Poemas Pequenos de Beleza
Sou um anjo abandonado a própria sorte por um amor infiel, que me dera fazer a justiça, mas deixo que tempo se justifique de seus meios porque aqui se faz aqui mesmo se paga.
Não se ensina por estratagemas, o aprendizado acontece pelo grau de interesse do aprendiz, e o interesse desperta-se nele conforme suas necessidades. A escola deveria primeiro perguntar qual é a necessidade do alunado.
A escola precisa deixar de trabalhar com ciladas e emboscadas. Uma pessoa quer o que ele gosta. Por que o aluno não aprende a gostar da escola? Ou: "É a caça ruim que desarma a arapuca...!"
O Fábio Salgado de Carvalho, assim como o Raphael De Paola e mais meia dúzia, está entre os alunos mais qualificados para prosseguir o meu trabalho -- e até dar-lhe um 'upgrade' -- quando eu bater as botas ou ficar gagá.
Quando a caça desconfia, não cai, por isso não se trabalha a mesma dinâmica em sala de aula, os alunos não prestam a mesma atenção da primeira vez, piada contada duas vezes perde a graça.
O que mais me espanta ainda no ser humano é a sua mediocridade em carregar o peso de certos tipos de sentimentos.
O amor é algo grande demais para o diminuirmos a um pequeno sentimento que passa como os status do Facebook. O amor não passa, o amor não muda, o amor É.
Quando não existe a dosagem entre a razão e o coração no amor, você se destrói por amores falsos, e até deixa o sentimento verdadeiro escapar.
Esperamos que no futuro a frase: eu bati na Mercedes, seja apenas referente a um acidente automotivo.
Acho estranho quando uma pessoa diz fazer yoga e meditação, o correto seria dizer: 'faço yoga e exercícios físicos'.
