Poemas quando eu me Amei de Verdade
Se fosse escolher entre seguir ou me perder,
entre a certeza do sim e a duvida que o não dar,
escolheria me perder por completo
só para me reencontrar diante de teu olhar.
Seja Você
Maquiagens não irão adiantar,
seja você não importa o que os farão pensar,
seja em razão do que é, com vontade de ser,
não adianta satisfazer aos outros e desagradar você.
Fique tranquilamente... há alguém que faça-te feliz... mesmo voce não sabendo... ou não querendo ver... ( balançando os ombros) :P quer voce esteja triste, não espante-se, à Felicidades sempre aparece... :P e ser feliz para sempre, como eu faço?... como desligo a Tristeza definitivamente?... não quero mais... já a vivi bastante... o.O ... ou desvivi, sei lá... :P ( o.O sempre com língua) mesmo sabendo que à Vida aparece e outrora à Tristeza aborrece... o.O não consigo explicar o que meu Coração quer falar... :P ... quem manda o Coração querer falar, né?... já pensou o Coração falando?... o que ele não iria dizer... o.O :\ DEUS PAI (JESUS)... sabe TUDO que somos... e mesmo assim perguntamos... duvidamos... :P o.O ... PAI ... Para o ai ... :P quero dizer que á palavra "Pai" quer dizer "para o ai" ... o.O "P" de "para" e "ai" ... sempre quando tem um ai, é para lá que vamos... casa de DEUS... o.O ficamos apertados... Já à palavra "Mãe" vem de "Mão" ... Mão... apoio... segurança... e o Pai simboliza que nunca há problemas... -_- (muito sono) ... até mais então... o.O ... quero que saiba que pode abrigar-se em meu Coração, pois tudo que cabe lá é teu bem querer... ;) ?
QUERO PAZ!!!!
À TODOS!!!
NADA MAIS!!!
QUE TODO RESTO ACABE-SE...
Nada é tão simples, nem tudo é tão complexo. A homogenia da
flor e o voo do beija flor não são tão simples como parecem.
E não é tão difícil conduzir um lápis para que se produzam gravuras que parecem tão complexas. A vida num todo é simples, o amor é muito complexo.
A simplicidade de um raio de sol e a complexidade de uma bomba Atômica são tão similares, mas os olhares são complexos, o que os meus olhos veem nem Freud explica.
Nada é tão complexo. Nem tudo é tão simples.
Com os olhos cheios de lagrimas, escrevi diversas vezes para você, tentando explicar tudo isso que eu sinto aqui dentro. Porque por momentos me sinto tão aliviada em colocar para fora esse sentimento, as vezes é difícil de guardar tudo isso aqui dentro. E contar para um outro alguém, não resolveria, porque ficaria ainda mas transtornada. Ninguém entenderia, eu sei. Ou até me entenderiam, mas já consigo prever os conselhos: ´´ ele não vale a pena ´´ , ´´esquece ele menina.´´ Então eu te escrevo, mas não te envio. Porque provavelmente você irá achar que sou maluca, mas sabe? Isso é amor. E mê desculpa, não sei lidar como isso. Eu não escolhi sentir tudo isso por você, simplesmente aconteceu. Não sei como explicar.
- Alguém que nunca vai saber. - Leticia Lima.
A minha vontade é de te encontrar e dizer logo de uma vez, sem parágrafos, virgulas e pontos tudo o que eu sinto. É tão difícil, porque nem eu mesma sei e mesmo que soubesse com certeza ficaria vermelha, a voz não sairia.
- Leticia Lima.
Queria estar ae com vc agora...
Olhar nos teus olhos e dizer o quanto vc é linda...
Tocar suavemente seu rosto e beijar seus lábios...
Como se não existisse mais nada...
Como se não existisse mais ninguem...
só eu e você.
Era uma vez um príncipe chamado "P"
um lindo botão chamado "S"
um monstrinho "B"
e um gênio "L"
Era uma vez uma guerreira,
uma guerreira mãe,
uma mãe "IZA"
Era uma vez coração,
coração apareceu de repente , e
assim tão de repente quanto sua aparição foram os olhares.
Eu olhei para coração
Não sei bem se coração me olhou
Talvez sim, talvez não...
Era uma vez uma garota,
não frágil , não dócil,
não bruxa, nem fada.
Era uma vez um escudo
e era uma vez ALINE.
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
FELIZ CONSIGO MESMO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ser feliz consigo, de forma simples,
sem dependências....
Apenas ser porque está vivo.
Com aquela alegria que vem de dentro.
Movimentando e sustentando a felicidade:
apenas ela, a sua luz e você.
Que você não divida a felicidade: Apenas multiplique.
E caso perca este múltiplo.
Não fique pela metade.
A felicidade tem que ser sua.
Construída por você, zelada por você.
Originalmente, pertencente, branca, paz, sua...
Não dê ela a ninguém.
