Poemas que Falam de Sonhos

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Minha beleza está na minha essência e caráter. Acredito em sonhos, não em fantasias. Vou viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.

Um amigo íntimo é um dos meus ideais, um dos meus sonhos quotidianos, embora esteja certo de que nunca chegarei a ter um verdadeiro amigo íntimo.

Fernando Pessoa
Pessoa por Conhecer - Textos para um Novo Mapa. Teresa Rita Lopes. Lisboa: Estampa, 1990.

Mestre das Marionetes, eu controlo suas cordas
Retorcendo sua mente e esmagando seus sonhos

O mais digno de piedade entre os homens é o que transforma seus sonhos em ouro e prata.

Enquanto a lua e as estrelas beijam os teus sonhos, a magia envolva o teu sono, para um descanso pleno de amor, paz e doces bênçãos. Boa noite!

Sou um pedinte perdido no vale sombrio, lugar onde meus sonhos são assombrados por abantesmas que brotam de minha mente conturbada.

A depressão é um mar de pensamentos negativos, onde os sonhos e a vida vão se afogando lentamente.

É evidente que os sonhos partam das nossas mentes, mas isso não significa que eles não sejam reais.
Adaptaçao da frase de Alvo Dumbledore (Filme:Harry Potter)

⁠Eu te desejo uma boa noite, meu amor, e espero que você durma bem e tenha sonhos maravilhosos. Você merece tudo de bom que o mundo tem a oferecer, e eu vou fazer de tudo para te fazer feliz. Você está sempre no meu coração, e eu te amo mais do que você pode imaginar. Boa noite! 💖🥰😘

Amor é esperança. Abastece nossos sonhos. E se está apaixonado, precisa aproveitar. Por que amor não costuma durar pra sempre.

Um brilho, na beirada dos seus olhos, jovem menina sozinha, Com sonhos inacabados, pegaram sua alegria, seu eterno conto de fadas. Corromperam a alegria de uma mente tranqüilizada, Pelo som de um dia a mais, e o carinho do antigo amigo. Foi se embora pra tão longe, nem noticias lhe mandara. Levou com ele os sonhos dela, lhe roubou a esperança, Fez avião dos seus sentimentos, e os jogou fora ao vento. Não deu valor aos seus afetos, seus carinhos e olhares, Desacreditou de suas verdades, e suas lagrimas arrancou, Fez da menina uma sem vida, sem caminho, sem saída. Jovem sozinha que sem sorriso vivia, esperava mais um dia, Pra contar um dia a menos, lhe roubaram os sentidos, Os da vida e os de viver foi com medo se entregando, A longitude de você. Não sabia demonstrar a verdade que se vê, ela estava descabida da vontade de escolher. Fez dos dias o martírio, o castigo que escolheu o que mais poderia fazer, Se embora foi pra sempre um amor que não viveu. Bem longe ele vive sem saber o que causou, levou embora a alegria, Da jovem menina que encantou, com seus medos e incertezas, lhe roubou o coração, Hoje ela vive só, se fazendo de oração pra entrar nas linhas da historia que escreve na memória de uma única ilusão.

Perda
A verdadeira perda é quando nos perdemos em meio a promessas, sonhos e falsas esperanças...

E hoje você habita o mundo dos sonhos. Deixou de ser real pra mim, passou a ser o brilho de outros olhos...

Durma bem, amor! Bons sonhos! Estou com muitas saudades, mas a semana já está quase acabando e logo vamos estar juntos outra vez. Estou contando os dias! Te amo muito!

A música move minha alma, meus sentimentos, meus sonhos, pensamentos, meu corpo e minha mente... Ela transforma a cada dia, a cada entardecer e a cada noite, o meu estado de espirito.

Sorrir é iluminar um tanto a mais a escuridão dos sonhos ainda na fila de espera da realização...

Às vezes a escuridão toma conta, nossos corações são quebrados, mutilados e os sonhos destruídos, é como se não houvesse mais motivos para se viver. Mas sempre há uma razão que nos prende a esse mundo, um sonho, uma paixão ou até mesmo uma pessoa. Nunca deixe que tem impeçam de lutar porque nada é impossível se você acreditar. Sonhe alto e sua luz voltará a brilhar.

São incontroláveis os sonhos de agosto: se bons deixam a vontade impossível de morar neles; se maus, fica a suspeita de sinistros augúrios, premonições.

Caio Fernando Abreu
Pequenas epifanias. Rio de Janeiro: Agir, 2006.

Nota: Trecho da crônica Sugestões para atravessar agosto, publicada originalmente no jornal "O Estado de S. Paulo", em 6 de agosto de 1999.

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Me dê duas horas de atividade por dia e passarei as outras vinte e duas em sonhos.

Caminhando sempre, não importa quantas vezes eu caí. Sonhando sempre, não importa quantos sonhos ficaram pra trás. Amando sempre, não importa quantas vezes eu sofri. Confiando sempre, não importa quantas decepções encontrei. O que me resta, é o aqui e o agora. O futuro depende do presente, e o passado, eu deixo ir embora.