Poemas sobre Nós Mesmos
Não existimos para nós mesmos, como se fôssemos o centro do universo, e é somente quando estamos plenamente convencidos deste fato que começamos a amar a nós mesmos adequadamente e, assim, a amar os outros. O que quero dizer com nos amarmos adequadamente? Quero dizer, em primeiro lugar, desejar viver, aceitar a vida como uma dádiva muito importante e um grande bem, não por causa do que ela nos dá, mas por causa do que nos permite dar aos outros.
Hoje aprendemos que a felicidade só depende de nós mesmos. De nada adianta procurá-la em outra pessoa. Às vezes nos sentimos alegres e outras tristes. Normal. É a lei do estado de espírito.
O que buscamos é muito menos do temos capacidade. Mas é nesse mínimo que nos contentamos. Pessoas só buscam a felicidade. Não importa com quem e nem onde. Muitas vezes pensamos que amamos alguém. Alguém sabe o que é amor? Talvez, amamos a idéia de amar alguém. O amor ele se define por se só. Não espere alguém lhe fazer feliz amanha. Você precisa do hoje. Não procure o amor por conveniência, mas pelo simples fato de sentir necessidade de estar bem consigo mesmo. Siga seu coração, mas não jogue fora sua razão. Abrace os amigos, chore com eles, mas não viva a vida deles. Criei suas historias e seja protagonista. Não deixe que as opiniões negativas façam com que você desista de si mesmo. Pois, “todos nós nascemos para brilha como as crianças e não está apenas em alguns de nós, está em todos”. De nada adianta se encolher para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao nosso redor. Não sinta inveja. Todos nós estamos onde merecemos estar. E se você souber exatamente onde estar, é um grande sinal para poder seguir enfrente.
Como lutar contra a infelicidade? Lutando contra nós mesmos: compreendendo que a fonte da infelicidade se encontra em nós.
A vida é uma batalha,cujo o inimigo ,somos nós mesmos.Vejo muitos reclamarem,culparem o próximo por seus desatinos. O culpado é nós mesmos pelas nossas escolhas.
Só quando perdoamos descobrimos que o perdão não liberta o outro, liberta a nós mesmos da dor que nos manteve acorrentados e refém do sofrimento.
A grandeza da liberdade, a verdadeira liberdade, a dignidade, a sua beleza, está em nós mesmos quando a ordem é completa. E essa ordem só vem quando somos uma luz para nós mesmos.
A leitura nos dá uma releitura de nós mesmos. E cada palavra lida, seja onde for, acrescenta sabedoria.
A Maior barreira que podemos encontrar somos nós mesmos, apenas nós podemos nos impedir de chegar a vitória
Somos no sentido mais profundo, responsáveis por nós mesmos. Somos, como colocou Sartre, os autores de nós mesmos. Através do conjunto de nossas escolhas, nossas ações e nossa omissão em agir, acabamos por projetar a nós mesmos. Não podemos evitar essa responsabilidade, essa liberdade. Nas palavras de Sartre "Estamos condenados à liberdade"
Quanta ansiedade... Hoje em dia quanta demanda de nós mesmos... são informações demais, apelos de consumo demais, escolhas demais... e tempo de menos.
Toda vez que um filho nos decepciona é como se decepcionássemos a nós mesmos. Um sentimento de culpa nos invade de tal forma que equilibra nosso conceito entre a punição e a proteção.
A cada noite antes de dormirmos, mentimos a nós mesmos com uma desesperada esperança que, ao amanhecer, tudo será verdade
Se somos sábios, não tenhamos confiança alguma em nós mesmos e coloquemos confiança no poder preservador de Deus.
Para preservar a própria paz devemos manter a atenção sobre nós mesmos, para que nossos atos não nos traiam.
A viagem em busca de nós mesmos através do auto conhecimento não é um ato de egoísmo, é introspecção até por que, para doar amor... é necessário antes absorver.
Na verdade a "segunda chance" não é dada pela vida, ela nos é concedida por nós mesmos. É fruto de "novas escolhas" que fazemos.
° ೋ ✿ Somos a essência que cultivamos dentro de nós mesmos , sem julgamentos , sem restrições ... apenas buscando o equilíbrio e a paz que habita nossa alma ! ° ೋ ✿
Tem dias em que não somos nós mesmos, somos outra pessoa, um indivíduo gritante, um gigante que nos acotovela por dentro na tentativa de nos abortar, que, sedento por liberdade, não se importa em nos extinguir, alimenta-se do que nos fere, ganha força ao vislumbrar nossa impotência diante da fome dele: nos rasga e emenda quando bem quer.
