Poemas românticos pequenos
Amor sem verdade, paixão sem lealdade
Sentimentos sem fidelidade e sonhos sem realidade
São atitudes que pouco aprecio;
Há dois tipos de paixão:
A paixão que deriva ao amor
E a paixão que provoca dor
Entre os dois existe a amizade;
Sem consciência não há amor
E sem amor não há loucuras
Sem loucuras não há história
E sem história não há vida;
Não perca seu sono fazendo amor
Com quem você deseja
Mas encontre o seu prazer
Com quem realmente mereça;
Em meu coração há uma raiz de amor perfeito
Tem tudo para brotar frutos bons no ano inteiro
Quem provar dos meus frutos sente embriaguez
Sente saudades dos meus beijos e pede mais uma vez;
Seguirei os teus passos além de onde você possa ir
E viverei a sua marca de amor que transparece
Em teu corpo para com todo o sempre...
Deixe-me ser o teu chão
E te abrigar em meu coração;
Que um amor por toda vida?
Seja o amor que você queira primeiramente
Antes de dar murros em ponta de facas!
Eu sou elucido em minha confusão
Independentemente da ação
Que me leva no inquietante
Amor incomodo, mas excitante;
Eu tento te esquecer
Ou te apagar da minha vida
Mas para onde eu vá você me leva para o teu mar;
Os olhos do meu coração toma o amor com certa excitação...
Tendo um tanto de amor leigo para o qual
Me aventuro em meu coração;
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
Faço esse verso de amor
Para desatar a saudade e frear a dor
Pois acelerar a paixão
É saudável ao corpo e também ao coração;
Quero te oferecer essa poesia
De bom grado, com amor nas entrelinhas
Mas se isso vier espantar você
Tente não me esquecer
Hoje não quero poema de amor
Mas também não quero me recordar da dor
Somente recite a realidade, por favor!
Por que acordei para querer o seja como for;
Não posso perder a esperança no amor por querer
Pois sei que em algum lugar alguém mereça
Todo o amor que tenho a oferecer;
O amor é bem mais cruel do que eu pensava
Chega arrebentando e vai espedaçando
Em seu intervalo é acalentador;
Ajoelhe-se ao meu amor... E se entregue para nos amar...
Deixar-me-ei admirar o teu corpo nu, a tua lucidez um tanto elucido;
Que te exaltarei com honra e dignidade de uma mulher
Mas não qual quer mulher... E sim a minha;
