Poemas quando eu me Amei de Verdade
Eu tenho saudades vazias
E inspiração continua
Em um sonho de amor-verdadeiro
Para te encontrar em mim;
A palavra “Eu te amo” nunca é dita com verdades
E as verdadeiras nunca são expressas
Mas sim demonstradas;
Não me envergonho dos meus erros
Eu entendo que sou o universo
Um infinito de possibilidades
E o errado que ainda pode
Se extrair como o saber;
Em meu silêncio, às vezes me pergunto:
Será que estou me equilibrando como se deva?
E entre eu e o meu coração têm sentimentos que se exceda?
E a minha ingenuidade? Será que ofende a minha tristeza?
Vou vivendo nessa grande loucura em uma prisão ao ar livre
Em ser escravo de mim mesmo, pensamentos do que eu disse;
O indício de me envolver pela própria inspiração
Escrevo o que faz sentido ao meu próprio coração;
Estou me desorganizando para que eu possa encontrar
A minha ordem perdida em qualquer canto ou em qualquer lugar
Não quero me desorientar e deixar a minha construção desacelerar
O meu próprio coração para que ao final eu venha me afogar;
Sou estrangeiro de mim, desconhecendo o que sonhei
Livremente me asseguro pelo indício que errei
Sem pressa me estudo, conhecendo meu coração
Sou um romântico indefesso oferecendo a minha paixão;
Aconteça o que acontecer não pode deixar de se amar
É um amor que é verdade, um amor que não acabará;
Quantas desculpas eu tive quer dar
Para então conseguir escapar
Escapar do que me dava medo
Eu sempre fui sincero não por parte, mas sim por inteiro:
Mas nunca enganei um coração
Honestidade, caminhando pela paixão
Tenho orgulho do que sou se sou bonito ou não;
Eu sempre fui apaixonado pela minha vida...
É a minha consciência, é o meu equilíbrio
É uma mistura atrevida;
Perdoar eu já perdoei, o difícil é entender que nem todos fazem por merecer;
Necessito compartilhar o que sei, propagar o que faz sentido
Porque não mais teremos tempo de fazer o que é preciso;
Não preciso de opiniões
Não quero seus sermões
Não necessito de hipocrisia
Não tenho amigos, eu tenho irmãos;
Eu me acho um romântico perdido da história que já passou
Ignorado pelos ímpios maltratado pelo amor...
Pelo amor que não desperta da prisão que não fora aberta
Mas da forma como eu amo choro a perda da minha bela...
Bela de mim que nem sei pra onde foi
Se escondeu com todo medo ou sentimento que se impôs;
O que serás de mim menina da minha vida
Como um brinquedo eu sou ignorado dramátizando o que não fui ainda;
Acho eu que não nasci para ser normal
Não me adapto a multidão, sou louco e anormal;
A minha ignorância é uma dádiva que me livra de qualquer frustração;
Acho eu que agora preciso da sua atenção
Não por moda ou medo de aceitar um sim ou não
Mas para que eu consiga dissipar a solidão
Limpar as magoa que ficaram
Que mesmo sem amor, eu lhe enxergue
Como um amigo ou irmão;
Eu sou um louco apaixonado
Mas estou ferido, não fisicamente
Mas sentimentalmente ao ponto de magoado
Eu só sei que devo seguir em frente
Levantar a cabeça e viver constantemente
É a ordem da vida, não se deixar levar
Insistir pelo que acredita lutar e lutar;
Essa é a minha cultura nas margens apaixonantes
Quero muito mais em um admirar
Para ser visto como impressionante;
Eu sou livre para buscar o que eu quiser
Livre para provar a quem dúvida da minha capacidade
Tropeço, mas nunca caio e fico no chão, mas eu sonho
E busco com responsabilidade em tudo aquilo que me faça vencer;
Não peque como eu pequei
Pois perder aquilo que não tem preço
Dói muito mais na alma que no coração;
