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Poemas que falam do Silêncio

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As palavras dos sábios, ouvidas em silêncio, valem mais do que os gritos de quem governa entre tolos.

O silêncio de um coração magoado grita tão alto, que o cego enxerga, o surdo ouve e o mudo fala. Porque embora ninguém veja um coração magoado, todos ao redor o sentem.

Prefiro a música, porque ela ouve o meu silêncio e ainda o traduz, sem que eu precise me explicar.

Admiro pessoas que sabem usar as palavras, mas prefiro as que sabem me deixar em silêncio.

O silêncio é a maior demonstração de insensibilidade, covardia e frieza em relação ao sentimento e sofrimento alheio.

Às vezes, meu silêncio fala por si. Prefiro ficar quieta do que explicar os meus problemas a pessoas que não se importam.

O silêncio mórbido machuca pela indiferença! O silêncio da compreensão é um bálsamo! E o silêncio interior ensina e faz crescer. Pois o barulho não está fora de você, mas sim na sua mente. Aquiete a sua mente e compreenda-se primeiro para depois poder o outro compreender.

Muitas vezes o silêncio é a melhor resposta, porque palavras em excesso se tornam desnecessárias quando não são para edificar. O silêncio responde, o silêncio acalma e nos faz entender o que palavras não expressão. Então silencie nos momentos mais difíceis e peça a Deus para resolver, Ele é sábio, e sempre age ao nosso favor. O segredo de um vencedor é saber a hora de falar e a hora de silenciar para que Deus fale por nós.

Quem não entender o seu silêncio, provavelmente não vai entender suas palavras.

Na dúvida, escolha o silêncio. Ele incomoda, irrita, chateia, não gasta sua energia e ainda por cima preserva sua imagem.

Porém, meus olhos, minha cor perdida, meu sorriso, meu silêncio, por mim falam, e não dizendo nada, digo tudo.

O coração humano tem tesouros ocultos. No segredo mantido, No silêncio selado… Os pensamentos, as esperanças, os sonhos, os prazeres… Cujo charme se romperia se revelado.

Aprendei a ouvir no silêncio a voz de Deus,
que fala no mais fundo de cada um de nós.

João Paulo II

Nota: Papa João Paulo II - L’Osservatore Romano - ed. francesa - 16.10.2001 p.1

E onde o amor for infinito, que eu encontre o meu lugar.
E que o silêncio da saudade, não me impeça de cantar.

Eu queria ser invisível, para em teu quarto entrar e no silêncio da noite, teus lábios beijar.

No silêncio mortal, todos os detalhes de repente se encaixaram, numa explosão de intuição.

Sou de paz, e faço do silêncio minha arma de proteção, meu argumento, minha defesa, minha sinceridade e meus sentimentos em foma de palavras mudas. Não gosto de confusão, nem de conversas bobas. Procuro viver bem com todos e não me oprimir por aquilo que não vai mudar nada em mim, o que é certo, é certo, sempre terá o meu apoio, o que é errado tem apenas o meu distanciamento e o meu jeito de viver a vida sem carregar pesos desnecessários. Evito a fadiga.

Vivemos, de fato, em um mundo carente de solidão, silêncio e privacidade, e, portanto, carente de meditação e amizade verdadeira.

“Eu não sou de demonstrar sentimentos, mas sou cheia deles… eu sofro em silêncio, amo com olhar e falo com sorrisos. Quem olha nos meus olhos e sorri o meu sorriso está conhecendo minha alma.”

Às vezes o silêncio é uma oração, às vezes a canção é uma oração. Depende de você... depende do seu coração.