Apenas use-a para despertar a felicidade do outro,
fazendo-o descobrir que é possível ser feliz.
Mas não com a sua presença e sim com ele mesmo.
E se um dia sofrer: Chore!
Deixe a água sair com aquele gosto de soro.
Limpando, suavizando o espírito e o corpo.
Será apenas a sua felicidade precisando ser lavada.
JOSÈ WILKER (Autor: Henrique R. de Oliveira).
E de repente a luz se apagou
A plateia se calou
E a cortina fechou.
Sem prenuncio
De surpresa
Sem rima para seu sobrenome
Na poesia sem graça
E agora José; disse Drummond
Viu que é verdade
Viu que acabou
Wilker e Viu que.....
José se foi.
CONTEMPORÂNEO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Lá se vai o suor proveniente do desgaste.
Vai a luta molhando a face.
Porque a vida não é fácil.
E de ferro finge a carne.
Porque preocupação é um vírus
E em excesso abate.
Manifesta no semblante.
E adoece a alma.
Pesado viver contemporâneo.
E na multidão caminhar sozinho.
Enferma sociedade.
Com psicológico em desalinhos.
MARIA E A PRECE ( Autor: Henrique R. de Oliveira).
Maria com voz baixa
faz uma prece...
pra chegar ao céu,
mas dispersa ao vento...
No tempo que fez do seu dia,
a boca clamar
o corpo curvar
e a alma doendo.
E apressa a prece.
Se apresse prece!
E a solução não atende.
Maria desconhece
que algumas turbulências,
tem um significado
lá na frente.
Mãos postas, joelho e chão: Maria.
Rosto molhado, pele e suor: vida fria.
E de todo amor e fé,lábios quentes.
Quarto fechado,cotovelo apoiado
no lençol estampado ardia.
A ardência, Maria....
Que te fez assim neste dia.
Curvar-se em prece.
pra verticalizar a alma
que desenha a face abatida.
Criando forças, embora prostrada
pra enganar a armadilha.
Do laço nos pés e desatar fugindo.
enganando o falso destino.
Que te puseram p/ lhe desviar do caminho...
E você fingindo um óbito da vitória,
mostrando derrota pra vencer.
Porque para o inimigo, curvar-se é perder,
sofrer, entregar-se e ceder .
Mas a força do gesto é mais forte que a prece
E só o céu entende.....
Maria e a prece no quarto fechado.
Desata o nó p/ vida à frente.
Coisas de Maria.....
FILHO ADOTIVO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
A poesia me adotou desde criança.
E como filho
na rebeldia ou comportadamente
descrevo.
Todo meu apego
nas palavras que me amamentam dia a dia.
E repousam no berço de papel os versos da poesia.
Onde engatinho até aprender caminhar.
Transfigurando no tempo a face até ficar senil.
Fiel acompanho os pais adotivos,
até a inercia das mãos, fim.
E que se eternizem os poemas vindos de mim.
A CHUVA (HRO)
a chuva
pra matar a saudade.
Só a saudade.
A chuva
pra inundar a vontade.
Só a vontade.
A chuva
pra transbordar de felicidade o agricultor.
Só a felicidade.
Uma chuva precisa.
Como o povo precisa:
nutrindo a terra
e encontrando o rio.
Sem danos.
SOM DE GAITA ( Autor: Henrique R. de Oliveira).
O som da gaita é triste
na boca riste que toca
arrancando a nota
e a melodia existe.
Como Stevie Wonder
onde seus olhos escondem
e a sua musica responde
o sentimento expelido.
No sentimento do sopro
se dissipa a melodia
e o que não existia
O som da gaita exibe.
SINAIS. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
DEUS não escreveu à Bíblia inteira... escreveu só um pedaço... esta aguardando-nos escrever o resto... então temos que caprichar... fazer bem feito... tem que ficar DIVINO! ;)
(de Campos, Cris)
A realidade
Normalmente em nossa vida há situações boas e ruins, é assim que todos nós aprendemos a viver, porque as coisas nunca serão fáceis, isso dependerá de nós mesmos.
Vivemos em um mundo resumido em pessoas querendo se vingar uma das outras, pessoas amando, pessoas sofrendo, pessoas enganadas, pessoas tristes, alegres...
Na maioria das vezes presenciamos pessoas sofrendo por amor, para que sofrer por alguém, se essa pessoa pode simplesmente fazer alguém muito feliz? Imagine se amassemos o próximo como amamos a nós mesmos, na verdade as coisas são fáceis quem complica somos nós.
Mas perante a tantas dificuldades, nunca deveremos dizer “deixe a vida me levar” eu penso que devemos aproveitar cada momento e amar como se não existisse amanhã, porque se nós não levarmos a vida, ela nos leva de qualquer jeito.
Ó, é tão triste olhar naqueles olhos secos
sem nenhum tipo de sentimento
nenhum tipo de toque
uma espécie de raiva
de ódio pela vida
que não o consome.
