Poemas quando eu me Amei de Verdade
Quando teus olhos azuis surgem na memória
minha mente cede, entra em colapso suave
como se o mundo pausasse só pra te olhar
Quando te vejo, é filme sem cortes
rodando na minha cabeça
me convencendo, cena após cena
de que não existe
nem existirá
alguém tão perfeito quanto você
E quando durmo…
ah, quando durmo
até os pesadelos se rendem
porque neles tu apareces
herói improvável
salvando meus medos
e ficando, a cada sonho,
ainda mais impressionante
Tu és presença
mesmo quando ausente
és certeza
mesmo no caos
e és silêncio bonito
que bagunça tudo dentro de mim
"Quando Deus tem planos nada impedirá"
Mesmo que os ventos sopram forte, mesmo que o mar se agite ou a terra venha se abalar.
Nada ainda é o suficiente para impedir a vitória que Deus está trazendo pra você.
" Vou adotar um animalzinho de estimação, pois vejo neles, anjos disfarçados.
Quando percebo a quantidade de pessoas que conheço,
me dou conta do quanto estou só, até porque ao analisar certas "amizades", vejo na maioria delas uma busca de interesses e isto é sim, combustível de solidão. Chegar em casa e não ter vontade de arrumar as coisas, não é liberdade é abandono. Quem sabe a obrigação de cuidar de um bichinho me dê a real dimensão do que é o amor.
Serei fiel até que a morte nos separe...
" Se a vida não é uma festa
dance de vez em quando
se a felicidade é um motivo
potencialize
sorria todos os motivos
viva, pois viver é plenitude
e só quem tem a vida ameaçada,
sabe o valor que ela tem
viva,
porque morrer é a última coisa que iremos fazer...
" Assim lutará o amor
até as forças cessarem
até ter a certeza, de que valeu
até quando não puder mais
ainda assim estará valente
vivo, forte, pulsante
fiel até o fim...
" A gente precisa de alguém
que nos faça rir, que nos abrace
e nos chame atenção quando estivermos errados
a gente precisa de amor
de alguém para caminhar na fé
e encontrar na vida, o real sentido das coisas
e ao encontrar, que nos complete
mesmo que de vez em quando pareça que nos falta um pedaço
a gente precisa mesmo de alguém
pois sem ninguém, solidão domina
o sono termina, a vida padece
aquela mistura de paz e guerra, finda
a gente precisa de alguém
para tornar a nossa vida, linda...
“” Acredito que amizade é isso que sinto quando lembro de você
Sei que estás distante, mas dentro do coração posso sentir sua presença.
E mesmo o tempo que passa, não deixa tua lembrança ir embora,
Parece que foi ontem que nos encontramos... “”
Gostoso???
Gostosa???
É o homem e a mulher que vivem juntos a vida toda e quando velhos ainda se dizem :
Eu amo você.
E quando um morre
O outro vive, mas todo dia morre um pouco de saudade
"" Silenciei quando tinha que gritar
Gritei quando o silencio era a única companhia
E no eco desse vale, minha alma ouvia
Vai...""
"" Quando o amor ,
For o principio da dor,
Faça-me o favor
Venha armada...
.
.
.
.
Com uma flor...""
Quando te abracei pela primeira vez .
Quis ser seu mundo
E fui fundo
Pra te ganhar
Quando te beijei pela primeira vez
Vi meus sonhos tomarem formas
E acordei com o desejo de conquistar
Quando te olhei pela primeira vez...
Não teve jeito
Me perdi, me apaixonei...
"16-11-2020 13:34
Interessante saber como a mente vagueia, quando estamos em sono profundo...
Ela costuma ir lá no porão do nosso subconsciente e trazer tudo aquilo que está já empoeirado...
Eu não sei como descrever sobre o que aconteceu nesse sonho...
Mas, lembro de muitas garotas alegres, bonitas e fazendo bagunça...
Eu conhecia quase todas!
Interessante que me perguntaram algo que eu jamais havia falado naquele lugar pra ninguém, eu não me recordo...
Mas, lembro que depois estava a beira de um rio e estavam todos lá, menos uma pessoa, como na casa também...
O 'C'... Como sempre, invadindo meus sonhos...
Essa era a única pessoa que não estava em lugar algum!
Eu vi uma oferenda passando em um rio, o cheiro muito forte e ainda parece estar em meu nariz.
Só que a pessoa que estava ao meu lado disse que era só pra aromatizar o ambiente...
Mas, como?
Eram velas com incenso e palha, algo do tipo...
Eu fiquei abismada com aquilo e ainda sentindo falta da pessoa que não estava em lugar algum.
Do 'C'...
Eu gostaria de entender esse sonho, mas, acho que entendo...
Só não consigo entender porque ainda me perturba tanto, será que irei enlouquecer?"
Quase todos os sonhos, te revelam coisas ocultas que você não consegue perceber, quando está acordado, acredite nos sinais dos seus sonhos.
Eles são como recados do além, de forma enigmática, trazidos para a sua vida.
Quando ele chegar nos 40, tenho certeza que ele vai olhar pra trás e perceber as merdas que fez.
Nos 40 a reflexão mais profunda da vida, chega.
Quando a percepção chegar, ela sempre chega. Continue sendo você.
Não abra mão de nada que ama. Lute sempre, para nunca no futuro, imaginar que poderia haver outras possibilidades.
Viva a vida que deseja. Não se autossabote!
A gente escolhe sim, o nosso futuro!!
E, quando encontrar um grande amor, que rolar o tchan, que o seu coração palpita e você escreve pensando nele, que chora quando imagina estar sem ele. Lute pelo amor dele. Porque o amor se constrói. É, na adolescência geralmente é onde a gente encontra o verdadeiro amor das nossas vidas.
Fale tudo o que o seu coração pedir, olho no olho por carta, mas fale.
Nunca deixe o seu amor fugir de você, por ter medo de expressar o que sente.
Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
— Douglas Duarte de Almeida
A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.
A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.
No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.
Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.
(Douglas Duarte de Almeida)
Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.
Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.
Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.
E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.
(Douglas Duarte de Almeida)
