Poemas Pequenos de Amor
O amor não morre, mas a vontade de amar perece. Se enforca com a corda da indiferença do outro. Armadilha covarde.
O amor percorre territórios devastados da alma com a calma necessária para reflorestar um a um. Dissolve neblinas. Revela o sol. Destece máscaras. Reinaugura a humildade. Faz ventar. Faz chorar. Faz sorrir.
Um amor platônico significa que uma pessoa está desperdiçando a chance de amar e a outra a chance de ser amada. De verdade.
Não existe amor impossível, e sim pessoas incapazes de lutar por ele, tem medo de se entregar e ser feliz... é uma "oportunidade perdida".
O verdadeiro amor é um princípio elevado e santo, inteiramente diferente em seu caráter daquele amor que se desperta por um impulso e que subtamente morre quando severamente provado.
Olha, o amor não é algo que possamos terminar, definir ou controlar. O amor é como a arte: uma força que entra em nossas vidas sem quaisquer regras, expectativas ou limitações. O amor, como a arte, deve ser sempre livre.
No final de um relacionamento, mesmo que houvesse amor só de uma das partes, ambos sairão machucados, pois em uma relação não existe só amor, também existe atração, costume e ódio.
Amará e odiará sem dar disso demonstração e olhará como uma impertinência o amor ou o ódio que receberá em troca.
Como já foi dito: O amor e a tosse não podem ser disfarçados, nem mesmo a pequena tosse. Nem mesmo o pequeno amor.
Este é o mistério do amor de Deus: ele é grande, mas está escondido nas coisas pequenas, que os sistemas deste mundo desprezam e consideram sem nenhum valor.
O amor é frágil. E nem sempre sabemos cuidar dele. Procuramos fazer o melhor possível. E esperamos que uma coisa tão frágil como esta sobreviva.
Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, Vive, morre pão.
Se você diz que ama é incoerente fazer pouco caso das demonstrações de amor de quem está com você. Digo “pouco caso” porque é assim que o outro vai entender se você não agir como quem ama àquela demonstração.
