Poemas sobre Ate breve Abraco

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Achamos lindo um pássaro cantando
Achamos perfeito uma natureza verde
Sempre acreditamos no Amor
Mas nunca enxergamos o "motivo" que levam a acontecer tais coisas.

Inserida por LucasCoelhu

Eu tento, mais não consigo.
As palavras são tantas que não é nada comparado o que tenho pra falar.
Sinta o vento. Você não vê e nem toca, mais sente…
Sinta as palavras.

Inserida por LucasCoelhu

Antes eu achava a “noite” muito ruim porque eu queria brincar mais;
Tempos depois, uma das melhores coisas que existe é a “noite” porque é a hora em que descansamos, recarregamos nossas energias…
Hoje, nesse exato momento a “noite” serve para: chorarmos, pensarmos, refletir… tantas coisas que chegamos a falar porque nada é do jeito que queremos?
“Que absurdo eu chegar a esse ponto! Porque D'eu reclamar?”
Se estou aqui é porque eu conquistei o dia; é porque venci a luta do dia! Não tenho porque reclamar.
Perdoe-me Deus…

Inserida por LucasCoelhu

Tão linda e cheirosa,
como uma flor na primavera.
Nos lábios; beijos e traços desenhados
para o meu “quem me dera…”

Inserida por LucasCoelhu

O corpo não age
A mente leva a culpa;
(…)a dor é real!
O coração sente…

Inserida por LucasCoelhu

Ainda acredito que um dia,
As pessoas acreditarão no silêncio;
Entenderão as palavras nunca ditas. Porque igual o amor;
As palavras não precisa ser ditas
Para se compreender os sentimentos!

Inserida por LucasCoelhu

“Muitos desistam de algo;
não porque não conseguem,
e sim por, não querer o suficiente para não querer desistir.”

Inserida por LucasCoelhu

Uma verdade:
“Não se conquista o amor com habilidades, talentos ou dons…
‘Amor’ se ganha!”

Inserida por LucasCoelhu

[A ÚLTIMA PEÇA!]

O amor é uma peça de quebra-cabeça.
Não que seja uma peça de jogo, mas é algo que completa o que está realmente faltando em alguém.

Inserida por LucasCoelhu

Sorte vai ser de quem
Terá o privilégio de todo dia
Olhar para você
E poder te tocar.

Inserida por LucasCoelhu

Pode ter certeza que,
enquanto você não encontrar o que procura.
Estarei aqui lutando por você!

Inserida por LucasCoelhu

Se o destino chegar
E não estivermos juntos.
Lembre-se! Cada um faz o outro feliz.
Independente se for Amor ou não.

“Amizade também traz felicidades!”

Inserida por LucasCoelhu

Ela gosta de Atitude
Ele de ser Ele
Ela espera por Ele
Ele espera por Ela

Quem ama quem?

Inserida por LucasCoelhu

Mesmo sendo impossível.
Se fosse possível veres o que meus olhos veem
E sentisse dentro de si o que sinto.
Talvez, a história seria outra.

Inserida por LucasCoelhu

Cada dia que passa,
Vai ficando pior!
Vai ficando distante;
Aos poucos desaparecendo…
Estou eu aqui, sobrevivendo.

Inserida por LucasCoelhu

Um dia, eu sonhei
Que tudo estava bem.
Mas quando acordei;
Realmente estava bem.

— Porque esperava o mal?
— Podes sonhar também!
Agradece a Deus e durma feliz!
Assim acordará também.

Porque nem sempre o mal
Estar ao nosso redor;
Paz e alegria também,
Rodeia entre nós.

Inserida por LucasCoelhu

Tenho um desejo insano.
É meio conturbador;
Em, querer sem poder.
Afeta minha alma.
Me faz enlouquecer.

Porque tem que ser assim?
Distâncias e medos
Não fazem sentido.
É um embaralho entanto.
Conturbado? Sim! Fico.

Inserida por LucasCoelhu

(…) Peço-te perdão pela
minha incompreensão.
Sei que havia dito para parar.
Meio que não a compreendi.

Inserida por LucasCoelhu

⁠Relicário do Tempo

No âmbar do tempo, há portais escondidos,
vestígios de astros, de passos perdidos.
O agora, que vibra em tão tênue espessura,
é sombra de outrora, é veste de altura.

Caminho em espiral sob cúpulas mudas,
em ruínas de horas, em casas agudas.
O tempo não passa — ele gira, ele espreita,
esculpe memórias na carne desfeita.

Se tento prendê-lo, escorre em minha mão,
mas volta em silêncio no sonho e no chão.
Se falo seu nome, ele cala em mistério,
oculto nos traços do mundo etéreo.

Talvez seja templo, talvez seja abismo,
ou um deus que se veste de ritmo e cismo.
Mas sigo seu rastro com olhos fechados,
ouvindo relógios nos céus enluarados.

Pois sei — mesmo quando se parte e se finda,
há algo no tempo que nunca rescinda.
Um fio, uma trégua, um véu de infinito,
que dança, que some… no velho labirinto.

Inserida por robscheuer

⁠O Umbral Invertido

Há um véu que se ergue no fim da ladeira,
tecido de névoa, bordado em madeira.
Ali onde os olhos já não têm abrigo,
a morte se curva — e retorna contigo.

Não vem como faca, nem sombra de açoite,
mas como um regresso ao ventre da noite.
Um porto sem nome, um espelho sem rosto,
um vinho ancestral sorvido com gosto.

O corpo se cala, mas algo persiste:
um traço, um sopro, um rumor que resiste.
E tudo que foste — promessa e engano —
recolhe-se ao pó do primeiro arcano.

A morte é um caminho que volta ao princípio,
um sino que ecoa num templo fictício.
Não leva, devolve; não cessa, transborda,
abrindo no nada uma porta sem corda.

E os que partem, dizem, não vão tão distantes —
permanecem na alma em forma de instantes.
São brisa que sonda o mundo adormecido,
são nome esquecido num canto contido.

Morrer é despir-se da forma do vento,
e ser o que sempre se foi por dentro.
É ter, no silêncio, um berço escondido —
é mais que um fim: é um umbral invertido.

Inserida por robscheuer