Poemas quando eu me Amei de Verdade
É triste viver quando devia morrer ...
É triste saber que muito ou pouco vivi fazendo para agradar a mãe de filhos que hoje sequer consigo olhar nos olhos.
A ingratidão é uma arma letal, quando usada contra quem sacrificou a sua vida para fazer o bem, ela destrui o coração e alma todos os dias.
O abraço da nossa amada é o melhor de todos os bálsamos existentes, mesmo quando a dor parece tão intensa perto do teu corpo não há mau-estar que resista.
Difícil é viver longe dos teus olhos, pois, quando te tenho distante de mim nem sequer encontro tempo para pensar em outra coisa, por seres a base dos meus reflexos humanos.
O direito à igualdade entre os cidadãos não ocorre apenas quando o dito cidadão menos abastado saia à rua para se manifestar contra as políticas do Governo, também ocorre quando há violação da igualmente constitucional para beneficiar os manifestantes e prejudicar os que também trabalham e contribuem sacrificadamente para os cofres do Estado.
Quando a política se começa deixar sequestrar pelo populismo obscurantista de gente ávida pelo poder, as políticas públicas de desenvolvimento do Estado tenderão a ser feitas com base na ignorância do povo.
Arrecadamos suspiros do povo quando realizamos obras de melhorias da vida social do País, mas, somos criticados quando o povo destrói os bens públicos que estão a seu serviço.
A ausência não reflecte a ilusão da dor de não poder te amar ... Sinto em mim um vazio quando penso em não poder estar ao teu lado, não sei se vivo em ti, mas, sei que tu vives em mim.
O silêncio é uma arte de luz que ilumina a nossa mente mesmo quando torcidos pelo sono, somos seres conscientes despertos pelo eco da nossa mente.
Quando sentires a força do amor sobre ti, não te acanhes, deixe apenas que o teu coração se entregue a uma aventura sem igual.
Exigimos as pessoas a entenderem a nossa existência, quando nós mesmos nem sequer nos entendemos o mínimo que seja.
A pior de todas as batalhas de nossas vidas, travamos com o nosso próprio ser, pois, quando pensamos que nos conhecemos o suficiente, descobrimos que pouco ou nada sabemos de nós mesmos.
O resto da nossa vida, muitas vezes é conhecida no dia da nossa morte, quando algumas quantas pessoas, insistentemente se atribuem o direito de fazerem juízo de valores, sobre o que fomos ou sobre o que deixamos de ser enquanto ainda respirávamos.
A razão humana é cada vez mais enigmática, pois, quando os vivos precisam de ajuda esta não lhes é prestada, mas, quando partem para eternidade, tudo lhes é dado, até mesmo o que não é útil e necessário.
Quando um povo não sabe que tipo de governante procura para condizir os seus destinos e os destinos dos seus filhos, este povo nunca perceberá a sua real importância no contexto político e social do seu País.
O povo é a medida justa de um Governo, por isso, quando um Governo falha nas suas ações, atribui a sua incapacidade ao povo que nele confiou.
Traçamos caminhos longos para o coração apaixonado, mesmo quando podemos economizar a revelação do amor, apenas com uma atitude simples, que se revela com os beijos dados em tempos inesperados a quem desejamos tomar o coração para eternidade.
Mesmo que o coração não sinta a necessidade de manifestar a intensidade de amar quando se quer, a nossa mente nos assombra com o sentimento de paixão, cuja chama nos queima, mesmo quando não acendemos o fogo acompanhado com a ternura de um olhar denunciante.
