Poemas Realidade da Vida
O maior inimigo de seus sonhos é o comodismo. Enquanto você não resolver tirar essa bunda do sofá, este inimigo vai continuar ditando as regras e sufocando seus objetivos.
Videogames? Até gosto, mas evito ter em minha residência.
O motivo? Detesto ladrão de tempo. Já bastam os muitos diários.
É plangente que existam milhares de pessoas que não se importam como, ou se serão bem lembrados quando tiverem que partir.
Seja amigo da prudência. É muito arriscado mergulhar de cabeça sem certificar-se da profundidade das águas.
Existe algo melhor pro olfato que amontoado de livros velhos? Nem restaurante que serve comida caseira consegue ser tão atraente.
Dessas últimas décadas de governo do PT, o único "legado" visível é a bestialização da juventude diplomada.
Nunca tive medo de mudanças radicais. Aprendi desde cedo a sair da zona de conforto, a mudar de rota, a seguir na contramão do que parece ser o mais natural. Deito e acordo pensando no que eu posso fazer de bom pro futuro de minhas gerações, na consciência de que o tempo passa rápido e que falhas podem atrasar nossos objetivos. Mas de uma coisa tenho certeza, Deus é muito bom comigo!
Que nosso alento seja não mais restringir a estima pelo próximo, pois a empatia é a bússola da resiliência em nossa busca por um Brasil mais próspero. Despender amor, com generosidade, é aumentar a própria riqueza interior, pois quanto mais se dá, mais se possui.
Indagaremos, um dia, com fervor, se ousaremos proclamar, de forma inquestionável, que somos brasileiros, incansáveis e resilientes. Cantaremos, novamente, com fervor e paixão, a melodia do orgulho e do amor por nossa terra. Quem sabe, ao rodar a bola sobre o verde gramado, ecoaremos mais uma vez essa canção de unidade e esperança.
O ano de 2015 se encerrou com uma marca triste. Foi um ano triste, onde milhares de brasileiros passaram a padecer com a falta de um prato de comida, ou até mesmo - principalmente - uma fatia do pão da expectativa.
Em 2015, nós brasileiros fomos pegos de "surpresa" por uma crise moral, ética e financeira. Tal crise, anunciada, fez com que passássemos a tirar da gaveta o vocábulo ECONOMIA; tendo-o na ponta da língua. ECONOMIZAMOS no gás, ECONOMIZAMOS na energia, ECONOMIZAMOS na água e até sentimos a necessidade de pôr mais água no feijão para ECONOMIZAR.
O fundamentalismo islâmico, como a Al-Qaeda, não tem relação direta com as raízes do Islã, ou com o principal fundamento da religião islâmica. O extremismo islâmico não pode ser categorizado como a feitoria de todos, assim como a Madonna não pode ser a referência “cristã” aos muçulmanos. Fatos como esse levam muitos seguidores da religião de Maomé a crer que o Ocidente é o grande satã.
A finalidade do Islã é a formulação de uma sociedade teocrática, uma forma de governo em que a autoridade, proveniente dos deuses, ou de Deus, é exercida pelos seus representantes na terra. Em vez de proclamarem somente os dogmas e os princípios morais, os teólogos muçulmanos, junto aos seus legistas, elaboraram um direito completo, sobre o fundamento da revelação islâmica, o de uma sociedade idealista em que um dia “esperam” estabelecer-se numa sociedade totalmente submetida ao Islã.
O que realmente precisamos para resolver os problemas relacionados à inclusão social nas escolas? Precisamos de um ensino que envolva o aluno, proporcionando significados mais humanos.
O termo "integração" pressupõe a independência do indivíduo, como uma forma de ajuste social por esforço próprio. Já a "inclusão" representa a responsabilidade social, o envolvimento de todos em favor de uma causa. A inclusão, como mobilização social em prol de uma causa nobre, tem uma relevância mais suprema.
Como podemos perceber, os programas desenvolvidos pelo Estado parecem querer que o aluno com deficiência se adapte à sociedade, em vez de a sociedade se adaptar ao aluno excluído do contexto social.
Qual é a probabilidade de um aluno com deficiência se adaptar ao sistema educacional atual? É um jogo de responsabilidades em que as políticas públicas não oferecem formas mais eficientes e favoráveis aos excluídos. Com isso, quem perde é o aluno com deficiência e a própria sociedade, que deixa de exercer sua cidadania e formar cidadãos por direito e dever.
