Poemas que Falam sobre o Olhar
Bunga Pecah Kaca
alva como a Lua Cheia
encanta o olhar
que a lê como um poema.
...
Bunga Tiga Bulan
crescendo selvagem nas encostas,
Faz parte das minhas memórias
e das minhas poesias amorosas.
...
O florescer da Bunga Bangkai
sob as estrelas do céu da Pátria,
O revelar dos mais magníficos
poemas e deste nó que não é nó,
e de tudo o quê não nos ata,
descobri que nunca fui só.
...
Begonia Merak florescida
enfeitando o meu olhar
e concedendo a vida
ficar bem mais colorida.
...
Begonia rajah florescida
no jardim do amor,
Tem tudo de poesia
e de doce candor.
...
Algo que penetra
como Kunyit na terra
e o paladar tempera,
É a busca do poeta
que não se encerra.
Sem temer
a noite escura,
Com o olhar
preso na Lua,
Sou a sereia
que mergulha,
Na correnteza
em busca de
levar de volta
para a terra firme:
Um General
e uma tropa
que estão presos
num obscuro oceano
profundo de injustiças,
e sem certeza nenhuma
de quando esta e outras
tragédias irão terminar.
O brilho do olhar
que veste, envolve
despe e declara
que no teu coração
já tenho endereço;
e alcanço muito
mais do que apreço.
És igual a sorte
de quem encontra
um lindo Uirapuru
cantando na mata;
logo não será preciso
dizer mais nada.
Nossos lábios bem
rentes nos guiarão
com amor, paixão
e desejos sem
nós intermitentes.
Não és uma lenda,
és realidade plena,
que empolgada
me leva facilmente.
O teu olhar feiticeiro
cheio de liberdade
e mistério das florestas
faz que floresça tal
qual o Sombreiro
levando-me do teu jeito
e toca tão fácil o peito,
Buscar o caminho
de volta não mais reconheço,
Elegi em ti mora o travesso
para me virar a melhor parte
do teu amor que mereço.
Enroscar-me no trono perfumado,
mergulhar no teu olhar apaixonado,
Sentir o teu respirar entrecortado
com o meu entregue pacificado.
No silêncio carregado de emoção,
nas trocas de toques demorados,
Na proximidade repleta de sedução
e atração potente e sinestésica.
Não é preciso manter o desejo velado,
e sim cultuar espaços irreprimíveis,
Doces alternâncias de submissão
e de poder - pitangas íntimas secretas.
Com trocas de mimos e segredos
profundos entre pele com pele,
Não existem vestes edênicas melhores
do que as nossas e o que ferve.
Repousar no joelho
mais aconchegante
e encaixar o rosto
com o olhar imperioso,
Erguer e beijar-te
o queixo em gaze
absoluta de desejo
muito bem feito.
Licenciar ao clímax
com gosto as altivas
curvas intumescidas
aos frêmitos discretos,
Dos meus e dos teus
arrebóis carnudos
e dos néctares febris.
Fazer as nossas trocas,
e cravar no broto erétil
- as ávidas dobras
com sabor de uvaia
para recordar o selvagem.
Deixar que as falanges
deslizem sobre minha
cintura e encontrem
eflúvios de loucuras
devotando ternuras.
No ápice de tudo
o que é só nosso,
O quê vier eu juro
que contigo topo,
com total entrega
do direito à incandescência
efusiva das cútis,
para que nada contenha.
Para que se fulgurem
se libertem, se percam
e se encontrem invictos
o que somente se mantém
em festividade intimista,
com tremores voluptuosos,
mergulhados totalmente
em sulcos intensamente
úmidos e compartilhados,
- sem pulsares velados,
e altamente escandalosos.
O meu olhar segue na altura
do voo do Condor-dos-andes,
eu estou presente em cada
passo do último bastião
da verdadeira alma popular
da minha América do Sul
que não canso de adorar.
Os rostos cansados,
as mãos calejadas,
os sacrifícios sem par,
as expectativas frustradas,
as palavras engolidas,
dos mineiros bolivianos
- merecem ser respeitadas.
Um ninguém que se acha
alguém estando ou não
com o poder na mão,
que não consegue respeitar
quem é capaz de descer
até as profundezas
para erguer um país inteiro,
já morreu por dentro
- só não tem conhecimento.
Uma mensagem com o fundo
preto nem mesmo em momento
de guerra eu e o mundo inteiro,
nunca vimos nada parecido;
quem conhece a linguagem
do poder reconhece o perigo
mesmo neste dia natalino.
Ou melhor, sabe muito bem
que é a prova pública do caráter
de quem é incapaz de respeitar
- nada nem ninguém,
que não vale um vintém;
e se nutre do lucro mortem.
Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.
Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.
Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.
A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.
