Poemas sobre Natureza Sementes

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... a vida
é repleta de razões,
e questionar tais razões
é um direito que nos
cabe!

... para o espírito,
uma vida sem privações,
a meu ver, seria algo lastimável,
visto que o sujeitaria à penosa condição
de apenas consumi-la, porém, sem
as devidas retratações
e reparos!

... dizem
os 'deuses da razão'
que ninguém passará ileso
pelavida - todos sujeitos aos riscos
earranhões do destino - embora,sob
oamoroso amparo do tempo como
fiel condutor e mestre que, de
modo algum, nos deixará
sozinhos!

... no quesito
'desaforos à vida'
não somos muito diferentes
dos nossos estimados ancestrais;
no entanto, ainda espiritualmente
desorientados, ressentidos, 'espichamos'
cada vez maiso nosso arsenal
dehostilidades!

... a vida
não é somente aquilo que
você vê. A vida, caro amigo, é muito mais aquilo que você não vê
e precisa, urgentemente,
compreender!

... segundo
o axioma socrático, a vidadeve
conter mais perguntas do que respostas.
Logo, não somos meros reféns de regras
que nos limitam — dotados, porém, de um
senso criativo e de um entusiasmo que
jamais se esgota: a eterna busca
pelo conhecimento!

... aquele
que já vive sob a égide de suas
próprias convicções e expectativas
de vida, poderá até disseminá-las sem
qualquerrestrição — no entanto,
jamais deve impô-las a quem
quer que seja!

... o que precisamos
entender como 'atrasos de vida',
pouco tem a ver com o tempo: suas
enfáticas impressões e complexidades;
subjugados, contudo, à nossa
descomunal ausência de
propósitos!

... existem duas maneiras
de vencermos na vida:a primeira, dedicando-nos e somando;a segunda, sendo impiedosamente surrados,
em virtude de nossa acachapante teimosia. Diante disso,
avalie-se!

... segundo
a tradição oriental, a
vida é inteiramente pedagógica —
logo, o que não se manifesta com
a intenção de nos ensinar
nãotem por que
existir!

... o mais
insuspeito milagre é a vida;
pois, mesmo circundados por
irrefutáveis diferenças, ela nos enlaça
uns aos outros — ao mesmo tempo
em que nos predestina como
livres artesãos do nosso
próprio destino!

... nos frequentes,
e não menos controversos,
embatessobre a brevidade da vida,
o mais pertinente questionamento a ser
feito não é 'por que partimos?',
e sim, 'para que viemos?

"O passo mais certo que eu dei na vida foi sempre tentar gostar de quem gosta de mim, assim sendo aprendi a gostar também daqueles que não gostam de mim. O primeiro caso prá mim é obrigação, no segundo caso é Caridade...e sem "caridade não há salvação!".
Bom dia!
☆Haredita Angel

Prá mim, é quase um malabarismo manter a lucidez

que é tão imprescindivel na vida...

☆Haredita Angel

"Tem coisas na vida que não conseguimos administrar nem mesmo quando o amor é maior que nós. Então, é melhor soltar as rédeas e deixá-las ir... Isso também é amor...!"

☆ Haredita Angel

"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"


☆ Haredita Angel

"Pessoa lagarta se arrasta pela vida.
Pessoa borboleta...Voa!

☆Haredita Angel

"Metade de mim é vida. A outra metade é...
medo da vida!"

☆Haredita Angel

"Esse meu cabelo bagunçado é só prá combinar
com a vida..."

☆ Haredita Angel

⁠E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?


Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.


Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.


A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.


É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.


É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.


Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.


A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.


Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.


Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.


É a consciência de que ele não volta.


E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.


A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.


Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.