Poemas quando eu me Amei de Verdade
Muitas vezes a vida nos traz outras perspectivas muito diferentes da que imaginávamos, e isso pode ser surpreendentemente maravilhoso.Vivemos tentando prever o amanhã, mas a beleza dos dias está justamente naquilo que não podemos controlar. Que a gente tenha a sabedoria de desapegar dos planos rígidos e a coragem de abraçar as surpresas do caminho. Afinal, os melhores capítulos da nossa história costumam ser escritos nas linhas que a gente não planejou.
Pare um instante e sente isso comigo: o peso da miséria que esmaga sonhos, a fome que rouba infâncias, as desigualdades que nos separam como abismos, e guerras entre nações que nascem de brigas pequenas e viram herança de ódio eterno. Meu coração grita sim: precisamos lutar contra isso tudo. Não com palavras vazias, mas com a força de quem sente na pele que o sofrimento do outro é o nosso também. Calar é conivência; agir é humanidade pura. Pensa na miséria e na fome primeiro, que doem fundo. Famílias contando migalhas pro jantar, crianças com olhos vazios de esperança — isso parte a alma. Lutar significa dividir o pão, criar empregos dignos, educação pra todos. Desigualdades acabam quando estendemos a mão, construindo pontes de solidariedade. E as guerras? Que dor... Começam com disputas tolas — terra, poder — e se eternizam, pai passando trauma pro filho. Oriente Médio, Ucrânia: rios de lágrimas, mães sem filhos. Mas dá pra parar: com diálogo sincero, trocando ódio por paz. Histórias mostram que negociações salvam mundos, rompem ciclos viciosos. Precisamos disso agora, pra herdar abraços, não cicatrizes.
Que a nova história seja escrita no livro da vida, o que era velho se faça novo e o que foi quebrado seja reconstruído e abençoado por Deus em nome de Jesus.
Os que dizem impossível são os que desistem. Os que continuam com fé e determinação alcançam a vitória.
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura de “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a pensar o currículo para além da prescrição, como espaço de alteridade, negociação de sentidos e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária à formação docente.
O nacionalismo é uma forma sútil de violência: começa-se amando, com um olho fechado, a própria pátria, e termina-se desprezando, com ambos os olhos fechados, todas as outras.
Não me ofende que tua opinião política seja contrária à minha. Se tens respeito, tens minha estima. Pois, se há algo de que estou plenamente convicto, é que a cortesia não pertence à esquerda nem à direita; ela é própria dos homens civilizados.
O ciúme é um demônio a ser aprisionado; há, porém, tolos que insistem em mantê-lo livre como prova de amor.
As pessoas evitam discutir política e religião; por isso, tornam-se ignorantes em uma e cegas na outra.
A tentativa dos adultos de parecerem adultos o tempo inteiro revela a mais profunda infantilidade. Creem que amadurecer é abandonar aquilo que um dia os encantava. Mas a verdadeira maturidade está em deixar para trás as coisas de menino - isto é, a necessidade de parecer adulto.
