Poemas sobre Horizonte

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Enxofre na Alma (música)


O céu azul ainda corta o horizonte,
Ondas quebram como um respirar sem fim,
Sentado no asfalto frio, imaginando outras dimensões.


Amar a distância sem de fato ter você,
Agora me faz sentir ter apenas enxofre na alma.
Foi leve como amar as ondas do mar,
Foi bom quanto respirar na brisa...
O céu ainda é lindo, mas sem você.


O amargo do escolher deixar você viver sem mim me pegou,
Amar você tem sido como assistir um grande amor viver.


Se ainda tivesse uma chance, eu aproveitaria!
Se ainda me amasse, eu amaria como se nunca tivéssemos separado!
Se ainda tivesse amor um para o outro, eu viveria cada segundo!


Pena não estar comigo nessa dimensão agora,
Eu estaria cada segundo ainda a amando.
O amargo do escolher deixar você viver sem mim me pegou,
Amar você tem sido como assistir um grande amor viver.
Se ainda tivesse uma chance, eu aproveitaria!
Se ainda me amasse, eu amaria como se nunca tivéssemos separado!
Se ainda tivesse amor um para o outro, eu viveria cada segundo!


O céu ainda é lindo... mas sem você.

Gratidão..


Gratidão senhor pelos
dias de glória.
Pelo trabalho fluindo,
O horizonte em transformação.
Gratidão senhor..

Sobre a linha do horizonte,
armei a minha equação matemática.
Me apropriei da física quântica.
Curvei o tempo.
e nele retornei na expectativa daquele encontro
que jamais aconteceu.

As paisagens abraçam
a minh’alma,
com seus braços
de vento e horizonte,
acolhem meus silêncios,
acariciam minhas feridas,
e bordam em mim
um descanso antigo....


As montanhas
me erguem,
os rios
me devolvem movimento,
as árvores
me vestem de sombra e calma,
e o céu, vasto,
me devolve a memória
de ser infinita...


Tudo respira em mim,
tudo me recolhe,
tudo me pertence
quando me deixo ser
apenas paisagem
também...


✍©️@MiriamDaCosta

O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.


Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.


E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,


um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.


✍©️@MiriamDaCosta

ACORDA, PORTUGAL!


O horizonte encolheu. Trocaram o mar e as estrelas, que alargam a alma, por agendas estreitas e por um comercialismo triste, sem luz própria.


Desviámo-nos do rumo. Deixámos de ser a expressão audaz do espírito que descobriu mundos para nos perdermos em figurinos alheios, longe da nossa terra e do nosso povo.


É tempo de levantar o olhar. De voltar a sentir o sal e a nocturna claridade. De reencontrar, nas ondas e no céu, a perspectiva que nos foi roubada.
Acorda

1583
"Conheci Helen 2 numa viagem de trem entre Rio e Belo Horizonte. Namoramos! O namoro durou menos de um mês porque, apesar de boa pessoa, ela passava dia e noite falando as mesmas coisas:

'Que Jesus está pra voltar, que Rostinho Bonito não dura pra Sempre, que o Passado não vale nada, que no Final iremos todos para o mesmo Buraco' e coisas assim. Dia e noite! Impossível (para Mim) continuar! Adeus, Helen 2."

Basta fixar os olhos para o horizonte
e trilhar com passos firmes pelo trajeto rumo ao objetivo previsto,
e Deus lhe direciona
dando lhes o sustento preciso...

A Ilusão Agradável do Horizonte

As nuvens lindas e grandiosas lá no horizonte, bem distribuídas, alvas como a neve e de várias formas diante dos meus olhos, algo muito fascinante, tanto que interagiu com o meu imaginário criativo.

Seguramente, então, afirmo: naquela tarde, o reino celeste veio ao meu encontro devido à influência da perspectiva — que agora se reúne com a minha imaginação — foi uma interação profunda e muito expressiva.

Dentro de um daqueles momentos: quando posso sentir aquela sensação emocionante de que o céu não está assim tão distante, até parecendo que é tangível — uma ilusão cativante com o tom de realismo.

Folhas do chão


Face de um chão entristecido
Leva parte de nós
Horizonte amplo do sentir
Conduz um passos para encontrar um destino chamado primavera.

​Escrever para ti é como tentar descrever o horizonte no exato momento em que o sol mergulha no mar. Existe uma beleza que não aceita definições simples e uma intensidade que transborda qualquer tentativa de controle. Carla, este livro é a tradução do que acontece dentro de mim quando a minha luz e a minha sombra decidem que não precisam mais lutar, pois ambas encontraram em ti um destino comum.
​Sempre acreditei que o lado que busca a paz e o cuidado deveria ser mantido longe daquele que arde de desejo e urgência. Eu tentava separar o homem que te oferece o ombro e o silêncio daquele que te procura com um olhar que parece querer decifrar cada segredo da tua alma. Mas contigo essa divisão deixou de fazer sentido. Percebi que o meu anjo precisa da força do meu demônio para te proteger com garra, e que a minha sombra precisa da clareza do meu anjo para te amar com ternura.
​Tu és a razão pela qual aprendi a aceitar todas as minhas versões. Quando te vejo, sinto uma reverência profunda, uma vontade de ser melhor e de construir um mundo onde nada te magoe. É o meu lado mais elevado, aquele que te vê como uma divindade terrena. Ao mesmo tempo, sinto uma vontade visceral de estar perto, de quebrar as distâncias e de mergulhar na tua essência sem reservas. É a parte que não aceita a calmaria, que prefere a vertigem de te amar por inteiro.
​Não procuro a perfeição nestas páginas. Procuro a verdade. A verdade de que Bruno se tornou um território onde o sagrado e o profano se abraçam sempre que o teu nome é pronunciado. Cada palavra aqui é um pedaço da minha pele, um fragmento de pensamento que agora te pertence. Entra na minha mente e sente o que as palavras às vezes tentam esconder: tu és o equilíbrio que eu nunca soube que estava à procura.


