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Poemas Perdi Melhor Amiga

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Há muito de mim em você, uma parte que eu perdi e preciso de volta para ser completo novamente.

⁠”Hoje é meu aniversário. Mas não é um dia de festa. É um lembrete do que perdi, do que já não celebro. Há dias em que a vida pesa mais do que passa. E tudo que consigo dizer é que é só mais um dia.”

No encanto dos olhos teus perdi meus pensamentos mirando ao longe por cima dos montes, o sol sumindo no horizonte.

Já deixei bons livros para trás e os perdi, já deixei pessoas que amei para atrás e também as perdi, mas o que mais me dói foi o de ter perdido os livros, eles não mudam de opinião sobre mim.

⁠Entre idade e vindas perdi o que de mais importante eu tinha: minha dignidade!

Já perdi guerras internas que ninguém viu, mas também venci batalhas que nem eu acreditava, sou feito de quedas e vitórias, e cada uma delas construiu minha essência, sou sobrevivente de mim mesmo.

Só eu sei dos pedaços que me arrancaram, dos que perdi, dos que consegui colar, e dos que não consegui, então não julgue minhas imperfeições.

Desencontro

Não me recordo em que momento me perdi, pois continuei caminhando e quando me dei conta não sabia mais para que lado procurar. Hoje me reencontrei perdida em um lugar distante, tímida e encolhida mas com muita vontade de voltar. A roupa está desbotada, a face cansada e a alma feliz pelo retorno a sua morada. Ansiedade incontida: nunca mais vou te abandonar!

O Amor é Renovável


Foi inevitável sucumbir a tristeza da perda,
Perdi o amor,
Perdi a vontade de continuar existindo,
A vida se tornou monótona e repetitiva,
Sem chão, eu chorava a morte desse sentimento,

Senti-me derrotado pela vida e chorei,
As lágrimas expelidas tinham gosto de sangue,
Sentia que o final da minha existência era o único caminho,
Mas será que o Amor morre de verdade?
Não seria o Amor um sentimento renovável?

Antes de entregar-me totalmente resolvi sair,
Era festa, todos estavam felizes e celebrando com alegria,
Sentia-me um peixe fora d água em meio a tanta felicidade,
Eis que do nada uma Princesa apareceu,
Era linda e formosa, mas comprometida,

Os graciosos passos da Musa guiavam meu olhar por onde ela desfilava,
Esse dia foi muito importante para minha recuperação,
Não conseguia admirar ninguém há tempos,
Essa mulher despertou minha atenção sem nem mesmo uma troca de olhares acontecer,
Depois desse dia percebi que outras belezas existiam,

Com o passar dos meses retomei minha vida e também a alegria,
Num certo dia, num happy hour com amigos, um mensageiro me trouxe uma carta,
Explodi de emoção quando vi o remetente do recado,
Era ela, a Virgem que me resgatou em silencio,
Queria me conhecer, pois uma atração também sentiu,

Na primeira ligação senti que tudo seria diferente,
Combinamos de nos encontrar e ansioso aguardei o grande dia,
Nosso primeiro encontro foi maravilhoso, parecia algo já vivido,
Beijos quentes, abraços seguros e um prazer puro,
Hoje vivo as expectativas e as certezas desse amor que nasceu.

Quão admirável sua ausência de elogios
Que fazem de meus versos ainda mais vazios
Perdi a sintonia de outrora
Com sua indiferença e antipatia
Me sinto mais sozinho agora!



Esperei sózinha por ti
Te encontrei...
E sózinha, me perdi
Olho para trás
E vejo-me
Sózinha
Nunca estiveste ao pé de mim

Peço que me vejas
E... sózinha
Vejo que me vês sem olhar
Sózinha estou...
Sem estar
Perdida num mundo
Que é teu
Sozinha... eu

Toy story

Acho que perdi meu desejo de escrever
De falar com minhas palavras, desabafar comigo mesmo.
Acho que estou perdendo você em minhas palavras,
Ou você que se perde nelas, você pede para não estar em mim.
Devo escrever outra coisa? Devo não falar de amor, devo não querer você aqui.
Cada segundo te sinto mais longe, distante de mim.

