Poemas quando eu me Amei de Verdade
TODA moda cultural inventada por intelectuais de esquerda é prelúdio sedutor de crimes abomináveis. O multiculturalismo é o enésimo exemplo.
As pessoas que mais se angustiam na vida são aquelas que padecem de uma desesperadora falta de problemas.
Nunca estudei a filosofia de fulano ou beltrano para conhecê-la apenas, mas para ver se com a ajuda dela conseguia apreender algo dos objetos a que se referia. Se não me ajudavam nisso, perdia todo interesse por elas, mesmo porque não estava em busca de um DIPROMA.
Será que ninguém neste país percebe a diferença entre os que opinam em busca de vantagens grupais e o escritor que só expressa a sua opinião pessoal com sinceridade?
Saber o que os filósofos disseram sobre isto ou aquilo é, segundo Aristóteles, o começo da investigação filosófica. No Brasil é a finalidade dela.
Como não consegue acreditar seriamente que vai alcançar sucesso, o brasileiro acha mais seguro apostar no fracasso alheio.
Amar alguém não é precisar dela para ser feliz, mas saber que pode ser feliz sozinho e ainda assim dejesar compartilhar a própria felicidade com outra pessoa.
A grande tolice da humanidade foi fazer do amor uma idéia. O amor é o instinto. Dar-lhe cérebro é entristecê-lo.
Já quebrei promessas, mas não perdi a confiança em mim de um dia poder cumpri-las, a vida vai me dar essa chance!
O que ri vulgariza-se. Para que o riso não degrade é mister que encubra a ironia, atenue a frieza da serenidade, ou seja a flor vermelha e fresca que absurdamente se interpõe entre ramos e frutos de Sabedoria e de Tristeza. O Sábio não ri, senão quando em tudo que lhe vai na alma o menos importante é o riso.
Seja bem vindo a realidade produzida pelo seu cérebro por meio de impulsos Bio-elétricos. Consegue adivinhar de onde vem o sentimento que produz isso?
“Conhecer a língua portuguesa não é privilégio de gramáticos, senão de todo brasileiro que preza sua nacionalidade. É erro de consequências imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber escrever. Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos.”
Com cinco ou seis termos de arte, e nada mais, dá-se ares de conhecedor de música, quadros, construções e manjares: pensa-se ter mais prazer do que os outros em ouvir, ver, comer; impõe-se aos seus semelhantes, e engana-se a si mesmo.
"...Só Existem três acontecimentos importantes na vida: nascer, viver e morrer... Não sentimos o primeiro... no viver, sofremos porque temos que morrer... ao morrer, geralmente, observamos que esquecemos de viver como se deveria VIVER..."