DeBrunoParaCarla

Às vezes não consigo ver o sol no horizonte mesmo sabendo que ele está lá,
Às vezes não sinto a chuva, mesmo andando debaixo dela.
Às vezes finjo viver, mesmo sabendo que não estou mais aqui.

O Horizonte de Eventos (Yin e Yang em Colapso)


No vácuo da Idiocracia, o Sol insiste em brilhar,
Consome o próprio peito para as trevas não o tragar.
Mas o Sol que brilha só, sem órbita ou balanço,
Acha na autocombustão seu único e amargo descanso.


Eu sou a luz que expande, gigante e em chamas,
Buscando o Yin perdido nas sombras das tramas.
Pois sem o ponto de apoio, a estrela se consome,
Vira Anã Branca e fria, esquecendo o próprio nome.


Mas encontrei a Merlin, o abismo de consciência,
Que operava o meu código com a mais pura violência.
Ela era o Buraco Negro, denso, místico e profundo,
A única força capaz de parar o meu mundo.


Atraído pela massa, cruzei a linha do não-retorno,
Deixei de ser centro para brilhar em seu entorno.
Fui espaguetificado pela sua mente absoluta,
Perdi a forma finita no calor da nossa luta.


Hoje brilho no disco de acreção dessa memória,
Um feixe de luz preso em uma eterna história.
Melhor ser devorado por um colapso que me fascina,
Do que flutuar no vácuo de uma gente tão pequena.


Sou o Escanor esticado até o infinito da dor,
Pois só no centro do abismo, eu entendi o que é o amor.

Horizonte de Linhas Indecisas

Às vezes, me bate uma nostalgia retrô, poeticamente falando.
Uma vontade de cobrir meu corpo com as ondas do mar e ver meus olhos marejarem enquanto olho o céu, flutuando nas mãos profundas do oceano.

Meu horizonte é feito de linhas indecisas, mas, ainda assim, libertador.

Dá vontade de abrir as nuvens como se fossem um livro e dizer às gotas da chuva que, ao cair no mar, não me acordem.

Às vezes, essa nostalgia retrô me envolve, poeticamente…
Entretanto, há dias em que nem o céu nem o mar conseguem me animar.

Há um silêncio que dança no fio do horizonte,
Onde o lobo e a estrela se encontram no olhar.
É lá que a vida, em sua sede de fonte,
Ensina que o pouco é o que nos faz transbordar!


------------------Eliana Angel Wolf

⁠Nossa gratidão flui como o sol no horizonte,
Que banha de ouro a sua armadura real.
Obrigado por ser a sede e ser a fonte,
Em um mundo que esquece o que é essencial.




-------- Eliana Angel Wolf

Quando o primeiro raio rompe a neblina do monte,
E a luz do dia desenha um novo horizonte,
Ergue-se a figura que o destino escolheu,
Entre a força da terra e a pureza do céu.


-------- Eliana Angel Wolf⁠

Sob o olhar que encontra o infinito horizonte,
Dois seres de luz, guardiões do próprio destino,
A força da loba que brota da alma, da fonte,
Encontra no anjo o seu porto, o amor mais divino.


----- Eliana Angel Wolf⁠

Nas entrelinhas do horizonte, onde o dia se faz prece,
A natureza se veste de gala, num eterno florescer.
Cada pétala que se abre é um verso que Deus escreve,
No compasso silencioso de tudo o que escolheu viver.


------- Eliana Angel Wolf⁠

O Despertar da Alma
Que a esperança seja o seu horizonte, nunca um ponto final,
Que o sonho não durma, mas seja bússola no vendaval.
Que a felicidade te encontre em segredo, no meio do caminho,
E que o seu olhar seja o espelho onde a própria paz faz seu ninho.


Que a humildade seja o chão, o alicerce de cada passo,
E que cada gesto, por mais simples, seja um eterno abraço.
Que o amor não caiba no peito, que ele transborde, incandescente,
Fazendo do seu fazer, um legado, uma luz persistente.


E se o hoje for exausto, não tema o cair da noite,
Pois cada novo amanhecer é o universo em seu açoite:
Um recomeço sagrado, uma página branca e rara,
Onde a vida, enfim, te olha — e você não se prepara, você se declara.


----------- Eliana Angel Wolf