Poemas sobre a Qualidade Segurança e Meio Ambiente
A verdadeira segurança jurídica nasce quando ninguém está acima dos limites que a própria lei estabelece.
Filosofar é abandonar a segurança das respostas para aproximar-se, com lucidez e humildade, daquilo que nenhuma resposta consegue encerrar.
Um Estado que entrega sua segurança fundamental à força de terceiros transforma sua soberania em uma dependência que pode ser cobrada justamente quando mais necessita de autonomia.
A segurança nacional pode justificar o silêncio do Estado, mas não transforma o silêncio em verdade jurídica permanente.
Há informações que precisam ser protegidas para preservar a segurança do Estado; há outras que apenas permanecem ocultas porque o Estado se acostumou ao silêncio.
Se o Estado invoca a segurança nacional para ocultar um fenômeno, cabe ao Direito perguntar qual risco concreto torna necessária a ocultação.
Quando o segredo deixa de proteger a segurança e passa a proteger apenas o próprio segredo, o problema deixa de ser militar e passa a ser jurídico.
Todo segredo militar nasce de uma justificativa de segurança. O verdadeiro teste jurídico começa quando perguntamos se essa justificativa ainda existe.
A segurança jurídica é uma espécie de memória institucional: permite que as pessoas organizem o presente confiando que certas consequências permanecerão previsíveis.
Todo sistema de segurança publica deve estar interligado a uma boa politica publica penitenciária. Não adianta diminuir as penas para tentar mascarar a falência do sistema prisional pelo contrario deve tornar las mais severas, temidas e construir mais presídios bem afastados dos grandes centros urbanos.
A elite com suas políticas religiosas, de segurança policias, civis trabalhistas, ou de qualquer outra ordem, só servem e existem não para proteger, mas; para nos vigiar e reger!
É a travessia que nos organiza e nos reconfigura para a chegada com segurança a algum porto, se houver.
A segurança jurídica é indispensável à civilização, mas não pode transformar a injustiça extrema em obrigação moral de obediência.
Um direito é uma segurança que o Estado reconhece ao particular, e seu exercício não pode ser confundido com a necessidade de humilhação. Um direito, assim, não é favor, e o seu reconhecimento, por parte do Estado, não se pode traduzir em bondade, mas sim em dever.
Por questões de segurança contra a IA, é por isso que vai ser criada a marca da besta 666 de Apocalipse.
Embora, eu ainda reflita que pode ter se referido à Nero: נרון קסר (Nun-Resh-Vav-Nun Kuf-Samech-Resh)
