Poemas sobre música
Nos meus olhos muita dor, sei que tu pode notar
Quando eu olho pro céu lembro dos que estão lá
Liberdade pros amigo, sei que já, já vai chegar
Ver a favela vencendo sempre vai incomodar
Ficamos debruçados na chuva
Nossos corpos estão quebrados e nossos corações são bravos
Um milhão, fortes, não podemos cair
É todos por um e um por todos
Glorioso tipo 2pac
Engenhoso tipo Da Vinci
Estrategista tipo Sun Tzu
Veja a morte tipo Prince
Déjà vus como Chico Science
Rigidez calejando a pele
A cabeça mais ou menos ice
Que esse mundo me congele
Tô enxergando a escuridão, mas nós somos luzes
Carregamos cruzes, somos luzes negras
Engolimos todos, superamos tudo
Tamo nesse jogo, focado nas regras
Fadado ao menino destino
Que nem os Deuses escaparam
Se entro na capoeira é pra ganhar
E pra jogar tem que saber perder
Toca a cavalaria se eu notar
Que é pro meu coração não se meter
Você é um problema que eu quero ter
Mesmo sabendo que eu não consigo resolver
Eu prometo que não vou te amar
Porque essa promessa eu vou fazer questão de quebrar
Eles dizem que nós somos muito jovens agora
Para atingir qualquer outra coisa
Mas olhe em volta
Nós trabalhamos duro demais por isso
Para desistir agora
Quando eu vi você chegar, você
Eu arrumei toda a casa, joguei fora as lembranças
Que não servem mais pra nada
Como é bom te olhar nos olhos
Planejar o futuro, planejar os nossos
Sem pensar nos próximos episódios
Vivemos numa infinita metragem, baby
Você sempre me aponta
Que quando eu discordo
Lembro que eu estou na ponta
Que sempre que eu me deito
Volta aquela pergunta
Se eu quero a liberdade
Ou ter você só pra mim
Não foi normal
Não fiz por mal
Sem desastres
A vida é tão igual
Baby não viaja em mim
Cê disse que eu não sou assim
Mas lembro quando nada dava pé
Mais eu consegui nadar e fugir
Baby, eu não tô nada bem
Falei tanta besteira e me tornei refém
Seu colar é de concha
Seu vestido se arrasta na areia
Ela tem cheiro de mar
Ela sabe cantar, ponto de sereia
E eu nem sei por que eu faço café
Já é amargo o sabor de te amar
De gole em gole
Eu vou enjoando
Vendo o lado vazio do sofá
Besteira, já cansei de esperar
De xícara em xícara
Eu vou me afogar
No café
Tudo o que eu mais quero é Te ver
Me envolva com Tua glória e poder
Tua majestade é real
Tua voz ecoa em meu ser
E mesmo sendo pó
Com tudo que há em mim
Confessarei
Que céus e terra passarão
Mas o Teu nome é eterno
Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade é que
Sem ela não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia que não sai de mim
Não sai de mim, não sai
Eu sei, mesmo quando você age como se nada estivesse errado
Eu sei que está esperando
Em seus olhos que tentam sorrir há tristeza
Mas não posso fazer nada em relação a isso
