Poemas quando eu me Amei de Verdade
JESUS veio para servir-se de ÚNICO sacrifício para nos dar vida eterna...Um homem (Adão) condenou a humanidade a morte eterna e outro homem (Jesus) veio para trazer a salvação eterna. A prática de sacrifício acabou quando Jesus veio. Toda e qualquer prática de derramamento de sangue inocente não é de Deus! E todo aquele que derramar sangue, prestará contas deste sangue, até mesmo a terra e os mares vomitarão o sangue no dia do julgamento.
É indissociável a imagem como profissional e como pessoa...Ninguém pode sustentar duas imagens distintas por muito tempo como: ser um péssimo ser humano e um profissional idôneo. A verdadeira face, acaba por derrubar a outra.
"Assim não profanareis a terra da vossa habitação, porque o sangue profana a terra; e nenhuma expiação se poderá fazer pela terra por causa do sangue que nela for derramado, senão com o sangue daquele que o derramou."
Números 35:32
Se era uma vez não foi suficiente para dar certo, vai adiante e faça outras vezes. Só lembrando de não cometer os mesmos erros.
Existem lobos em pele de cordeiro, uma certa vez, deixei um lobo e uma cobra entrar na minha casa como se fossem ovelhas, quando tirei o estrago já tinha sido feito, até hoje sofro as sequelas...
Nunca me preocupei muito em aprender a amar, pois sempre pensei ser algo inato. Era a ideia mais bonita para acreditar, mas, como de costume, me enganei. O amor é um passo de cada vez em uma corrida de três pernas. É despetalar-se ao ser escudo dos ventos do Norte, e acalantar ao ser protegido quanto aos do Sul.
Me atrasei. Cheguei tarde demais para o beijo, não consegui a pole position para o seu bem querer. Mesmo estando lá quase todo o tempo, foi minha ausência quem você fez valer. E permanecemos sós, mesmo ao alcance de perdoar.
Foi fria, a tal da noite quente, usada de pretexto para dormirmos separados. E o desejo de não mais me sentir distante vai se afastando, à medida em que estico os braços e, com a ponta dos dedos, te toco — e minh’alma continua sozinha.
Gosto de presença, de casa cheia, de roda em praça. Gosto de gente quente, que liga, que chama, e que, mesmo quando tem que ir, deixa um até logo que convence. Até logo! Estou indo, mas continuo aqui.
E lhe bateu à porta um grande amor, que, através de olhos de vidro, fora informado da inconveniência de sua presença. Foi embora o amor, ser grande em outras portas adentro.
Andei me reencontrando com velhas amigas perdidas, palavras que driblavam o discurso, deixando falas inacabadas. Voltaram, de aparência mudada, formando novos pares. Vieram em títulos, rimas de poemas — reinventaram suas próprias definições. Vieram completar balões e permiti-los voar, libertando a mim, de mim mesmo.
Não houve band-aid que fizesse curar o dodói aberto em mim. Busquei, de todas as formas, sarar. Mas o beijinho que faria tudo passar está tão longe. Longe, junto de todos os outros beijos importantes: os beijos de chegada, de partida, de reconciliação e, principalmente, os beijos de amor.
Por que colocar pra fora é uma necessidade? Por que virar poema, desenho, música, por que externar arte? Por amor? Para ser amado? Por amor. Para ser amado!
Estão no nível de ousadia tão grande, a pessoa compra um "pega ladrão na internet" é extraviado em outro estado, você vai na loja e não lhe vendem nada que possa lhe proteger, pois querem continuar a invadir a casa enquanto todos dormem.
Se ninguém te entende, entenda o mundo, entenda as pessoas; e aí elas vão começar a te entender. Não espere que o jarro tome a forma da água.
