Tem algumas peças na vitrine brilhando, etiquetadas com o nome amor, você pode adquirir no valor de liquidação, o preço real paga-se depois.
O amor é como um café, não deixe esfriar, se requentar perde o verdadeiro sabor, melhor jogar fora e fazer outro.
Coitado do coração que quer esquecer um amor com outro,está mais usado que usando.
O amor é brega,cafona,insensato,anda por aí no mundo perfeitinho sem ser percebido.
Talvez o amor que você precise não está nenhum palmo de distância de você,e nem se deu conta.
É viver uma mentira,falar de amor próprio, se também não está no próximo.
O amor é um tremendo cafetão,que cedo ou tarde,transforma nosso coração em um cabaré.
Tem gente chamando de amor o comodismo,mas é isso,um estado de sentir,e seguir sorrindo para o abismo.
Sou intenso e profundo,transbordo amor,se você tem medo,providencie um bote salva vidas,ou se afogue só.
Até pensei que fosse amor, mas era uma cópia de um rascunho mal feito,uma piada sem graça,uma intimidade não autorizada,um esculacho no coração,uma esculhambação não interpretada.
Aos refugiados de amores fracassados,não poderei dar-lhes amor,mas a minha amizade como abrigo.
O amor também é implicante,tem um gosto picante,em cada gesto tem o gosto especial.
O amor é uma estrada sem acostamento,sem placas de sinalização,sem passagem para os indecisos.
Precificaram o amor,perdeu-se a graça,virou relíquia o que era pra ser doado e devolvido de graça.
O amor próprio é saber diferenciar,entre a falta de interesse,e a falta de tempo.
É mais fácil alguns planetas se alinharam que certas pessoas encontrarem um amor verdadeiro.
Suspeito que o amor está sendo carregado no lugar errado, na boca invés do coração.
O amor pode ser a soma de dois sorrisos, com duas bocas coladas, duas línguas trocadas, resumindo momentos.
Tem gente que esbanja amor próprio e vive na escassez de afeto, nos braços da solidão.
As pessoas andam tão cheias de si, e tão vazias dos outros, porque esquecem que amor recebe e se doa.
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