Sob a fé como escudo austral
e a florada da Caroba branca,
Não desisti de ensinar a olhar
para o céu a qualquer hora,
Pois a tranquilidade de outrora
faz muito tempo que escorreu
entre os meus e o seus dedos,
sei quem desejam que colapsemos,
-- e nem amanhã acordemos.
Promessas e superioridade
alheia não salvam ninguém,
Não cultive o amor ao nosso
chão só quando convém,
Porque eles só fazem algo
somente vendo a quem,
Alguns precisam entender
que eles ignoram o nosso bem.
A asfixia da cápsula do tempo
se repete implacavelmente,
estamos no revival do século XIX
por quem prega que pertence
o Hemisfério Ocidental,
sem pudor de repetir a fórmula
atroz em Fort Snelling,
não sei o que se passa com
os três presos da Oglala Sioux.
Mesmo que tentem apagar
a graça de olhar a Via Láctea,
nada me impede de ler
a progressão que me leva
do visível ao invisível,
e do tátil ao espiritual - enleva,
o amor divinal que pode ser
dito em letras, verbos e silêncios.
Nadando em límpidas águas rasas
tal como Cisne-de-pescoço-preto,
O olhar tem a altura de um Coihue,
e no coração guardo-te o segredo
de amar sem nome, sem rosto
e que sequer tenho o endereço.
Sei que de tudo o que mereço,
mas afinidade e tanta que de ti
nem que eu queira me esqueço,
Essa é a razão que insisto por
ânsia de amor e pleno desejo.
(Sei que não tem um só dia
que não me namore em silêncio).
Venero-te como o Tingui-preto
finca as raízes na terra serena,
O teu olhar apolíneo me rega,
concede milhões de asas --
e ainda não nem é primavera.
Do Tingui-preto com carinho
preparo a surpresa de banhar,
O meu ser de Mata Atlântica,
é o teu paraíso de descansar,
entregar e de doce enredar.
Como a palma da minha mão
é o caminho para o coração
sem tempo e sem distância,
Porque de ti sou eu a ilustre
habitante sublime e romântica.
Lantana
Só de olhar uma Lantana
florescida fico inspirada
a ser nas tuas mãos a poesia,
Eu sei que você me tem
no coração com muita alegria.
Às vezes, um olhar revela muito mais do que as palavras podem expressar.
O olhar abraça, acalma, chama... e até mesmo confessa o que a boca não consegue dizer. É como se o olhar fosse uma linguagem silenciosa que fala direto ao coração. Nutrir o sentimento que vem dele é essencial, pois é nesse olhar que encontramos conexão e compreensão.
O olhar ilumina, sorri e transborda alegria quando vê a pessoa certa.
E sabe o que é mais incrível? Quando olhamos para quem amamos, a luz, a paixão e o amor refletem de volta, criando um ciclo de amor e conexão.
Olhe para quem você gosta por alguns segundos... e veja como o amor retorna para você em forma de olhar.
No Oceano do Teu Olhar
Um oceano esplêndido, com os raios de sol refletindo sobre as suas águas — é o que eu vejo quando observo o teu olhar, os lindos espelhos da tua alma, reflexo de um universo emocionante, atraente, singular, onde poucos têm acesso; infelizmente, eu não sou um deles, mas, pelo menos, tenho o privilégio de poder observar através do meu senso poético e, assim, colocar essa observação profunda nesses versos.
Ao teu lado, a vida perde o peso do mundo,
O soju é brinde a quem soube esperar.
Em um olhar rápido ou no beijo profundo,
Encontrei meu destino, meu porto, meu lar.
Seja na rocha fria ou na grama macia,
No acorde do violão ou no toque da mão,
Estar com você é a eterna alquimia
Que transforma o comum em pura oração.
Obrigado por ser meu farol e meu porto,
Por fazer do agora o melhor lugar.
No calor do teu peito, o cansaço é conforto,
E a felicidade é simplesmente... te amar.
-------- Eliana Angel Wolf
TANKA 006
Oh suave olhar!
Na estrada do impossível,
Esse meu desejo:
Sentir os teus lindos lábios,
Nesse poético enredo.
-Sonhos de uma abelhinha...(Débora)
Roubaria seus olhos para olhar-me neles sutilmente.
Roubaria suas mãos para acariciarem as minhas gentilmente.
Roubaria seu sorriso para expô-lo frequentemente.
Roubaria seu coração para tê-lo amavelmente.
Roubaria você por inteiro para que me amasse eternamente....
☆Haredita Angel
Tem gente que não merece nem o teu olhar,
mas vive implorando migalhas da tua atenção
como quem bate na porta de um castelo
trazendo lama nos pés e ego nas mãos.
Nem toda presença merece acesso.
Tem gente que entra na tua vida
só pra testar o quanto consegue destruir
antes de chamar isso de amor.
Teu silêncio já é luxo demais pra certas almas.
E teu desprezo?
Quase uma obra de caridade.
Porque tem gente que não merece nem o teu olhar…
imagina o teu coração.
Autor: Lucci Santz
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