Poemas sobre a Temporalidade da Vida
``Confesso que é difícil. Olho pra cada canto e não lhe vejo, dói muito. Por que é tão difícil??????!!!!!!
Confesso que ainda não acredito que o senhor foi embora. Sempre que vejo uma foto, acho que o senhor está apenas em outra casa ou saiu para algum lugar e logo, logo vai voltar, mas isso nunca acontece, o senhor nunca volta! E sei que não vai voltar...AAAHHHHHHH!!!!
Confesso que estou com saudades,
Confesso que quero lhe abraçar e jogar com o senhor.
Confesso que quero o seu café.
Confesso que estou com medo de ir pra escola, pois, quando eu voltar o senhor não vai abrir a porta, ou perguntar como foi o meu dia. O senhor não vai estar aqui! Mas eu???? Eu vou!!!!
(2017)
(Em qualquer situação que passar, agarre na presença de Deus e tudo se renovará!!)
Qual o sentido da vida?!
Amar aquilo que não poderemos ter para sempre... Muitas vezes não faz sentido, saber que um dia tudo vai acabar, tudo terá um fim. Então qual a lógica disso tudo.?!?!
- É viver intensamente cada minuto da vida, mesmo sabendo que é finito... Não seja acanhado, fale tudo que sente para quem queira falar, realize suas vontades quando possível.
Seja um sentimento, uma vontade de viajar, uma pessoa para abraçar e amar. Só nunca desista de viver, por mais severa que seja a dificuldade no exato momento da vida.
Faça algo que importe e que marque não só a sua vida, mas de quem vai ficar na sua ausência. Seja uma lembrança tão boa que as pessoas não sintam a sua falta, porque simplesmente você não foi. Vai continuar vivo nas memórias de cada um ao qual você foi tão receptivo.
Viva, Viva!!!
Nunca a tinha visto
Jamais pude ouvir sua voz.
Um dia o destino se fez presente
a naturalidade era como se a conhecesse a anos.
Sua voz era doce
Seu olhar transparente
Seu sorriso era único
E única se tornou em meus pensamentos.
POR QUE DEVO SOFRER?
O coração que pulsa incessante em meu peito,
É a morada do agonizante sofrimento.
Sim! Ela é cruel e se chama vida.
Vida essa que fere ainda mais as minhas feridas.
Ao choro do nascimento,
Não devo meu agradecimento,
Pois por sua causa estou preso,
Nessa vida que exala indiferente e cortante desprezo.
O que está lendo? Simplesmente indignação.
Sou poeta e sinto a emoção,
Mas porquê vivo essa maldição?
Já não sei a resposta, mas aqui deixo minha mágoa,
Meu ressentimento e minha lágrima.
Por que devo sofrer?
Este é o questionamento
E perante a vida o meu comportamento.
Fuzilamento sumário
Daqui observo uma rua
estrada, avenida, caminho;
sequência infinita de máquinas,
motores, motoristas, matadores,
funil escoante de dores e dúvidas.
No intervalo para o comercial
as futilidades, as inutilidades e o fuzil,
furioso fuzil ,
vingativo fuzil:
“morre nego safado, vagabundo!”
E oitenta vezes vomitou o fuzil
do Brasil,
fuzil verde amarelo
que cospe chumbo,
saudoso daqueles negros anos.
“Taí, pátria amada idolatrada;
sou teu filho,
patriota varonil
e um filho teu não foge à luta...”
Não, não, não; teu filho assassina!
Mata em teu nome,
pátria pútrida,
paródia mal feita;
torrão torto e torturante,
mata sob aplausos teus!
(da prosa poética de Luiz A. Vila Flor)
as vezes uma simples fala
pode mudar toda história, em um segundo
então se falou, provavelmente a história mudou
A LOUCURA QUE ME AFETA
Oh! Loucura perceptível,
Aguentar-te é tarefa impossível.
Deixe-me e vá com o vento,
Não quero mais tormento.
Oh! Insanidade provida de crueldade,
Assassina de meu sono
E ladra de minha sanidade.
Peço que suma com a tua destrutiva capacidade
Oh! Pensamento sem dimensão,
Que contraria toda a razão.
O que fiz para merecer
tamanha maldição?
Para Perdoar
Sempre, em todas as vezes desprezado
Esqueci o quanto era bom se sentir sozinho
Insistindo em ter amizades do lado
Como se tomasse água e sentisse vinho
O que é real quando me sinto frustrado
Quando sinto que apenas estou sendo controlado
Controlando as emoções de um tolo novamente
Sempre com tolas pretensões
Onde nada é importante, quando a voz sempre mente
Me controlando, um tolo novamente
As tardes vazias que juntos estávamos
Inebriados por um perfume adocicado
Quando nós passávamos o tempo e nos olhávamos
Achei que aquilo era amor (Como estava enganado)
Controlado como um tolo novamente
Com minhas fúteis pretensões
Chorava minhas lágrimas, nada mais é importante
Um tolo com controladas ações
Eu perdoo o que de você não tive
Como eu perdoo o que não senti
Nada mais é importante para mim
Eu senti minha perda
Eu vi seu sorriso vazio em minha direção
E por um momento percebi que era tristeza
Aquilo que você queria não era meu coração
Eu sempre achei que amava até perceber
Então eu fingi, sorri de volta pra você
Controlando o tolo novamente
Com minhas fúteis invenções
Achando que vê-la sorri era mais importante
Mesmo sendo controlado nas ações
Desanimado.
