não surge nem desaparece. Toda tentativa de fixação revela apenas o resquício da mente buscando continuidade em algo que é, por natureza, intocável.
O adulto que não aprendeu a ser inteiro carrega dentro de si uma criança órfã, que grita por atenção, que se recusa a dividir o brinquedo da vida, que congela o gesto de dar como se o mundo fosse apenas seu reflexo.
Há tempos que não podem ser apressados, porque carregam em si uma delicadeza própria. O silêncio, o intervalo e a espera são partes essenciais do viver. Quando atravessamos etapas sem respeitar o ritmo, não apenas desorganizamos o caminho, mas também roubamos do outro o direito de sentir plenamente cada instante. O cuidado, nesse sentido, não é apenas presença ou palavra: é também saber se retirar, dar espaço, permitir que o tempo cumpra sua função. Respeitar o tempo do outro é reconhecer sua humanidade, é oferecer um gesto de amor que não se impõe, mas que acolhe.
“Há experiências que carregam em si um direito sagrado: o de serem reveladas no tempo escolhido por quem as vive. A pressa alheia, quando invade esse espaço, não fere apenas a ordem dos acontecimentos, mas a dignidade de sentir cada etapa em sua plenitude. O silêncio, a espera e a delicadeza são guardiões da intimidade. Rompê-los é negar ao outro a liberdade de florescer no seu próprio ritmo. Respeitar o tempo de alguém é mais do que cortesia — é reconhecer sua humanidade.”
