Poemas sobre a Temporalidade da Vida
Do que seriam os sorrisos, se não existissem a tristeza?
Do que seriam as vitórias se não existissem as lutas?
Do que seriam as alegrias se não existissem os choros?
Toda bonança vem depois das intempéries.
Você, simplesmente você.
Menina que me faz menino, mulher que me faz homem, amante que me me faz amor, sonho que me faz sonhador.
Como o tempo passa, e como passa o tempo, parece que foi ontem aquele momento.
Primeiro encontro e primeiros beijos trocados, os primeiros de muitos, os primeiros de uns bocados.
A tampa da minha panela, a flor do meu Jardim, de todas és a mãos bela, junto ao cheiro de jasmim.
O tempo que passou, passou todo o tempo, até parece que ontem aquele lindo momento.
Hoje estamos de parabéns, somos mais que vencedores, que Deus nos abençoe e os anjos digam amém, e que nossas vidas sejam nossos amores.
Te amo.
O azulado céu que minha vista encanta
Não é o mesmo firmamento que paira
No interior de mim animando minh’alma
Que dita sem rima o ritmo de meus dias.
A esperança do cidadão brasileiro
É tal qual um barco atirado ao mar
Primeiro encalha nos bancos do Senado
Pra depois na maresia do STF naufragar.
No face post publicado
É como barquinho de papel
Logo que o dito é postado
Ele se vê esquecido ao léu.
A mentira de tanto vagar
Resolveu descansar um tanto
Aconchegou-se no coração humano
E, por ali, resolveu de vez ficar.
A amarelada folha abraça as lembranças
Silenciando tudo aquilo que até então vi
E aquilo que vi e vivi em minhas andanças
Cultivo no silêncio que habita em mim.
Quando a soberba que habita o coração humano
É estimulada pelos diplomas e títulos vazios
Vaidosamente amplia-se um bom tanto
A presunçosa ignorância das almas sem brio.
Não sairemos desse nauseante retrete
Enquanto formos o país do futebol
E termos marotos como Paulo Freire
Sendo o patrono da educação nacional.
Quando um povo não mais se identifica
Em torno de sentimentos que os unifica
Ele transubstancia-se numa ignara massa
Dominada pela mais vil de todas as tiranias.
O duro não é ser golpeado
E, derrotado, beijar a lona
Osso mesmo é ser soqueado
Sem saber o que nos tomba.
O medíocre é simplesmente um sujeito que, assustado,
Se esconde quando a peleja clama alto por seu nome.
Já aquele que, quando para o combate é chamado
Manda outro lutar, não passa dum indigno homem.
O STF em sua sapiência singular e fenomenal
Diz que os casos de corrupção são pra analisar.
Porém, diz ele que um inocente em estado fetal
Não tem vida nem é gente, por isso, é lícito matar.
Na fronte da alma da brava gente
A chuva cai e lava suas feridas.
E esse mesmo povo há muito sente
Que sua paciência foi pras picas.
A casa está caindo lá em Banânia
E não tem nada mais pra esconder.
A lambança foi tal que a façanha
Jaz em todos os cantos a feder.
O triste na leitura de qualquer jornal diário
É vermos estampado em seus títulos ordinários
A mesma treta de sempre na forma de noticiário.
A ideologia marxista por sua patológica natureza
Restringe a personalidade à mais execrável vileza
Corrompe e degrada toda e qualquer inteligência
Reduzindo a consciência na mais abjeta demência.
Quem sou eu?
Eu sou uma tábula rasa. Pretendo levar o que for nela escrito, à um estágio além de uma folha de papel escrita.
poha! Eu sou o homem que não quer ser menos que o super homem, será?
Aberta para todos foi a grande porta do Céu
Pelo sim que foi por Nossa Senhora proferido
Para a vinda do Salvador, o seu filho bendito
Anunciado e saudado pelo arcanjo Gabriel.