Não eu não perdi minhas palavras, eu perdi você.
Eu perdi seu abraço, perdi seu beijo de surpresa.
Eu perdi as três palavras fora de hora que são necessárias
Eu fui perdido do seu tempo, do seu dia.
Restou-me um baú, onde posso me esconder igual a um brinquedo velho.
Abandonado por ter perdido a graça, por não ter mais valor

Ah! Ela foi embora
Eu perdi as horas
Acreditei no seu amor
Não tive como evitar a separação
Pois meu coração não sabe o que é sofrer
Anda por aí brincando de ser feliz
Como sempre quis distraído na solidão
Ah se eu soubesse de alguém que me adore
Amor não chore
Foi tudo uma ilusão

Eu vim falar do que eu perdi
Que eu já chorei, do que eu vivi
Porque eu amei, me entreguei
E quantas vezes eu sorri
Eu vim contar pro seu coração
Que eu já provei da desilusão
De um amor

Eu vim falar que eu também sofri
E quantas vezes me desesperei
Foi grande a dor que eu senti
E desde então eu me toquei
Que sem amor, sem ilusão
A minha vida é em vão
Isso é morrer

Eu sei que parte do que eu passei
Foi culpa minha porque eu deixei
Que outro alguém me dominasse assim
Sei que preciso cuidar mais de mim

Tá complicado esquecer teu sorriso
O sentimento, a paixão que ficou
Serão pra sempre os mesmos encantos
Mas no momento eu desejo outro amor ♫♫♫

Ver-te fico feliz
Amar sempre amar
Tocar e te beijar
Ir embora jamais
Eu maluco fiquei
Me perdi,eu pirei
O amor me prendeu
Ditou o meu viver

Ao encontrar-te,
perdi-me.
Ao amar-te,
encontrei-me.
Nunca abandone-me,
para eu não deixar-me.

Almas Gêmeas
Alma minha......
Há milênios te perdi
Desde então, fui tangida pelo vento
Rondei campos e desertos
Pelo mundo inteiro vaguei
Rompi os véus da lógica e a barreira do tempo
Visitei a inocência dos anjos
A sabedoria dos deuses, a pureza do cristalino
Passei pelo arco-íris, indaguei ao pigmento das cores
Caminhei por todos os matizes e não te encontrei
No canto das aves te mandei recado
Perscrutei todas as paragens
Nas asas firmes das águias viajei
Caí como neblina nos penhascos
Deslizei por entre os montes
Lavei todos os caminhos que percorri
Tanto, tanto indaguei que nessa busca quase te perdi.
Mas ao me encontrar com a solidão
Parei assustada e acordei, todavia ainda sem ti.
Mas, um belo dia, conheci uma pessoa
Não, não foi uma saudação comum aos que se encontram na rua
Daquela impecável presença
Uma candura antiga me acercava
E uma sensação de paz, há muito tempo experimentada
De onde nos conhecemos, me perguntava?
De qual século, ou de qual plano?
E de súbito descobri
Hum, és tu, a minha outra metade
De mim se expandiu um grande grito
Um grito de dimensão nunca dantes pressentida
Esse meu bramido surdo transfixou o céu azul
De nuvens brancas e opacas
Em busca do eco que um dia nos reservou espaço
E que, se por acaso, pairou por séculos sem fim
Por certo, fixou-se em minh’alma
Atravessou universos sem fronteira
E por eles tomou várias formas
Para nos surpreender, por fim, assim, frente a frente
Na terra ligados apenas por invisíveis laços
Como água do mesmo rio, por obstáculos separada
Ou como rios paralelos, fazendo curso lado a lado
Porém significativamente separados.

Será que ainda sou o mesmo?
Pois já se passou tanto tempo
Acho que perdi meus sentimentos
Me tornei uma das piores versões
Do meu próprio ser
E talvez agora resta
Apenas reconhecer
Que eu gostaria de viver
Como se tudo estivesse bem

Eu preciso!

Eu preciso! eu preciso me achar, eu me perdi há muito tempo e não sei o caminho de volta, preciso de um tempo pra mim, eu preciso voltar a ser quem eu era, essa não sou eu, mas eu não sei mudar, eu quero ser aquela menina de antes, animada, alegre, feliz, eu juro, juro que não sei o que me tornei, juro que não sei como cheguei a esse ponto, eu só queria sair, sair pra um lugar bem longe, calmo, ir sozinha, me encontrar no meio desse turbilhão de sentimentos, pensamentos dentro de mim, eu preciso me reorganizar e não sei como faço isso, eu não acho a saída, eu entrei em um labirinto que não tem saída e eu não acho a entrada, que é o exato lugar de onde tudo começou...

diário de um niilista

agora que perdi a noção da geometria existencial
eu poderia olhar para o céu
lá no alto, bem alto,
para além das nuvens,
talvez por detrás de todo grande borrão azul.
e absorto nisto,
pensar serenamente
na dúvida que exorta minha existência
aqui em baixo, bem baixo.
qual o meu propósito aqui?