Poemas sobre Apoiar o outro
O Amor não tem cor, mesmo assim pode ser comparado fácil a uma cebola. Assim como uma cebola, você está repleto de camadas, elas escondem a sua verdadeira essência. Você é um ser de Amor que nasceu para amar.
Quando eu penso em uma criança eu penso em um ser tomado por júbilo, que levanta da cama no dia mais frio, no dia mais quente, no dia mais chuvoso sem qualquer preguiça. Ela ama, não julga e vive o reino que é furtado dela por paradigmas. No momento em que ela descobre quem verdadeiramente é, ela enche o seu coração de compaixão e a mágica acontece.
Você está em um banquete divino, agora você se alimenta entre os lírios, até que amanheça e fujam as sombras, você será como o sol do meio-dia, não lançará mais sombras. Aquece o bem e o mal. Quem o vê, sente-se como se se admirasse, o narciso de “Saron”. Agora você é um pastor entre os lírios e você verá o mundo com olhos de pomba.
Assim como a Branca de Neve, você estava dormindo, cheio de preconceitos, crenças limitantes, paradigmas e tabus. Você está sendo convidado para um casamento sagrado. Entre no salão com a bandeira do Amor, pois o Amor só é bom para quem ama.
Com certeza eu nunca vou me esquecer de você. Umas das coisas que existem nesse mundo que mais me fazem lembrar de você é o pôr do sol. Aquele tom alaranjado é o meu Rivotril. É a coisa mais linda olhar o pôr do sol indo em bora e sentir dentro do peito quem ama.
“As vezes ……quando digo :estou bem….apetece que alguém me de um abraço apertado e dissesse: eu sei que não estás…”
Nossas duas semanas juntos são meu filme favorito que reprisa em minha mente dia após dia, para que as memórias não sumam.
Quando olho para as pessoas aqui, vejo o amor de um pai por um filho. De uma mãe por uma filha. De uma esposa pelo marido a quem é apegada. Também vejo o poderoso amor da amizade. Da amizade nova. Da amizade improvável. O tipo de amizade que faz uma pessoa, depois de anos tentando, finalmente se sentir pertencente.
Se tu morrer vai ser o mermo que passarem uma bala no meu peito! Se tu morrer eu perco até o juízo.
Sabe por que o barco flutua e a pedra, não? Porque a pedra só olha para baixo. A escuridão da água é imensa e irresistível. O barco também percebe a escuridão, que tenta a todo momento dominá-lo e afundá-lo. Contudo, o barco tem um segredo. Ao contrário da pedra, seu olhar é pro alto, não pra baixo, fixo na luz que o guia, que promete maravilhas que a escuridão desconhece.
Quando estou com ele, tenho alguém comigo no meu luto. Alguém que conhece a arquitetura dele como eu, que anda comigo em cada sala melancólica, fazendo toda a estrutura incoerente de vento e vazio não ser tão assustadora e solitária como era antes.
O luto é uma casa que explode no ar com a menor das rajadas. O luto é uma casa cujas cadeiras se esqueceram de nos segurar, os espelhos, de nos refletir. O luto é uma casa que desaparece a cada vez em que alguém bate na porta, que se enterra no chão enquanto todos estão dormindo.
Antes de começar um truque, ele sempre olha nos olhos da pessoa e pergunta: “Você acredita em magia?”
Existem dois tipos de magia. A que parece real, mas é falsa. E a que parece falsa, mas é real. Então que tipo de magia acha que eu faço?
