Poemas sobre música

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Nos meus olhos muita dor, sei que tu pode notar
Quando eu olho pro céu lembro dos que estão lá
Liberdade pros amigo, sei que já, já vai chegar
Ver a favela vencendo sempre vai incomodar

Ficamos debruçados na chuva
Nossos corpos estão quebrados e nossos corações são bravos
Um milhão, fortes, não podemos cair
É todos por um e um por todos

Glorioso tipo 2pac
Engenhoso tipo Da Vinci
Estrategista tipo Sun Tzu
Veja a morte tipo Prince
Déjà vus como Chico Science
Rigidez calejando a pele
A cabeça mais ou menos ice
Que esse mundo me congele
Tô enxergando a escuridão, mas nós somos luzes
Carregamos cruzes, somos luzes negras
Engolimos todos, superamos tudo
Tamo nesse jogo, focado nas regras
Fadado ao menino destino
Que nem os Deuses escaparam

⁠Se entro na capoeira é pra ganhar
E pra jogar tem que saber perder
Toca a cavalaria se eu notar
Que é pro meu coração não se meter

Você é um problema que eu quero ter
Mesmo sabendo que eu não consigo resolver
Eu prometo que não vou te amar
Porque essa promessa eu vou fazer questão de quebrar

Eles dizem que nós somos muito jovens agora
Para atingir qualquer outra coisa
Mas olhe em volta
Nós trabalhamos duro demais por isso
Para desistir agora

⁠🍻🥂 🥁🎼

Sexta-feira,
Entre vinho e cerveja
O samba é rock ou gafieira.

Quando eu vi você chegar, você
Eu arrumei toda a casa, joguei fora as lembranças
Que não servem mais pra nada

Como é bom te olhar nos olhos
Planejar o futuro, planejar os nossos
Sem pensar nos próximos episódios
Vivemos numa infinita metragem, baby

Você sempre me aponta
Que quando eu discordo
Lembro que eu estou na ponta
Que sempre que eu me deito
Volta aquela pergunta
Se eu quero a liberdade
Ou ter você só pra mim

Não foi normal
Não fiz por mal
Sem desastres
A vida é tão igual

Baby não viaja em mim
Cê disse que eu não sou assim
Mas lembro quando nada dava pé
Mais eu consegui nadar e fugir

Baby, eu não tô nada bem
Falei tanta besteira e me tornei refém

Seu colar é de concha
Seu vestido se arrasta na areia
Ela tem cheiro de mar
Ela sabe cantar, ponto de sereia

E eu nem sei por que eu faço café
Já é amargo o sabor de te amar
De gole em gole
Eu vou enjoando
Vendo o lado vazio do sofá
Besteira, já cansei de esperar
De xícara em xícara
Eu vou me afogar
No café

Tu és tudo o que eu mais quero
O meu fôlego, Tu és
Em Teus braços, é o meu lugar
Estou aqui

Tudo o que eu mais quero é Te ver
Me envolva com Tua glória e poder
Tua majestade é real
Tua voz ecoa em meu ser

Vem me incendiar
Meu coração é Teu altar
Quero ouvir o som do céu
Tua Glória contemplar

E mesmo sendo pó
Com tudo que há em mim
Confessarei
Que céus e terra passarão
Mas o Teu nome é eterno

Os boatos são dos leigos,
Nunca escute os terceiros
Deixa isso pra lá
Só não perde seu reflexo

Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade, a realidade é que
Sem ela não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia que não sai de mim
Não sai de mim, não sai

Eu sei, mesmo quando você age como se nada estivesse errado
Eu sei que está esperando
Em seus olhos que tentam sorrir há tristeza
Mas não posso fazer nada em relação a isso