Quem sou eu
Para te querer quando a tristeza continua
Onde está você
Quando te preciso nas mesmas ruas
Sua vida não é mais sua
E o que eu quero?
Pedir-lhe uma nova oportunidade
De outra vez com você
Ter minha felicidade (Quando a perdi?)
Quando me pede e eu te digo não
Me questionando por que não digo sim
Será que mereço simpatia ou negação
Será que você foi feita pra mim
E você quer partir mas teme por desistir
Minha tristeza e negação está enraizada em ti
(Sua vida não é mais sua)
Quando te abraço sinto que a sufoco
Vejo-te entristecer quando me vê assim
Você é a razão, es a de minha tristeza foco
Será que você foi feita pra mim
Onde está você
Quando preciso andar em seu pé
Quando perco minha fé
Quando olho seus olhos e vejo lágrimas
Sem entender quando te via assim
Quando você partiu deixando apenas lástimas
Eu percebi (Você não foi feita pra mim)
Eu entendi (Você não foi feita pra mim)
Eu aprendi (Você não foi feita pra mim)
E agora quem sou eu?
Quem sou eu...
Nos perdemos em escombros de uma sociedade vazia
Em meio a desigualdade, em meio a ruínas
Nos perdemos na frustração, as vezes, até mesmo sem razão
Procurando àquilo que talvez nos traga emoção
Deteriorando nossa alma e nosso coração
Em pequenos "momentos" dentre nossa escuridão.
Buscamos fixar nossos olhares na luz ao fim do túnel...
E as vezes a lamparina pode estar acessa ao nosso lado.
Não se trata de atalho, mas sim de valorizar quem esta ao seu lado"
Lázaro
Ezequiel 8:10
Então me disse: Entra, e vê as malignas abominações que eles fazem aqui.
E entrei, e olhei, e eis que toda a forma de répteis, e animais abomináveis, e de todos os ídolos da casa de Israel, estavam pintados na parede em todo o redor.
Romanos 1:23,24
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
SANDRA
Sempre te vi de longe, má ideia te tinha, mas ao me aproximar, percebi me enganar. Sempre viveu vida de pompas, ao lado e misturada com pessoas famosas, mas pelo que percebi, preservou valores, humildade é seu forte. Sandra morena bela, com sua cor de jambo a mostra, faz sempre o que tu gostas, mas mantenha-se especial, assim como é por dentro. Tens coração colossal, aconselha e transborda amor fraternal, na sua vontade em aconselhar e de ajudar a dar rumo certo à vida das pessoas que gosta. Gostei de me aproximar e conhecer esse ser maravilhoso que tu és, percebi o tempo que perdi em apenas observa-la de longe e fazer mal juízo, fazendo prévio julgamento do seu ter e do seu ser. Peço-lhe desculpas por ter agido assim.
Voltar atrás quando erramos, não é defeito nem vergonha, mas sim virtude.
Boldane A. Cordeiro
02.03.2015
Como podemos aceitar a morte.
Morte é a perda de tudo.
Nada se pode fazer.
Secos os ossos se tornaram.
Morte porque você existe.
Dar lugar a outra vida.
Tirar o que conquistamos.
Porque morte?
Morrer, acabar, findar-se.
Porque nascemos?
Por quê?
Até quando morreremos.
Alguns Versos Esparsos
No meu peito chocalham
Cem alfabetos completos.
São maiúsculas e minúsculas
Com os sinais de pontuação
E os marcantes diacríticos.
Todos numa mistura infernal.
Letras, símbolos, fonemas,
Grafemas e silabários;
Logogramas, palavras,
Signos, significantes,
Frases, períodos e parágrafos
Gritam por ordenamento
Mas como ejetá-las em ordem,
Se foge-me a inspiração,
Se falta-me o motivo?
Então socorre-me o coração
E da minha pena brotam
Alguns versos esparsos.
(Versos Livres de Luiz Vila Flor)
Eu vivi um certo Amor
Por um certo tempo era Amor
O tempo foi passando
O Amor também.
Hoje estou sem Amor
Mas não sem o tempo, para recomeçar.
Nem sempre o que buscamos,
converge-se naquilo que queremos;
e muitas vezes o que alcançamos,
não é exatamente o que sonhamos .
soRISOS CHEIOS DE VIDAs
Chora menina, chora baixinho, chora no canto para ninguém ouvir.
Chora a mágoa, existente , sem sentido, chora as lágrimas que nem vão cair.
Chora escondida, chora para dentro, chora pelo que passou, pelo que é e pelo que há de vir.
Chora menina, que quase não chora, por dentro sabe chorar e por fora só sabe sorrir.
Chora no escuro, mas presta atenção, se ouvir algum barulho de alguém para chegar.
Esconde o teu rosto, engole o teu choro, porque se não, terá que explicar.
Esconde tua alma,não dê um motivo, ao choro emotivo de não se lembrar.
Sorria menina, com alegria para mais uma fotografia e no seu dia à dia volta a chorar.
