Poemas que falam de Sentimentos
Falo-te através da minha guitarra com sentimentos sonoros dando-lhe o entendimento em uma escala cromática...
Em alto e bom som explico-me em um compasso com duração de nota pontuada, sem pausas concretas tornando a minha ligadura convencional a você...
Pois eu também amo em bemol e sustenido sem transposição de tonalidade ou tempo... Não me altero com momentos agudos, pois o meu Bend duplo é a técnica de acalentar as minhas ansiedades;
Não demonstre medo mesmo por que o meu tapping consiste na combinação de hammer nos e pull offs para completar a minha harmonia;
Os momentos que escolho... São intensos e quentes no qual perca o pudor com os sentimentos verdadeiros... Portanto olhe no fundo de meus olhos e perceba todo desejo direcionado por você;
Quero ouvir o som de seus sussurros, gemidos com uma doce confusão entre corpos... Beije-me... Aperte-me... Me deixe te descobrir de um jeito inesperado de lhe conquistar;
Devora vagarosamente cada detalhe do meu corpo que pouco a pouco te despirei com as mãos salientes em um vago e longo momento...
E os sentimentos vorazes que gritam em meu tórax, se defendem do mulambo da língua paralítica que julga sem princípios e sentidos;
Mas com tudo os sentimentos são imensamente maiores do que a agonia da perigosa língua... Ah! Sei que inconsciente leio o obsoleto e ainda sim me assombro em pensar em perder os meus sentimentos;
Mas reconheço a substância dos sentimentos que nasce em meu coração...
"Vício do amor"
As pessoas não compreendem os meus sentimentos por você;
Algumas pessoas acham que é vício, quando se mostra imensuravelmente...
Mas eu sinto que é muito mais do que vício, é o amor verdadeiro;
Mas o medo é transparente, quando penso que se perder a esse tal amor, se ficarei na abstinência...
Com tudo, entrego o nosso amor ao Deus único que me conduz;
Te amo hoje e sempre!!!
Às vezes me sinto como um grão de areia
Um sentimento não tão límpido
No pecado entre veredas;
Mas com um amor imensurável
Sacrificando o meu caminho
pelo amor mais que desejável;
Diário de um pensador
"Eu tenho sentimentos inimagináveis dentro de mim, porém sem esperanças de quê sirva a alguém;"
Boa noite luz que ilumina o meu caminho, você me traz sentimentos que nem mesmo eu conhecia;
Que nem mesmo o meu coração sabia... Mas além de não saber, também acredita que estarás segura em seus sonhos;
Por que ninguém pode sonhar nossos sonhos e ninguém pode viver os nossos sentimentos;
Boa noite com sabor de suavidade, com atitude seletiva... Que alegra no bom descanso e sabor de fruta mordida;
No desejo do bom descanso e esquecer do peso do dia, daquele olhar enfadado irritado ou daquilo que por mais lhe prendia;
Eu só quero que a sua noite seja boa, seja uma noite perfeita e rica, rica de paz e descanso, com Deus é que todos nós precisa;
Os sentimentos não precisam ser aprisionados dentro do seu coração, quando a decepção ou a frustração vier através de quem não soube te amar;
APENAS, DEIXE A FILA ANDAR!
Não me faço alheio a nada nessa vida
Nunca precisei demostrar sentimentos no qual, me emotiva
Nem preciso explicar o do porquê das minhas lágrimas
Só não transmito em exagero a minha lástima
O que eu escrevo só faz sentido ao meu Dom
Resulta no entendimento que envolve uma fagulha do meu coração;
Respeito é sinônimo de bom senso
Respeito é sobretudo o que se espera de um sentimento
Por isso respeite a si mesmo
Não queira ser o que você não é por que ninguém consegue ser perfeito
E quem respeita sabe viver
Esse é o único caminho que serve para você!
A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
Gabiroba o sapinho mochileiro que pulava sempre muito alegre pelo caminho de casa encontrou uma corujinha que agora o acompanhava e falava das belezas da vida que a quietude guardava.
