Poemas quando eu me Amei de Verdade
..."sempre usei em minha vida a lei da semeadura, pensava comigo o que eu plantar eu vou colher, mantive em meu coração em plantar o amor mesmo recebendo em troca o ódio de muitos, sabia que aquela não era a minha colheita eram eles que estavam plantando errado. Tinha plena convicção que a hora de eu colher o que plantei chegaria".
Ontem zombavam de mim e diziam que eu não iria evoluir
Hoje se fazem de amigos perguntando como cheguei até aqui
Queria ver a cara daqueles que torciam contra minha felicidade e queriam me ver no chão
Vendo eu feliz desse jeito, Deus me abençoando e prosperando aí nesse mundão.
Se eu tivesse dado ouvido aos críticos e manipuladores, eu estaria onde eles estão agora, na mesmice.
Você nunca vai ouvir eu falar de alguém pelas costas.
Se algum dia alguém disser: ‘a Raquel falou’, resolva como eu resolvo: frente a frente.
‘‘Enquanto houver desejo de recomeçar, a Páscoa ainda pode acontecer dentro de nós.
E eu também a desejo!’’
"Ainda que eu rezasse cem vezes por dia, e cem vezes eu me ajoelhasse; sem amor no meu coração, de nada valeria."
"Enquanto muitos procuram por uma felicidade mirabolante, eu vou sendo feliz do meu jeito e com o que, no momento, eu tenho."
Antiquado ou não, eu quero ser uma senhora idosa que se senta em uma varanda enquanto borda, e olha vez ou outra para o jardim.
Eu nunca entendi por que é que muitas pessoas continuam a trabalhar mesmo depois de estarem ricas. Apego, ganância, egoísmo exacerbado, solidão ou falta de criatividade?
Às vezes eu penso que o sinal mais evidente do descaso político contra o povo, é que nenhum político nunca usufrui dos serviços públicos gratuitamente. 😏
Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.
Entre o que você vê, o que você quer ver, o que pensa que vê e o que eu vejo, o que eu quero ver e o que eu acho que ví, há pontos de vistas diferentes.
O tempo passou, e muita coisa mudou, e eu tive que desaprender muitas coisas que aprendi nesta vida até hoje. Sobretudo, aprendi a arte dificílima de desaprender e reaprender.
Eu ainda sigo aprendendo, desaprendendo e reaprendendo, porque a vida sempre nos surpreende com alguma coisa.
Eu odeio coisas superficiais. E por isso tenho rancor deste mundo, pois ele é composto por coisas rasas e sem profundidade, mas adoro testemunhar a reviravolta do genuíno. Afinal, os humanos sempre estão atrás do melhor, não é?
Tic-tac… o tempo vai passando, implacável. E eu, buscando o conhecimento, amadurecendo a cada dia. A vida segue seu fluxo, e a natureza permanece, uma presença constante e serena. Ah, as paixões! Os amores que me fizeram vibrar. Já me apaixonei algumas vezes, e cada uma deixou sua lição. Mas hoje, é pela música que me apaixono todos os dias. Ela é minha companhia constante, minha liberdade e minha maior descoberta. É um tempo de ser apenas eu mesmo, mergulhado em melodias, aproveitando o presente e o que o futuro guarda.
Alexandre Sefardi
