Poemas que falam do Silêncio
"O silêncio é considerado o momento em que o Ser encontra o Infinito, uma pausa necessária para ouvir a própria essência e a "voz" do cosmos."
Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.
Quem não valoriza o laço hoje, não deve se surpreender com o nó desfeito amanhã. O silêncio da ausência é a resposta para quem não soube ser presença.
"O silêncio não é vazio, mas um estado de escuta e comunhão, onde o coração se reconecta com o Todo e com o divino."
“Se você sente que precisa de espaço, fale. O silêncio machuca mais do que a sinceridade. Quem te ajuda merece ao menos saber que a importância dela não se perdeu, que o afastamento não é falta de carinho, mas uma necessidade sua. O mínimo que se deve a alguém que soma é clareza.”
Esse silêncio, essa dor, é trocável, e genuína, hoje eu a senti profundamente tocando o meu peito, ouvi o meu coração gritando e as vozes ecoando na minha cabeça para eu reagir e transformar tudo em força, pude ver os meu vasos sanguíneos como em um raio X e senti-los, a conexão com cada celula ..
... Eu estava tendo um princípio de infarto.
A grande crueldade do silêncio é essa: Ele não mostra nada de quem partiu, mas deixa quem ficou com todas as perguntas e nenhuma resposta.
O silêncio edifica nosso olhar sobre todas as coisas, tem o poder de descongelar nossas emoções, movimentando nossa vida em momentos mais harmoniosos, conduzindo-nos para favoráveis e maduras manifestações.
“Carrego em silêncio um peso que ninguém vê: a estranha culpa de ser abrigo no coração de quem me escolhe, como se eu devesse explicação por simplesmente ser alguém que marca, que fica, que é impossível de passar despercebida.”
— “Gostam de mim no silêncio, nos detalhes… porque eu sou daquelas que não precisa forçar pra marcar.”
Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.
A forma como você enxerga o silêncio define como você atravessa ele. Se você interpreta como abandono, vai se fechar. Se interpreta como processo, começa a observar.
Às vezes, o silêncio mais tranquilo esconde os maiores desencontros, e ninguém percebe quando a gente ainda está tentando se encontrar por dentro
