Poemas sobre Alma
O propósito é o clamor da alma, pois é nele que o coração reconhece a voz de Deus.
“Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; une o meu coração ao temor do teu nome.” (Salmos 86:11)
Não quer se entregar a dor da alma, mas o sabor é agradável e alimenta. Não quer ouvir a voz da solidão, mas ela é tão suave que encanta. A mente é cheia de não mais sim o que destrói aos poucos se não souber onde achar o talvez... E se Talvez eu me desvencilhar desse cadeado que me prende ao meu eu de antes?
Prefiro as contas pagas com dinheiro; certas dívidas nos cobram paz da alma, sabedoria, saúde e muito tempo.
Em geral, não existe idade certa. Existem vontades, possibilidades, alma vital e enriquecimento do espírito.
Enquanto o mundo faz barulhos para compensar os vazios, a alma repleta vai no vazio em silêncio sentir as recompensas.
Que a vida lhe traga vinhos e flores que adornem sua alma como num jantar à meia luz. E que, assim com a taça cheia, lhe seja saborosa, prazerosa e suave.
O abandono fere a nossa alma e destrói o nosso emocional e nos deixar com traumas que pode se tornar impossíveis de ser curados.
As ânsias da alma afugentada
e as angústias do ego ferido te tornam prisioneiro dos sonhos não realizados
Não consigo consertar o passado, porém mergulhar nos conflitos da minha alma traz o afago de se aperfeiçoar e oferecer a cura aonde existe só dor
Você toma banho todos os dias, é uma atividade que precisa de manutenção. Bem como limpar a alma, a mente e higienizar o coração.
Enquanto o mundo terceiriza a alma, eu sigo reprogramando o jogo: prefiro a dor de ser, à paz de não existir.
“Ver-se é o primeiro passo para libertar-se. E libertar-se é o início de caminhar com a alma inteira.”
Dói tanto quando me olham sem me enxergar. Seus olhos varrem minha alma como vento frio, deixando-a exposta, nua, sem eco. Um joelho ralado sangra rápido, cura com band-aid e tempo; mas um coração partido? Esse fere devagar, sangra em silêncio, eternamente. Cada olhar vazio é uma faca cega, rasgando o que resta de mim. Prefiro a dor física, palpável, à essa ausência cruel que me apaga. Por que ver o corpo e ignorar a essência que implora ser notada?
