Poemas sobre Ate breve Abraco

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No fim a gente acaba descobrindo que até a imaginação tem um teto. E muito baixo até.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

Toda a limitação, até mesmo a intelectual, é favorável à nossa felicidade. Pois quanto menos estímulo para a vontade, tanto menos sofrimento.

Eu posso até estar triste, tão triste quanto um hipopótamo insone, mas te vejo e a alegria me ilumina!

A Ciência e a Religião não puderam, até hoje, entender-se, porque, encarando cada uma as coisas do seu ponto de vista exclusivo, reciprocamente se repeliam. Faltava com que encher o vazio que as separava, um traço de união que as aproximasse. Esse traço de união está no conhecimento das leis que regem o Universo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo, leis tão imutáveis quanto as que regem o movimento dos astros e a existência dos seres.

Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída, desesperançada e até cínica. Saudade de alguma coisa ou de alguém, não sei.

A cidade pode crescer até o ponto em que conserva sua unidade, mas nunca além disso.

Talvez eu não vença o tempo todo e ainda posso até cair, só quero manter minha alma forte, erguer a cabeça e seguir.

Eu era feliz antes, quando tinha que contar até 10 para dar tempo de todos meus amigos se esconderem. Hoje, conto até 10 quando quero me acalmar para não quebrar a cara de alguns idiotas que me fazem perder a cabeça.

Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia.

E até se você fosse totalmente perfeita, iriam arrumar algum motivo pra fazer você se sentir ma

Eu sempre tive duas vidas. A que eu vivo e a que só existe nos meus sonhos. E eu não sei até que ponto é bom. Me alimentar de pequenos momentos que nunca acontecem, de pessoas imaginárias, coisas superficiais. Talvez sejam apenas coisas que ninguém pode me dar.

Até mesmo belezas podem ser pouco atraentes. Se você pega uma beleza na luz errada na hora certa, esqueça.

Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto / E há um certo prazer até no cansaço que isto me dá / Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.

Hoje eu estava assim: mais lento, mais verdadeiro, mais bonito até. Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse.

Até hoje eu não sei se o nosso grande problema é o seu apego idiota a sua liberdade, ou a minha bipolaridade maldita que na nossa história, de alguma forma, é abafada por essa sua escolha de ter a mim e ao mundo, sem abrir mão de nenhum dos dois. Também não sei se o que me prende tanto a você é justamente essa impossibilidade de sermos, finalmente, nós. Mas alguma coisa me prende, e me prende demais.

Estar sozinha não muda nada, conheço bem esse estado e, de verdade, sei lidar até melhor com ele.

Não amadureça demais, lembre-se: Até mesmo a fruta quando muito madura acaba por estragar. Tenha sempre seu lado criança de viver a vida.

Eu não sei de que os sonhos são feitos ou de onde eles vêm, mas eu sei até onde eles podem nos levar e o que eles podem fazer por nós se colocarmos um pouco mais de fé.

Eu fico acordado até tarde. Não porque frequento festas, mas porque essa é a única hora do dia em que eu fico sozinho e posso ser eu mesmo.

E fui dormir certa de que o pior havia passado, até que hoje acordei ás cinco da manhã e senti a mesma vontade de morrer.