Poemas Pequenos de Amor
Sem vinho, provavelmente não haveria humanidade.... Eis tudo o que é a vida: Amor, prazer e amizade. ”
“Por trás de cada mãe atípica existe uma mulher forte, cansada às vezes, mas cheia de amor e pronta para vencer pelo seu filho. 💙”
“Ser forte não significa nunca cair. Significa levantar todos os dias, mesmo cansada, por amor ao filho. 💙✨”
Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.
Em nome do amor milhares de mulheres permanecem em relacionamentos doentes, tóxicos, abusivos porque se esquecem que amor é o que nos dá paz e não o que tira.
No amor: mesmo quando algumas histórias não duram, elas deixam lições, memórias preciosas e pedaços de nós mesmos que ajudam a moldar quem nos tornaremos no futuro. Um brinde ao amor em todos os cantos do mundo...!
O choro que só nasce na perda não prova o amor, mas confessa a ausência dele; quem não cultiva a presença, apenas lamenta o vazio.
Só se ama verdadeiramente uma vez, os outros amores são cacos do espelho quebrado do amor de outrora.
O Amor é uma chama que queima tudo menos ela mesma.
É a destruição de tudo o que é falso e o cumprimento de tudo o que é verdadeiro.
Sorte no Amor seria encontrar uma pessoa dotada de genuína Bondade e notável Inteligência, desprovida do vício da Loucura.
“Quando o mínimo cuidado vem de quem também ameaça, a alma pode chamar de amor aquilo que era apenas alívio.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Ser mãe atípica me ensinou que o amor verdadeiro não desiste, não abandona e luta todos os dias com coragem e fé. 💙”
O sentido perpétuo do amor se contrata dia após dia no infinito pois a vida segui depois da morte...
O amor próprio tem opinião e fotos de status, no linear do dia ver o por do sol...
Te da um significado e um sentido de ser.
“Amor verdadeiro não exige que a alma desapareça para que o vínculo continue existindo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cárcere emocional começa quando a pessoa já não sabe se fica por amor, por medo, por culpa ou por não lembrar mais quem era antes.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Saber que amor existe é tudo que conhecemos do céu, negar a sua existência é tudo que conhecemos do inferno.
Saudade de um amor antigo, não é somente uma lembrança boa, mas sim um lembrete de que não soubemos valorizar alguém muito, muito especial. Que a saudade não seja um castigo...
