Poemas Realidade da Vida
O que é a vida,
senão uma passagem?
Aqui estamos,
mas não ficaremos...
por isso, aproveite-a
e faça com que seu caminho
seja, de fato, inesquecível!
Uma emoção desmedida,
um desejo inegável
e uma certeza no coração:
DEVEMOS APROVEITAR A VIDA E OS MOMENTOS,
PORQUE A DESPEDIDA
É INEVITÁVEL!
Resolvi seguir sorrindo...
seja como for, irei em frente.
Pedras pelo caminho
posso encontrar,
mas nas mãos de Deusquero ficar.
Assim, poderei me sentir protegida
e me abrigar
desse grande enigmaque é a vida!
O que sei e
o que conheço
é tão pouco...
ainda há muito
o que aprender,
mas continuo
confiando no processo...
A VIDA!
O tempo está passando...
O tic-tac do relógio
faz a mente questionar...
será que nos perderemos
ou nos encontraremos pela vida?
Num piscar de olhos
você vê o tempo passar
a vida correr
sem pedir licença
sem te esperar...
e assim, o relógio continua
com suas batidas ininterruptas
Busquemos a simplicidade da vida, os pequenos gestos de amor, os abraços apertados e as risadas compartilhadas. Encontremos tempo para cultivar relacionamentos verdadeiros, para estar presente na vida daqueles que amamos e para expressar gratidão por tudo o que somos e conquistamos.
A felicidade não está em ter mais, mas em valorizar o que já possuímos. É nas coisas simples que encontramos a plenitude, é nos momentos singelos que o coração encontra a verdadeira alegria.
Vivamos cada dia como se fosse único, aproveitando cada instante com intensidade. Não deixemos que as preocupações nos impeçam de enxergar as oportunidades e os presentes que a vida nos oferece.
Em meio a essa jornada, descobriremos que a felicidade não é um destino, mas uma experiência que se manifesta em cada passo que damos. Sigamos em busca de tudo o que nos faz vibrar, amar e sorrir. Pois, no final das contas, é isso que realmente importa...
- Edna Andrade
Sonhe alto, deseje o melhor
e faça acontecer!
Não espere a vida findar
para perceber
que é preciso
tomar atitudes
para ser feliz!
Quero aproveitar o tempo,
sem me preocupar
com as horas que passam...
Eu quero me perder
no doce balanço da vida!
E por falar em vida...
APROVEITE-A!
E por falar em amor...
PERMITA-SE!
E por falar em você...
CUIDE-SE!
AME-SE!
VIVA!
Aqui, no meu mundo,
vou aprendendo e amadurecendo
com as lições da vida.
Se assim não fizermos,
ficaremos para trás!
Quando entendermos que tudo é parte de um ciclo natural, podemos aprender a aceitar as mudanças como uma oportunidade de crescimento e evolução. A dança da vida, nos lembra que devemos nos adaptar a essas transformações e fluir com elas, em vez de resistir ou se prender ao passado...
- Edna Andrade
A Árvore Invisível
No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.
Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.
"Houve um tempo em que os jovens ouviam ótimas músicas, havia bons programas na televisão, filmes agradáveis no cinema, amigos leais, diversão sadia nas discotecas ou nos bailinhos!... O que foi que aconteceu?!"
