Poemas sobre a Temporalidade da Vida
Pra quem são católicos uma referência , Pe. Fábio. Evangélicos, Pr. Cláudio Duarte. Espíritas, Chico Xavier. Budistas, Monja Coen. Ateus , o historiador, Karnal.
Todos entre outras pessoas maravilhosas que se dão bem, nesse mundo de diversidades. Mesmo diferentes somos semelhantes nessa ilha de um mundo só!
A religião ou a não religião é a certa para aqueles que a transforma em um ser humano melhor. 😉❤️
Vanusa Fernandes.
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar!
Nós dois, que coisa engraçada. Nos damos bem, nos divertimos, damos risadas, muitas risadas e como!. Arrastamos durante a tarde, noite, manhã, pela madrugada – dúvidas, incertezas, desejos e farpas. Quase nos engolimos, quase nos despimos. Aconteceu muito rápido uma clicada, uma conversa, uma curtida, duas curtidas, três curtidas, várias curtidas, risadas - Bozzo?🤡 Consumo desenfreado de palhacitos?🤪🤪🤪, brincadeiras, duas pessoas. Talvez uma paixão? Ou seria o amor batendo a porta sorrateiramente?
Estou aqui assistindo a comédia da vida; meu espírito se alimenta de risadas e com humor e alegria infinita. Talvez o meu?, Talvez o seu? Não é pra te convencer!
Tudo isso chacoalha meu ser, liberando adrenalina de felicidade e isso é a mais pura verdade!
A vida é uma eterna ciranda cirandinha. - Brincadeira de criança, como é bom! como é bom!🎶🎵Canta o grupo Molejo! "Em GRACIANO (Shakespeare); O de bobo farei. Que entre folguedos e risadas as velhas rugas cheguem. Celebrar a vida e o amor é falar sobre o passado, presente e futuro ao mesmo tempo. Celebrar a vida é dar muitas gargalhadas, chorar de rir, se emocionar como nunca, é resgatar e recordar com muita saudade todos os bons e maus momentos...amar principalmente em toda sua plenitude.
Morremos um pouco todos os dias nesta ciranda da vida, e todos os dias devemos procurar um final feliz antes de partir."🙏
Enquanto Houver Motivos
Enquanto houver motivos
Eu vou te amar;
Enquanto o meu sorriso
Tiver motivos
Eu vou sorrir;
Enquanto meus olhos
Tiverem motivos
Eu vou te olhar.
***
Enquanto a porta
Da sua morada
Tiver aberta
Eu vou entrar;
Enquanto houver sonhos
Em mim
Eu vou te sonhar;
Enquanto o tempo
Não se importar
Eu vou te esperar!
Eles dizem :
- Nossaaa! Como você escreve bem da onde vem tanta coisa se você não gosta de ler,
Eu simplesmente respondi
- vem do meu coração
Afinal o ser humano tem falado tantas coisas sem ter entendimento algum, porque não pode eu escrever sem gostar de ler?
O sol é casado com a lua
Mas não podem se tocar
Toda noite o mar e a lua
Se encontram para se amar
Seja isso um triângulo amoroso?
Era uma rosa branca
Pintei-me de vermelha
Queria ser tão bela quanto ela
vestida na cor do amor.
Antes era rosa branca bonita
Depois rosa branca sem brilho
Agora vermelha querendo ser bela
No final sempre serei quem sou.
Fiz o que pude para ser quem não sou
Quando percebi que não era quem queria
Nunca serei rosa vermelha mesmo rubra
Minhas pétalas por dentro são neve.
Não posso voltar a ser quem era
Nem sei mais quem sou
Perdida entre o vermelho e o branco
Só queria simbolizar o amor.
Um dia, volveremos ao infinito.
Onde estaremos? E o que seremos?
O nada do infinito não responde,
pois não há ninguém para escutar.
O passado cresce como musgo
nas paredes do presente,
até que não haja paredes
livres para o presente.
Até que não haja presente
e nem existam paredes.
O homem inventou a igualdade.
Na natureza tudo é desigual.
A perfeição é invenção geométrica.
A ordem do mundo é o caos mutante.
A criação é sempre nova:
só acontece uma vez.
Se você aprender a ver
nunca mais dirá que o mundo
é o mesmo o tempo todo.
Da janela do presente
observa-se o presente
com os olhos do passado.
Da janela do presente
observa-sse o futuro
como extensão do passado.
Quando somos o presente,
não há futuro e passado,
porque só há o presente
observando o presente.
O tempo vazio.
O espaço vazio.
O coração vazio.
Um oco que não tem fim.
A solidão sem fronteiras.
Um silêncio surdo-mudo
é testemunha do nada.
O futuro é o próximo ato,
o próximo passo,
o próximo fato.
Ele existe enquanto não existe
e morre logo que se torna hoje.
O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.
Cada vez mais se constata que a atividade psíquica não é um produto exclusivamente fisiológico. Sabe-se, experimentalmente, que a ausência da atividade onírica provoca estados psicóticos, os quais, inclusive, podem levar é morte, caso persistam por muito tempo. A importância da vida mental para o organismo ficou comprovada nesses experimentos.
O homem, quando dorme, apenas muda o nível de sua atividade psíquica. Se o que ele percebe, em estado de vigília, é real, por que real seria o que ele percebe oniricamente?
Qual, na verdade, a diferença entre o que passou e o sonho? A memória não prova o que aconteceu, pois o presente, agindo sobre o passado, o modifica. Só o presente, então, parece real. Mas, o presente é instantâneo e está influenciado pela memória e pelas expectativas do futuro.
O sonho é o que não se tornou fato e o passado é o fato que se tornou sonho, pois a memória tem a mesma estrutura do sonho.