Existe uma força muito positiva querendo te conhecer e trabalhar com você e muitas maravilhas na sua vida fazer.
Não impeça essa força de fluir livremente em você e faça tudo aquilo que você tem que fazer sempre com boa vontade para sua vida florescer.
Pule com o sapinho Gabiróba no ritmo da vida muito alegre e gostosa pelo caminho fazendo amizades e sorrindo de graça preocupado com nada.
Trabalhe sempre sorrindo a vontade e fazendo amizades sempre com muito respeito em suas prioridades e as maravilhas da vida vão se alegrar com você e ficarem sempre por perto te fazendo crescer.
E seja como Gabiróba o sapinho que é um mochileirinho que pela vida viaja e nunca pega nada nem comida nem água que não tenha sido conquistado com trabalho duro e muita boa vontade.
" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.
A VIGÍLIA INTERIOR DIANTE DO MAR.
Do Livro: Dor, Alegria Dos Homens.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Ano: 2005.
"Vejo-me sentado à beira do mar,
com os olhos a perscrutar as ondas,
e as ondas a me segredarem um canto antigo,
minha alma em auréola silente,
balouçando entre a areia e o sopro do crepúsculo.
Meus papéis e tintas jazem aos pés da escuridão,
mas ó amada, contempla e sente,
pois das águas ascende o arpão invisível
que fere e consagra, que dilacera e recria.
Uma vastidão de estro arrebata-me
e entrega-me de volta o coração como oferenda.
Então o maestro das dores profundas
toma-me pela voz e pela carne
com o rigor de uma perfeição austera.
Ergo-me desse antro de sombras
e entrego-me à poesia mais pura,
aquela que nasce sem letras,
somente de espírito em brasa.
Das trevas ergue-se tua mão,
e eu te ofereço a flor mais rara do dia,
cultivada no inverno férreo da alma,
no labor severo de meu próprio suplício.
Resta-me, contudo, a onda derradeira
que me instrui sobre o amar,
entre papéis dispersos e o sopro da aspiração.
E de tudo o que me desfolha
ainda me floresces, amada.
As ondas retornam e batem nas pedras,
gravando nelas o testemunho do que fomos,
as marcas decantadas de duas almas consagradas,
errantes, mas unidas na devoção que não se extingue."
MINHA HORA TRISTE CREPUSCULAR.
Amo a hora morta em que o sino distante
Soluça pelas névoas do ermo escurecido.
Quando o céu, moribundo e vacilante,
Derrama sobre o vale um clarão amortecido.
Amo o cipreste imóvel junto às campas frias,
Os lagos sepulcrais dormindo sem rumor,
As folhas a cair nas longas ventanias,
Como páginas findas de um extinto amor.
Minha alma é semelhante às ruínas esquecidas
Que a hera funerária abraça em solidão.
Carrego nos meus olhos madrugadas perdidas
E um inverno perpétuo sepultado no coração.
Escuto pelas noites a voz dos cemitérios,
O murmurar dos mortos sob a terra sem luz.
Vejo espectros vagando entre os salmos sidérios
E luas consumidas sobre lúgubre cruz.
Oh. quantas ilusões desceram ao abismo.
Quantas flores morreram antes da estação.
Tudo no mundo exala um secreto cataclismo,
Tudo arrasta consigo um fragmento de extinção.
A brisa dos jardins parece um desalento.
O sol do ocaso lembra um sangue sobre o mar.
E até o riso humano possui no pensamento
A sombra melancólica de quem vai naufragar.
Quero dormir um dia entre mármores antigos,
Sob a relva ondulante dos claustros sepulcrais.
Dormir ouvindo ao longe os cânticos mendigos
Do vento soluçando entre torres medievais.
Porque minh’alma é triste como as torres vazias,
Como os sinos que choram na tarde outonal.
Porque trago no peito as pálidas agonias
Dos poetas malditos de um mundo espectral.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
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POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.
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