Poemas sobre o Mar

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No transbordar de emoções onde há entrega;
Perdemos o controle e afundamos em um mar de inovações;
E a cada passo desta entrega, nós vemos o quão loucos nos tornamos;
Estranhamente nos identificamos.

Quero viver.
Quero crescer.
Quero amar.
Quero estar ao seu lado na beira mar.
Quero conquistar contigo tudo que puder
meu amor.
Quero cantar para ti este louvor.
Quero conquistar o seu coração e puder apreciar este brilho que há nos seus olhos, caíste do céu.
(Cláudio Santos, 2022)

Seus olhos verdes brilham como o mar Neles eu mergulho sem saber voltar
Entre folhas e ventos
Vou te buscar
Na sombra das árvores
Vou me encontrar
Seja em Parati ou na velha
Granada
Teu cheiro no vento…

O sol se escondeu na curva do mar
Meu peito vazio ficou a chorar
Sem você aqui
O tempo parou
Meu bem
Onde está o calor que restou?
Meu bem
Onde você está?
Quando você volta pra cá?
O vento leva meu pensar…

Estou morta,
Afundando cada vez mais nesse mar que se chama vida.
Hábito um corpo vazio,


Que um dia foi meu.

O tempo

Assim como as ondas do mar apagam nossas pegadas, o tempo apaga nossa existência, Assim foi, é e será!

Se segues
contemplando o mar:
"Passagem de ida"
"no banco da frente"
com disposição
para pernoitar:
Anos,
meses
ou dias.

Das forças do mar os amores,
vento levar cheiro de flores.

no que tem no inconsciente,
frações do que vem à mente.

lições de vida de suas razões,
formam as histórias e paixões.

Mãe


Ó Céus,
Ó Terra,
Ó Mar.
Ó estrelinhas brilhantes no azul do céu distantes que passam a noite a brilhar.
Vinde todos eu vos peço
Vinde todos me ajudar
Eu compor uma homenagem para a Rainha do lar.
Aquela que me deu a vida é minha mamãe querida que eu quero homegear.
Se soubesse cantar eu compunha uma canção.
E com ela lhe ofertava minha voz, minha emoção
Mas como eu não sei cantar, nem tenho o que lhe ofertar
Lhe oferto o meu coração.


Francisco Garbosi

O Arquiteto da Eternidade

Sou o marinheiro perdido no mar,
sou o piloto que teme ao aterrissar,
sou resistência que insiste em lutar,
sou nuvem clara a te guiar.

Sou a dor que ensina a viver,
a ferida que insiste em florescer,
sou pedra que aprende a renascer,
sou o fim de guerras que vão se perder.

Sou você ontem, sou ele amanhã,
eco profundo em túnel de afã,
sou a eternidade que nunca se cansa,
sou busca e luz, sou fé e esperança.

Sou guia do profeta, voz que consola,
sou invisível presença que te ampara e rola,
sou quem responde antes da pergunta soar,
sou o onipotente a te guiar e cuidar.

Sou Deus, sou força, sou arquiteto do céu,
sou o universo contido no véu,
sou tudo e nada, sou tempo e direção,
sou o eterno pulsar do coração.

Quando vc se vê sobre o mar da vida...


Há dias em que não é o mundo que me engole — sou eu que me afundo em mim.
A superfície parece perto, mas é como vidro: vejo o sol lá em cima, sinto o calor à distância, e ainda assim não consigo atravessar.


Seria simples nadar, se o peso não estivesse costurado nos meus ossos.
Seria fácil pedir socorro, se a voz não se dissolvesse antes de chegar à boca.
E assim fico, boiando no sal da minha própria tristeza,
enquanto os outros, da praia, acenam como se fosse só mais um mergulho.


Dizem para nadar até a areia, mas não sabem que a areia já não existe para mim.
Que a ideia de “voltar” é tão distante quanto um porto que nunca conheci.
O mar é fundo, frio, e tem o mesmo nome que eu.


E no silêncio submerso, percebo:
às vezes não é que a gente queira se perder.
É que o cansaço de tentar se salvar
parece mais letal do que simplesmente deixar-se afundar.

No fundo do Coração

Navegar nos teus olhos
Dedicar poesias
Como mar e suas maresias
Quando tiver nuvens
Ser a luz que ilumina teu céu.

Kaike Machado

Sempre fui porto seguro, mas a galera curte mesmo é mar revolto. Então demorô: quem quiser atracar aqui vai ter que saber remar no compasso.

#sambaeumabrejagelada.

Exalamos fogo, pois somos intensidade!
Almejamos mar, pois somos tranquilidade!
Buscamos céu, pois somos imensidão!

Sou um navegante
Minha vida é no mar
Solitário e errante
Meu destino é desbravar
Não tenho medo dos riscos,
Desafio todos e quaisquer perigos
Desejando o mundo conquistar.


Numa dessas viagens
A vida me pregou uma peça
Destacando-se naquela paisagem
Estava uma formosa donzela
E seu olhar o meu encontrou
Por um momento, meu coração pulsou
Mas infelizmente, estava apenas de passagem


Ainda que eu tivesse toda a riqueza
Do mundo, o louvor, a glória,
Ainda que juntasse títulos de nobreza
E tivesse um lugar reservado na História
Se me faltasse teu sorriso para me guiar
E sem a luz do teu lindo olhar,
Seria vã minha vitória.

Mar.
_por Vitória Leonel_


Eu sou quem sou,
Por tudo que passei.


Eu sou quem sou,
Por passar tanto tempo calada.


Eu sou quem sou,
Pela minha luta de cada dia.


Quem sou?
Eu sou mulher.
Eu sou filha, eu sou mãe.


Sou tudo que posso ser;
Tudo que quero.


Sou _mar_ —
Às vezes calma, às vezes tempestade,
Mas nunca deixo de ser imensidão.


Eu sou luz,
Luz na qual ninguém pode apagar.


Por tudo que passei,
Eu sou quem sou.


Quem sou?
_Mar_.cela

SERTÃO VIRA MAR


No dia em que o sertão
For se transformar em mar
Eu vou caminhar na praia
De mãos dadas, namorar
Estar perto do oceano
Não ver mais em nenhum ano
Seca e fome assolar

Ses


E se móises não tivesse atravessado o mar vermelho, por medo do mar fechar, de não ser capaz, de estar levando todo o povo com ele para morte, de não haver chegada... E se Móises não tivesse atravessado o mar vermelho e os soldados pegassem todos, matassem todos, o que fariam com ele, o que saberiamos dele hoje? Muitos "ses". E para que tantos "ses", e porque pensar em tantos "ses" passados, se não para, enseszar o presente, e impossível de desenseszar o futuro?

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Moooooooo,


Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.